Com ou sem crise

A exportação de jogadores brasileiros de futebol é considerada, hoje, um grande negócio, com ou sem crise, onde todos ganham: o clube que vende (no geral, está endividado), o jogador (louco por ascensão profissional e mais dinheiro) e o empresário, o maior beneficiado. No livro Bola Fora: A História do Êxodo do Futebol Brasileiro, de Paulo Vinicius Coelho, o PVC, há bom exemplo.

A Traffic comprou Henrique, revelação do Coritiba na série B de 2007, em março de 2008, por R$ 6 milhões, colocou o jogador no Palmeiras e no meio do ano, ele foi vendido para o Barcelona por R$ 26 milhões. O Palmeiras tinha direito a 20% sobre o que superasse os R$ 6 milhões iniciais (cerca de R$ 4 milhões) e a empresa ficou com R$ 16 milhões, um lucro de 166% em seis meses. Do colunista Giba Um.

A exportação de jogadores brasileiros de futebol é considerada, hoje, um grande negócio, com ou sem crise, onde todos ganham: o clube que vende (no geral, está endividado), o jogador (louco por ascensão profissional e mais dinheiro) e o empresário, o maior beneficiado. No livro Bola Fora: A História do Êxodo do Futebol Brasileiro, de Paulo Vinicius Coelho, o PVC, há bom exemplo.

A Traffic comprou Henrique, revelação do Coritiba na série B de 2007, em março de 2008, por R$ 6 milhões, colocou o jogador no Palmeiras e no meio do ano, ele foi vendido para o Barcelona por R$ 26 milhões. O Palmeiras tinha direito a 20% sobre o que superasse os R$ 6 milhões iniciais (cerca de R$ 4 milhões) e a empresa ficou com R$ 16 milhões, um lucro de 166% em seis meses. Do colunista Giba Um.