Páscoa movimenta setor logístico com importação de pescados

publicado em 10 de janeiro de 2017

Apesar do elevado potencial pesqueiro do Brasil, 60% dos peixes que os brasileiros consomem são importados de outros países da América do Sul, Ásia e Europa. Por isso é intenso o movimento do segmento logístico nesse setor, principalmente nesta época do ano. “As importações se intensificam, visando a Páscoa, momento em que o pescado está muito presente nas refeições dos brasileiros. Os principais peixes importados são o salmão, do Chile; a polaca, pescada no Oceano Pacífico e processada na China; o peixe-panga, do Sudeste Asiático; e o bacalhau, pescado no Atlântico Norte”, revela Jailson Souza, Sales Manager da DC Logistics Brasil.

O transporte marítimo é feito com contêineres e caminhões refrigerados. Depois o produto é distribuído para diversas regiões do país. “É um processo minucioso e delicado já que estamos trabalhando com alimento perecível. Toda a nossa equipe fica atenta a cada detalhe no armazenamento adequado da carga para preservar a qualidade e garantir a segurança até o consumo do produto”, ressalta Jailson. O transporte dos peixes vindos da Ásia leva em torno de 30 a 40 dias, já os vindos da Europa podem chegar em 20 dias. A carga é trazida em um contêiner reefer com temperatura controlada e há a possibilidade de embarque do peixe in natura ou já processado.

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Com aumento 36,6%, exportação de açúcar é destaque na balança comercial do 2016

publicado em 9 de janeiro de 2017

Embarques do produto somaram US$ 10,4 bilhões, o equivalente a 28,93 milhões de toneladas

Apesar da soja ser o carro-chefe das vendas externas brasileiras, o açúcar chama a atenção da balança comercial do agronegócio no acumulado de 2016. O produto foi responsável por quase todo o montante do complexo sucroalcooleiro, com 92% do valor em vendas do setor (US$ 10,44 bilhões). Em comparação com 2015, houve crescimento de 36,6% em valor, em função do aumento da quantidade: de 24,01 para o recorde anual de 28,93 milhões de toneladas (+20,5%). Os dados foram divulgados pela Secretária de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nesta segunda-feira (9).

As exportações de álcool também tiveram expansão, passando de US$ 880,48 milhões em 2015 para US$ 896,34 milhões em 2016 (+1,8%). A despeito da queda na quantidade (-3,7%), o aumento no preço do produto (+5,7%), foi superior, o que levou ao crescimento das vendas em valor. As exportações do complexo sucroalcooleiro alcançaram a cifra de US$ 11,34 bilhões em 2016, o que representou incremento de 32,9% em comparação ao ano anterior.

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Balança comercial: primeira semana do ano registra superávit de US$ 222 milhões

publicado em 9 de janeiro de 2017

Saldo é resultado de exportações no valor de US$ 3,021 bilhões e importações de US$ 2,799 bilhões

A balança comercial brasileira registrou na primeira semana de janeiro de 2017, com cinco dias úteis, superávit de US$ 222 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,021 bilhões e importações de US$ 2,799 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana de janeiro de 2017 (US$ 604,2 milhões) com a de janeiro de 2016 (US$ 561,9 milhões), houve crescimento de 7,5%, em razão do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (51,4%), de US$ 92,6 milhões para US$ 140,2 milhões, por conta de açúcar em bruto, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, ouro em formas semimanufaturadas.

As vendas de manufaturados cresceram 1,4%, de US$ 216,8 milhões para US$ 219,9 milhões, por conta de suco de laranja não-congelado, veículos de carga, chassis com motor, laminados planos de ferro e aço, açúcar refinado e hidrocarbonetos.

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Florestas plantadas: qualidade do produto brasileiro é aval para exportar

publicado em 9 de janeiro de 2017

Com a queda do consumo no mercado doméstico, as empresas deste segmento têm conquistado o mercado externo, que vem sendo influenciado, principalmente, pela qualidade do produto brasileiro.

As florestas plantadas respondem por 91% da madeira produzida para fins industriais, no país.

