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Exportações de carne bovina têm alta de 39,72% em outubro

publicado em 8 de novembro de 2017

As exportações brasileiras de carne bovina registraram alta de 39,72% no volume embarcado em outubro (144.615 toneladas), na comparação com o embarque realizado no mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

O faturamento com as negociações realizadas no mês girou em torno de US$ 605 milhões, o que representa um aumento de 38,11% em relação ao faturamento em outubro de 2016. O levantamento da Abiec aponta ainda que na comparação com setembro deste ano, as exportações registraram aumento de 6,74% em volume e 8,65% em faturamento.

Responsável pela compra de 35.766 toneladas de carne bovina, 67,22% a mais do que o negociado em outubro de 2016, Hong Kong continuou sendo o principal destino da carne produzida pelo Brasil. No mês passado, as negociações com a região geraram um faturamento aproximado de US$ 138 milhões, com alta de 73,11% em relação ao faturamento no mesmo período do ano anterior.

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AÇÕES INTERNACIONAIS GERAM QUASE US$ 200 MILHÕES PARA CALÇADISTAS EM 2017

publicado em 7 de novembro de 2017

As exportações de calçados foram infladas em US$ 195 milhões por conta de ações internacionais do programa Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido em parceria pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), ao longo de 2017. O resultado, que consta nos relatórios, é fruto de dez eventos, nove feiras e uma missão internacional (veja abaixo). De forma imediata, ou seja, de negócios realizados in loco, a soma é de US$ 41 milhões.

A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, explica que a expectativa de negócios, de quase US$ 200 milhões, soma as vendas alinhavadas durante as ações. “Esse número é cerca de 20% do total de exportações brasileiras de calçados, que devem somar cerca de US$ 1 bilhão em 2017”, comenta a gestora, que vê uma recuperação gradual nos embarques do setor, apesar da desvalorização recente da moeda norte-americana sobre o real, o que torna o produto nacional mais caro no exterior.

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Bons negócios internacionais marcam a quarta edição do Veste Rio

publicado em 6 de novembro de 2017

Um grupo de dez convidados internacionais desembarcou no Rio de Janeiro para acompanhar a 4ª edição do Veste Rio, uma das maiores plataformas de moda do país, que aconteceu entre os dias 25 e 29 de outubro. A convite dos programas de exportação de moda brasileira Texbrasil, da Abit, e Fashion Label Brasil, da ABEST, ambos em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), compradores e jornalistas conheceram as principais tendências da temporada Outono-Inverno 2017/2018 durante o evento, além de realizar uma agenda especial com visitas a marcas pela cidade.

Os compradores Ana Brito e Gloria Brito, da loja Fio D’Agua (Portugal), Daiane Rezende, da Bossa Concept (Estados Unidos), Bernardo Franca, da Fashion Clinic (Alemanha), Pamela Schiffer, da loja homônima (Reino Unido), Ana Maria Noble, da Romero Boutique (Uruguai), Georgios Galanis, da Monoi Project (Grécia) e Ignacia Echenique, da Enfit (Chile) voltaram para seus países com expectativas de negócios que ultrapassam US$ 1,13 milhão para os próximos 12 meses, somados aos US$ 545 mil em negócios realizados durante o salão.

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Brasil vai exportar ovos para a África do Sul

publicado em 6 de novembro de 2017

Primeira remessa do produto líquido e processado será enviada no fim deste mês. País já exporta para mais de 50 mercados

A Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu, na manhã desta segunda-feira (6), carta do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca da África do Sul (DAFF) informando que aquele país quer importar do Brasil ovos in natura (líquidos) e ovos processados (congelados). Carta recebida da África do Sul apresenta proposta dos Certificados Sanitários Internacionais (CSIs) para viabilizar as exportações brasileiras desses produtos.

O Brasil já exporta ovos para mais de 50 países, com remessas equivalentes a US$ 110 milhões em 2016. Segundo o Secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Odilson Luiz Ribeiro e Silva, “a demanda sul-africana pelos ovos e produtos à base de ovos do Brasil, são resultado de décadas de pesquisa, investimento e reconhecimento da excelência dos sistemas sanitário e produtivo brasileiro”. O primeiro embarque para o país deverá ocorrer entre o fim deste mês e o início de dezembro.

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Maggi diz que suspensão temporária da carne pela Rússia é procedimento comum

publicado em 4 de novembro de 2017

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, afirmou que a suspensão temporária das importações de carne bovina do frigorífico Mataboi, de Goiás, anunciada ontem pela Rússia, é uma medida normal. O ministro disse que, até o momento, as informações que detém são somente aquelas repercutidas pela mídia e que a medida é “coisa é do dia a dia”.

Segundo Maggi, o aumento de controle de qualidade pela Rússia não têm ligação com a Operação Carne Fraca. Ele disse que a pasta ainda não recebeu um comunicado oficial.

“Tudo que eu sei é pela imprensa. É absolutamente normal acontecer esse tipo de evento, com suspensão temporária ou, às vezes, mais prolongada, quando o importador detecta uma inconformidade”, disse o ministro, em áudio distribuído à imprensa.

