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Exportações têm custos tributários equivalentes a 6,45% de sua receita total

publicado em 10 de agosto de 2017

Apesar de proibida por lei, a tributação incidente sobre as cadeias produtivas das exportações já representa, em média, 6,45% das receitas obtidas pelo setor. O dado consta em uma pesquisa apresentada por José Roberto Afonso, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas. Ele participou da mesa de abertura do segundo dia do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), promovido pela Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB).

“Voltamos a cobrar impostos indiretos ao longo da cadeia produtiva. E quanto mais longa a cadeia, como é no Brasil, pior é esse problema. Não se devolve créditos acumulados no país, mesmo sendo um mecanismo previsto na nossa legislação. A tributação no início da cadeia é uma prática inconsistente frente às práticas internacionais”, afirmou.

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PREMIÈRE VISION NEW YORK TERMINA COM BONS RESULTADOS

publicado em 10 de agosto de 2017

Três marcas brasileiras participaram da edição de outono/inverno da Première Vision New York, realizada nos dias 18 e 19 de julho, na cidade de Nova Iorque (Estados Unidos). As empresas Elaiá, Kalimo e Savyon, participantes do Texbrasil – Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira, desenvolvido pela Abit em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) – voltaram para o Brasil com bons resultados em negócios.

Juntas, as marcas nacionais realizaram 152 contatos com países como Estados Unidos, Canadá, México e Colômbia, e fecharam negócios no valor de USD 47 mil durante o evento, com expectativa de vendas em torno de USD 1,3 milhão para os próximos 12 meses. Para a gerente de exportação do estúdio de estamparia Kalimo, Talita Khalifeh, a participação na feira foi muito boa, pois proporcionou à empresa rever clientes já conhecidos, além de trazer novos contatos. “Tivemos destaque na nossa linha de swim e activewear, e também na estamparia exclusiva”, contou Khalifeh.

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Para Marcos Pereira, onda protecionista não vai impedir crescimento das exportações brasileiras

publicado em 9 de agosto de 2017

Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços participou hoje do Enaex no Rio de Janeiro. O presidente Michel Temer também esteve presente

Durante a realização do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), no Rio de Janeiro, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, disse que, apesar da onda de protecionismo que ganha força no contexto internacional, o país vai continuar avançando na conquista de novos mercados. “Somos a nona economia do mundo, mas apenas o vigésimo quinto exportador. Estamos focados agora em levar o Brasil para o mundo. Não ficaremos mais restritos a nossos vizinhos da América Latina, muitas das vezes pouco democráticos”, destacou.

O ministro citou o saldo comercial recorde de US$ 42,5 bilhões da balança comercial, registrado no ano até julho, para reforçar que os números atuais comprovam o potencial exportador do país e são uma oportunidade de buscar novos rumos para o futuro do comércio exterior. “Estamos diante de um cenário de ampliação nas vendas para os principais mercados, como China, Estados Unidos, Argentina e União Europeia. Somente para a China, as exportações cresceram mais de 30%”, destacou

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Michel Temer defende no Enaex agenda de reformas para fortalecer as exportaçõe

publicado em 9 de agosto de 2017

Rio de Janeiro – O presidente Michel Temer defendeu a agenda de reformas do governo como fundamentais para impulsionar o comércio internacional no Brasil, em participação no Encontro Nacional do Comércio Exterior (Enaex). De acordo com Temer, as medidas estruturais contemplam uma agenda de competitividade que contribuirá para reduzir entraves nas exportações e importações.

“No comércio exterior, as reformas proporcionarão a desburocratização, assim como a modernização logística, e ampliação e abertura de mercados. Simplificar processos é essencial para nossos empreendedores produzirem e gerarem empregos”, disse.

O presidente ressaltou que, além de criar estímulos para a industrialização do país, também é prioridade do governo solucionar gargalos de infraestrutura, para agilizar processos nas vendas externas e aquisições das empresas brasileiras

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Enaex: governo anuncia medidas para reduzir custos de exportação

publicado em 9 de agosto de 2017

Iniciativas para facilitação de comércio serão uma das vertentes priorizadas pelo governo para reduzir custos de exportação no país, afirmou o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Abrão Árabe Neto. Segundo ele, a medida principal é a conclusão do Portal Único do Comércio Exterior, que reformula os processos de importação, exportação e trânsito aduaneiro.

A estimativa é que, até o fim de 2017, 100% das exportações ocorram pela ferramenta. Já as operações de importações estarão totalmente disponíveis pelo Portal até dezembro de 2018.

“Com o Portal, há um potencial de crescimento anual de 6% a 7% das exportações, e um incremento do PIB da ordem 1,5%. Nos aspectos operacionais, deverá reduzir 40% o tempo médio de importação e exportação. Atualmente, quase um terço das empresas que realiza vendas externas faz seus processos por meio do Portal”, disse Neto, em participação no primeiro painel do Encontro Nacional do Comércio Exterior (Enaex), que esse ano tem como tema “reduzir custos para exportar, industrializar e crescer”.