O setor de florestas plantadas está entre poucos que tiveram condições para atravessar, com certo equilíbrio, o período desfavorável da economia brasileira. Com a queda do consumo no mercado doméstico, as empresas deste segmento têm conquistado o mercado externo, que vem sendo influenciado, principalmente, pela qualidade do produto nacional, como é o caso da celulose, reconhecida por sua excelência.

A análise é da presidente-executiva da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), Elizabeth Carvalhaes: “O ano de 2016 foi muito difícil para nosso setor, principalmente devido à retração do mercado doméstico. A falta de comprador e de clientes no cenário interno fez com que as empresas buscassem espaço em outros países, expandindo as suas fronteiras”.

De janeiro a novembro de 2016, os volumes exportados de celulose, painéis de madeira e papel apresentaram evolução na comparação com o mesmo período do ano passado, colaborando para o resultado positivo do saldo da balança comercial do setor, que superou US$ 6 bilhões (aumento de 2,3%) no período. Segundo a Ibá, a celulose contribuiu com US$ 4,8 bilhões (-0,1%), o papel com US$ 1,0 bilhão (+9,7%) e os painéis de madeira com US$ 220 milhões (+29,4%).

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Empresas brasileiras participam de feira de Laboratório em Dubai

publicado em 8 de janeiro de 2017

Empresas associadas à ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios) e que fazem parte do Projeto Brazilian Health Devices, executado pela entidade em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), participarão entre os dias 6 e 9 de fevereiro da MEDLAB, feira voltada totalmente para o setor de laboratório do Oriente Médio. Será o primeiro ano em que a MEDLAB irá acontecer fora da Arab Health, maior evento do setor de saúde do Oriente Médio, que ocorre no Centro de Convenções de Dubai.

A região dispõe de elevada renda per capita, população com alto índice de consumo, economia progressiva, baseada na liberalização e diversificação. As empresas brasileiras Bioclin, Biomedtech, DK Diagnostics, Indrel, Labtest, LB Diagnóstica e Lupetec terão a oportunidade de participar de uma importante plataforma de negócios em busca de novos mercados. As companhias apresentarão ao Oriente Médio reagentes de diagnóstico ou de laboratório, diagnóstico In Vitro, aparelhos e instrumentais para análises clínicas, testes laboratoriais, refrigeradores para laboratório e produtos para hematologia.

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Exportações de industrializados cresceram abaixo do esperado em 2016

publicado em 8 de janeiro de 2017

Segundo especialistas, plataformas de petróleo inflaram dados e desaquecimento econômico atrasa recuperação

As exportações brasileiras de produtos industrializados, com maior valor agregado, cresceram em 2016 na comparação com 2015. Esses bens, divididos em manufaturados e semimanufaturados, tiveram alta de 1,2% e 5,2% nas vendas, respectivamente, em relação ao ano anterior. Entre os produtos cujas vendas subiram estão carros, aviões, suco de laranja e açúcar. Mas, segundo especialistas consultados pela Agência Brasil, a elevação ficou aquém da expectativa.

O movimento de alta dos industrializados esteve na contramão do que ocorreu nas exportações em geral. Segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil, o total das vendas externas brasileiras caiu 3,5% no ano passado ante 2015. A queda foi puxada pelos produtos básicos, cujas exportações recuaram 9,6% em 2016 em relação ao ano anterior.

O principal motivo foi a queda nos preços das commodities (bens primários com cotação internacional), que fez com que esse tipo de produto rendesse menos aos exportadores brasileiros. Apesar da queda nas exportações, a balança comercial brasileira registrou, em 2016, superávit recorde de US$ 47,69 bilhões. Isso porque as importações caíram ainda mais que as vendas externas. Por causa da crise e da menor demanda por bens, as compras do Brasil no exterior recuaram 20,1%.

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Subsidiária halal da BRF começa a funcionar em Dubai

publicado em 6 de janeiro de 2017

Inicialmente batizada de Sadia Halal, agora de OneFoods, filial da indústria alimentícia em Dubai é responsável pelos mercados de países muçulmanos, principalmente árabes.

