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Brasil e Marrocos querem ampliar relações comerciais

publicado em 11 de março de 2016

Seminário em Rabat reuniu empresários dos dois países nesta quinta-feira (10). Ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, afirmou que balança comercial cresceu, mas está aquém do potencial.

Os setores de saúde, alimentos, defesa e serviços são alguns da indústria brasileira que desejam ampliar sua presença no mercado marroquino e participaram nesta quinta-feira (10) do Encontro de Negócios Brasil – Marrocos, organizado pelo Ministério das Relações do Brasil em Rabat, a capital do país árabe. A delegação brasileira é chefiada pelo titular da pasta, ministro Mauro Vieira, que visitou também Etiópia e irá ainda para a Tunísia com o grupo.

Em sua apresentação, Vieira afirmou que a balança comercial entre os dois países cresceu mais de dez vezes entre 2002 e 2012, mas não desenvolve todo o seu potencial. Observou também que as trocas comerciais são concentradas em poucos produtos. Basicamente açúcares partem do País com destino ao Marrocos, que, por sua vez, envia fertilizantes ao Brasil.

“Está mais do que na hora de ampliar essa pauta (de exportações). O Marrocos tem uma grande área arável, então demanda máquinas e insumos, uma necessidade que pode ser atendida pelas empresas brasileiras”, disse. “Os encontros (que decorrerão do seminário) têm um grande potencial. Queremos realçar os negócios dos dois lados e também atrair empresas marroquinas ao Brasil, nossas portas estão abertas”, disse o ministro, citando como setores que demandam investimentos os de logística e de infraestrutura.

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Kátia Abreu: Brasil precisa agregar valor às exportações de soja

publicado em 10 de março de 2016

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) comemorou, nesta quinta-feira (10), a estimativa de produção de 101,2 milhões de toneladas de soja para a safra 2015/2016 – divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Mas afirmou que o país precisa oferecer condições para que os agricultores brasileiros agreguem valor ao grão exportado.

Para a ministra, o país poderia exportar mais soja processada (farelo e óleo), não fosse a variação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado quando esse tipo de produto é transportado entre estados. “Precisamos melhorar a agregação de valor na nossa exportação de soja. O que atrapalha muito é a variação de ICMS no Brasil. Ninguém quer importar imposto.”

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Expocomer, no Panamá, tem participação de 17 empresas brasileiras

publicado em 10 de março de 2016

Está sendo realizada no Panamá a 34ª edição da Expocomer, a maior feira de negócios da América Central. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Apex-Brasil organizaram a participação de 17 empresas brasileiras dos setores de alimentos e bebidas, confecções, calçados, materiais de construção e decoração, cosméticos e higiene pessoal, e TI.

Este ano, a Expocomer conta com 700 expositores de 30 países e o público estimado de visitantes é de 10 mil. O Ceciex (Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras) também participa da Feira, coordenando a ida de 15 tradings.

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Oriente Médio cresce como importador da Minerva

publicado em 10 de março de 2016

Região respondeu por 21% das exportações da indústria de carnes e derivados no ano passado. Aumento sobre 2014 foi de cinco pontos percentuais. Companhia fez em dezembro acordo com saudita Salic.

O Oriente Médio aumentou sua participação como comprador da indústria brasileira de carne e derivados Minerva. Os países da região absorveram 21% do que a empresa enviou ao exterior em 2015, contra 16% em 2014. De acordo com informações da companhia, o destaque de crescimento nessa região foram Irã e Israel, que ficam no Oriente Médio mas não são árabes, além dos Emirados Árabes Unidos.

Em dezembro do ano passado, a Minerva fez um acordo de investimentos com a empresa saudita Salic, controlada pelo fundo soberano da Arábia Saudita. Com o mesmo país, o Brasil assinou acordo no final de 2015 colocando fim ao embargo de carne bovina in natura brasileira, o que faz a Minerva crer que o aumento das vendas para o mercado do Oriente Médio seguirá. “Ainda há perspectivas positivas para essa região”, comunicou a Minerva nesta quarta-feira (09).

O mercado internacional é indicado pela Minerva como responsável por grande parte do seu bom desempenho no ano passado, quando a empresa teve receita bruta consolidada recorde de R$ 10,1 bilhões. O crescimento foi de 35% sobre 2014. O frigorífico indica como fatores desse aumento a flexibilidade para direcionar as vendas para o mercado externo frente a uma forte demanda internacional e um consumo interno mais fraco, o impacto positivo da valorização do dólar nas exportações, além do aumento dos abates.

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Fluxo cambial tem em fevereiro pior resultado desde dezembro de 2014

publicado em 9 de março de 2016

O saldo da entrada e saída de dólares do país, fluxo cambial, ficou negativo em US$ 9,294 bilhões no mês de fevereiro. É o pior resultado desde dezembro de 2014, quando houve déficit de US$ 14,050 bilhões. Os números foram divulgados hoje (9) pelo Banco Central.

A maior parte do resultado negativo no mês passado deve-se ao segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações), com entradas menores que as saídas em US$ 11,231 bilhões.

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Prorrogadas as inscrições para o projeto Inovação e Sustentabilidade nas Cadeias Globais de Valor

publicado em 9 de março de 2016

As micros e pequenas empresas que se diferenciam por seus atributos de inovação e sustentabilidade e desejam atuar no mercado internacional têm até a data de 21 de março para concorrerem a 30 vagas para uma formação intensiva que será realizada nas cidades de São Paulo (SP) e Recife (PE) ao longo dos próximos 18 meses.