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HISTÓRIA DE SUCESSO: A GALINHA QUE CONQUISTOU O MUNDO

publicado em 9 de agosto de 2017

Pouca gente sabe, mas o setor audiovisual é uma força pujante na economia brasileira. Uma pesquisa encomendada pela Agência Nacional de Cinema em 2014 mostrou que este segmento da indústria chegou a gerar, naquele período, uma renda de R$ 24,5 bilhões, o que o colocava ao lado de outros setores mais conhecidos, como fabricação de celulose, produtos farmacêuticos, têxteis e equipamentos de informática e eletrônicos.

E se engana quem pensa que esse setor se limita aos serviços técnicos ligados à produção e pós-produção de vídeos. Desde 2013, o Brasil passou a exportar produtos acabados, com propriedade intelectual brasileira. O exemplo mais acabado dessa tendência é o da empresa Bromelia Produções, responsável pelo fenômeno da Galinha Pintadinha.

A história da empresa é conhecida. Em 2006, os sócios Juliano Prado e Marcos Luporini postaram no Youtube um inocente vídeo chamado Galinha Pintadinha. A ideia era usar a plataforma apenas para apresentar o personagem em uma reunião. Seis meses depois o vídeo havia batido a marca de 500 mil visualizações, um assombro à época.

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MANUAL SOBRE BARREIRAS COMERCIAIS E AOS INVESTIMENTOS

publicado em 9 de agosto de 2017

Para auxiliar as empresas brasileiras a lidarem com possíveis barreiras comerciais que possam afetar suas exportações e investimentos, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) criaram um manual que detalha o tema de forma didática e explicativa.

O manual explica o que são barreiras comerciais e aos investimentos e destaca a relevância do tema para o comércio exterior e para a atração de investimentos brasileiros. O documento detalha os diversos tipos de barreiras comerciais: tarifárias, não tarifárias e aos investimentos.

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Superbom inicia exportação para o Chile

publicado em 9 de agosto de 2017

Expectativa é que a atuação da companhia nesse mercado represente um acréscimo de 10% no faturamento até 2018

A Superbom, indústria alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis e com mais de 90 anos de atuação no mercado, inicia a exportação de todo o portfólio para o Chile. A primeira remessa, com itens de proteína vegetal, geleias, méis e sucos, já foi enviada ao país andino.

Segundo David Oliveira, gerente de marketing da Superbom, um trabalho minucioso foi realizado para viabilizar o processo, inclusive com pesquisas sobre o mercado e a cultura do consumidor chileno, fato que certamente garantirá o sucesso da iniciativa. “Iniciar essa operação no Chile é muito gratificante, já que o país é o segundo maior parceiro comercial do Brasil na América do Sul, tanto nas exportações como nas importações, e uma das principais economias do continente. Nossa projeção é que a atuação da Superbom nesse mercado represente um acréscimo de 10% no faturamento total da empresa até 2018”, afirma o executivo.

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MPEs TIPO EXPORTAÇÃO: MAIS INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

publicado em 8 de agosto de 2017

Exportar não é mais um sonho distante para as 30 micro e pequenas empresas que terminaram o segundo ciclo do projeto ICV Global, fruto de uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Foi um ano e meio de muito esforço, com oficinas de capacitação ministradas em diferentes estados do Brasil para que as empresas ganhassem competitividade e ficassem prontas para os desafios do mercado internacional. Todas as selecionadas possuem inovação e sustentabilidade em seu DNA. Maturidade exportadora, atributos do produto, comportamento empresarial, argumentos de venda e networking são alguns dos pontos trabalhados durante o projeto, que funciona como um programa de aceleração.

“Perdi completamente o medo de exportar. Antes eu achava que isso era só coisa de empresa grande, que não era para mim”, conta Oto Barreto, dono da Sanhaçu, uma cachaçaria de Pernambuco, cuja produção orgânica é totalmente movida a energia solar. “Mas descobri há muito mercado para a minha bebida lá fora. Essa semana estou enviando a primeira remessa de exportação para a Áustria. Tem quem valorize um produto como o meu, de qualidade e sustentável”, comemora.

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Exportações de calçados chegam a US$ 608 milhões no ano

publicado em 8 de agosto de 2017

Embora prejudicadas pela recente valorização do real frente ao dólar, as exportações brasileiras de calçados registraram incremento de 14,7% em valores gerados no comparativo entre janeiro e julho deste ano com o mesmo período de 2016. Nos setes meses foram embarcados 67,4 milhões de pares que geraram US$ 608 milhões. Em volume, o número é 1,3% maior do que o registro do ano passado, o que é explicado pela alta no preço médio do produto verde-amarelo (de quase 12%).

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, destaca que a valorização do real frente ao dólar tem tornado o preço do calçado brasileiro menos competitivo no exterior. “No Brasil, existe uma situação na qual o câmbio, muitos vezes, acaba sendo compensador para o nosso enorme custo de produção, trazendo algum ganho de competitividade no exterior. Em 2017, estamos convivendo com uma valorização da moeda nacional, o que é sintoma de uma economia mais saudável, mas o problema é que, como seguimos com um custo de produção elevado, terminamos por perder competitividade diante dos nossos competidores internacionais”, explica Klein, ressaltando que o preço médio do calçado brasileiro pulou quase US$ 2 entre 2016 e 2017.

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