A indústria brasileira de alimentos BRF anunciou na quarta-feira (04) o início das operações da OneFoods, subsidiária da holding para o mercado de alimentos halal, aqueles que são produzidos de acordo com a sharia, a lei islâmica, voltados para o consumo de muçulmanos.

A OneFoods tem sede em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos e, segundo comunicado da BRF, “já nasce como a maior companhia halal de proteína animal do mundo”. O logotipo da nova empresa traz a lua crescente, um símbolo no mundo muçulmano, como sua imagem.

Em julho do ano passado, a multinacional havia anunciado a criação da subsidiária voltada ao mercado muçulmano como Sadia Halal. A OneFoods, no entanto, irá abarcar os produtos das marcas Sadia, Perdix, Confidence e Hilal. Estas marcas são vendidas diretamente pela empresa brasileira nos mercados da Arábia Saudita, Emirados, Catar, Bahrein, Kuwait, Omã, Iraque, Jordânia, Iêmen, Líbia, Líbano e Egito. Outros países árabes também compram os produtos da BRF por meio de distribuidores.

Com a criação da OneFoods, o nome da subsidiária substituirá o da BRF nas embalagens dos produtos das marcas mencionadas.

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MDIC implementa medidas de simplificação administrativa para melhorar ambiente de negócio

publicado em 5 de janeiro de 2017

Objetivo é reduzir prazos e custos para o setor produtivo

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços criou o Grupo de Trabalho de Simplificação Administrativa (GTSA) com o objetivo de propor medidas de aperfeiçoamento e simplificação de normas, ações e processos internos e de suas entidades vinculadas e supervisionadas.

Segundo o ministro Marcos Pereira, as medidas visam facilitar o ambiente de negócios e melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo MDIC e por suas autarquias vinculadas. De acordo com o secretário-executivo, Marcos Jorge, a eliminação de burocracias governamentais e a consequente facilitação de comércio por meio da redução de prazos e custos terá impacto positivo para o setor produtivo.

De 19 de setembro a 19 de dezembro de 2016, o GTSA levantou uma série de medidas que pudessem ser concretizadas em até 12 meses, sem prejuízo de outras medidas com maior prazo de implementação e transversais em outros órgãos. Buscou-se, assim, a realização de um trabalho com foco definido e entregas factíveis. O MDIC realizou ainda consulta pública e recebeu 202 propostas sobre simplificação administrativa.

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BNDES vai priorizar financiamentos com juros de 7,5% ao ano

publicado em 5 de janeiro de 2017

Presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques anunciou novas políticas operacionais e condições de financiamento que entram em vigor esta semana

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou hoje (5), no Rio de Janeiro, novas políticas operacionais e condições de financiamento que entram em vigor esta semana.

A prioridade passa a ser a de conceder maiores incentivos, com financiamentos mais favoráveis com Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) de 7,5% ao ano, a projetos de maior impacto para a sociedade, independentemente do setor. As novas políticas operacionais serão revisadas anualmente.

Segundo o banco, as novas diretrizes vão priorizar as áreas de saúde, educação, meio ambiente, micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), exportação, infraestrutura e inovação.
A expectativa do banco é de que as mudanças contribuam para o aumento da produtividade e competitividade das empresas, o crescimento econômico e a geração de empregos.

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Tecnologia brasileira para calçados e couro na Colômbia

publicado em 5 de janeiro de 2017

Fabricantes brasileiros de máquinas para calçados e couro estarão na Colômbia em fevereiro, com atividades do dia 6 ao dia 10. Com a economia em crescimento, a Colômbia atualmente é um dos países de maior interesse para as empresas brasileiras exportarem produtos e um dos mercados prioritários para este setor. A proximidade geográfica e cultural facilita o processo e, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores, o comércio bilateral entre o Brasil e a Colômbia cresceu 165% entre 2005 e 2014.

A ação na Colômbia será desenvolvida pela Associação Brasileira de Indústrias de Máquinas para Couro e Calçados (Abrameq), em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

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