A capacitação faz parte do projeto Inovação e Sustentabilidade nas Cadeias Globais de Valor (ICV Global), promovido pela Agência Brasileira de Promoção e Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). As inscrições podem ser realizadas em http://icvglobal.com.br/chamada-publica-de-casos-projeto-icv-global/?locale=pt-br.

O ICV Global inclui, além da capacitação, a organização de eventos de promoção comercial, com o objetivo de acelerar a inserção de produtos e serviços brasileiros, inovadores e sustentáveis, no mercado internacional.

Exportações para a China quase dobram em fevereiro

publicado em 9 de março de 2016

A China é hoje a principal parceira do agronegócio brasileiro. Dados da balança comercial do setor – divulgada esta semana pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) – mostram um crescimento expressivo nas importações chinesas de produtos agropecuários do Brasil. As exportações quase dobraram em fevereiro último, em relação ao mesmo período de 2015, passando de US$ 513,5 milhões para US$ 1 bilhão, o que representa uma alta de 94,9%.  Em volume, as compras do mercado chinês saltaram de 997,5 milhões de toneladas para 2,3 bilhões de toneladas, na comparação entre os dois meses.

A soja em grão é o carro-chefe das exportações brasileiras para a China. Em fevereiro deste ano, os embarques do produto somaram US$ 555,3 milhões (1,59 milhão de toneladas), ante US$ 193,2 milhões (492,7 mil toneladas) de igual mês do ano passado. Em segundo lugar, aparece a celulose, que passou de US$ 136,7 milhões (292,1 mil t) para US$ 166,4 milhões (372,6 mil t), na comparação dos dois períodos. O açúcar de cana ou beterraba ocupa a terceira posição: de US$ 38 milhões (121,3 mil t) para US$ 61,7 milhões (221,6 mil t). A seguir, vêm os couros e peles de bovinos, com vendas externas de 53,4 milhões (17,1 mil t) no mês passado.

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Calçadistas brasileiros partem em busca de negócios com a China

publicado em 9 de março de 2016

Onze marcas nacionais embarcam para Xangai, na China, para participar da Missão Comercial do Brazilian Footwear na CHIC – China International Fashion Fair. Marcada para ocorrer entre os dias 16 e 18 de março, a mostra apresenta as novidades de algumas das principais marcas de vestuário, acessórios e calçados do mundo e contará com a presença das brasileiras Democrata, Amazonas Sandals, Sapatoterapia, Rio Couture, Stéphanie Classic, Kidy, Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Vizzano e Modare. A missão, que conta ainda com seminário preparatório e serviço de matchmaking, é uma promoção do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Mercado-alvo do Brazilian Footwear desde 2009, a China vem melhorando sua posição entre os principais compradores de calçados do Brasil. Em 2014, por exemplo, o Brasil respondeu por 2% das importações chinesas de calçados, enquanto em 2013 o percentual era de apenas 0,5%. “Nosso trabalho na China vem gerando ótimos resultados. Os volumes ainda são pequenos, mas crescem muito acima da média. Além disso, já podemos destacar alguns cases de sucesso em termos de inserção de marca no mercado, que é o principal objetivo do Programa”, destaca Roberta Ramos, gestora de projetos da Abicalçados.

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Indústria de calçados Suzana Santos exporta ao Kuwait

publicado em 9 de março de 2016

Empresa catarinense retomou comercialização para o país recentemente e já tem contatos para vender em outras três nações árabes. Na estratégia de aumentar exportação, Oriente Médio é um dos focos.

A empresa Suzana Santos exporta seus calçados femininos para o Kuwait e está em contato com possíveis importadores nos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Omã. “Meu produto tem a ver com esses países. Acredito que há muito potencial [de mercado]”, afirma a gerente de exportação da indústria, Suzana dos Santos.

Para o Kuwait, a empresa chegou a vender há cerca de quatro anos e depois ficou alguns anos fora do mercado. A comercialização foi retomada recentemente e a Suzana Santos agora tem como clientes três distribuidores no país do Golfo. Os contatos com os outros países árabes foram feitos neste ano durante participação da empresa em duas feiras na Europa.

A gerente de exportação afirma que esses países do Oriente Médio gostam de calçados sintéticos, e o estilo e preço buscados também se encaixam no que a Suzana Santos oferece. A empresa produz calçados femininos em sintético de todos os modelos, desde as rasteirinhas até as sandálias altas, sapatilhas, meia-pata, plataformas, botas, entre outras.

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Apex-Brasil lança projeto de inserção de empresas lideradas por mulheres no mercado externo

publicado em 8 de março de 2016

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) lança nesta quarta-feira (9), durante evento em sua sede, em Brasília, o projeto Mulheres na Exportação. O programa tem o objetivo de inserir empresas lideradas por mulheres no mercado internacional e inclui parcerias institucionais, patrocínios e iniciativas próprias voltadas a sensibilizar e capacitar as empresárias e empreendedoras brasileiras em relação à exportação e atração de investimentos.

“O projeto pretende contribuir para o fortalecimento da inserção econômica das mulheres, ao mesmo tempo em que possibilita um aumento da base exportadora brasileira. A ideia é trabalharmos com ações inovadoras de promoção comercial para este segmento e desenvolvermos uma rede de apoio à mulher exportadora”, afirma o presidente da Apex-Brasil, David Barioni.

Durante o evento de lançamento, na sede da Agência, em Brasília, será assinado acordo com a Rede Mulher Empreendedora (RME), que prevê a capacitação de seis mil mulheres ao longo de dois anos, por meio de 24 edições do “Café com Empreendedoras” em 13 cidades e do 5º Fórum Empreendedora, a ser realizado em São Paulo, em setembro.

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