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Brasil obtém aprovação para exportar leite e produtos lácteos para o Japão

publicado em 4 de novembro de 2017

A Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), recebeu na quarta-feira (1º) comunicado da abertura do mercado japonês para o leite e produtos lácteos do Brasil. A negociação demorou dois anos até a aprovação do Certificado Sanitário Internacional. Pelo certificado poderão ser exportados os produtos das áreas livres da febre aftosa com e sem vacinação. A confirmação foi oficializada pelo adido agrícola da embaixada do Brasil em Tóquio, Marcelo Mota

O Japão é o sétimo maior importador mundial de lácteos. Em 2016, o país asiático importou cerca de 62 mil toneladas de soro de leite em pó, 13 mil toneladas de manteiga, 258 mil toneladas de queijos e 201,5 mil toneladas de outros produtos lácteos (leite em pó desnatado, caseína, caseinatos, lactose, entre outros). Em 2016, o mercado japonês importou cerca de US$ 1,2 bilhão de produtos lácteos.

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Exportações para o Oriente Médio têm crescimento de 30%

publicado em 2 de novembro de 2017

As exportações brasileiras para o Oriente Médio cresceram 30,1% em outubro, comparadas com o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta quarta-feira (01). As vendas para o bloco somaram US$ 1,096 bilhão no mês e representaram 5,8% do total dos embarques do país.

Os produtos que puxaram esse aumento foram automóveis de passageiros, motores e turbinas para aviação, carne bovina, chassis com motor, bovinos vivos, minério de ferro, milho em grão, açúcar refinado soja em grão e café em grão.

Na mão contrária, o Brasil importou US$ 332 milhões em produtos dos países da região, um avanço de 20,3% sobre outubro de 2016. Os destaques foram petróleo bruto, ureia, cloreto de potássio, álcoois acíclicos e seus derivados halogenados, gás natural, superfosfatos, adubos e fertilizantes, querosene, polímeros plásticos, alumínio bruto, enxofre e chapas, folhas e tiras de plásticos.

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Superávit brasileiro chega a US$ 58,477 bilhões entre janeiro e outubro deste ano

publicado em 2 de novembro de 2017

MDIC prevê que saldo ficará entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões no ano

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou nesta quarta-feira o resultado da balança comercial nos dez primeiros meses do ano. Entre janeiro e outubro, as exportações somaram US$ 183,481 bilhões e as importações US$ 125 bilhões, números que resultaram em um superávit comercial recorde de US$ 58,477 bilhões. De acordo com o diretor de Estatísticas e Apoio à Exportação do MDIC, Herlon Brandão, a expectativa é fechar o ano com um saldo entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões.

O resultado de janeiro a outubro foi puxado, entre outros fatores, pelo crescimento nas exportações em 20%, na comparação com o mesmo período de 2016. Subiram tanto as quantidades comercializadas no mercado externo quanto os preços dos produtos.

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Balança comercial: recorde em outubro com US$ 5,2 bi de superávit

publicado em 1 de novembro de 2017

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 5,2 bilhões em outubro, o que representa um recorde para o mês desde o início da série histórica do governo, em 1989. O resultado representa também o nono recorde mensal consecutivo. Os dados foram divulgados hoje (1º) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

De janeira a outubro, o saldo entre exportações e importações tem superávit de US$ 58,5 bilhões. Trata-se do maior superávit da série histórica, tanto para os dez primeiros meses do ano quanto para anos fechados.
Minério

Ao todo, as exportações no mês de outubro totalizaram US$ 18,9 bilhões, com valor médio de US$ 989,9 milhões. Já as importações somaram US$ 13,7 bilhões, com média diária de US$ 651,2 milhões.

As exportações representam o quatro maior valor para meses de outubro, e as importações ocupam o oitavo maior resultado para o mês.

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Três acordos pendentes entre Brasil e Alemanha

publicado em 1 de novembro de 2017

Tratados são importantes para reduzir encargos sobre pagamentos de serviços e royalties, facilitar o intercâmbio de trabalhadores e permitir que estudantes e turistas alemães e brasileiros trabalhem no outro país por um período de um ano

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a BDI (Bundesverband der Deutschen Industrie), e apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), organiza o 35º Encontro Empresarial entre Brasil e Alemanha (EEBA), de 12 a 14 de novembro. Esse é o mais antigo mecanismo de discussão bilateral do setor industrial.

No encontro, o setor privado vai traçar caminhos para ampliar o fluxo de comércio e os investimentos entre os dois países, melhorar o ambiente de negócios e construir parcerias estratégicas. Para 2018, além da conclusão do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, a CNI entende que é importante avançar em três pontos estratégicos:
1. Convenção para Evitar a Dupla Tributação

A celebração de um novo acordo para evitar dupla tributação da renda entre Brasil e Alemanha é prioridade pela indústria para aumentar a segurança jurídica e a competitividade das empresas nos negócios bilaterais. Um levantamento feito pela CNI mostra que 64% das 25 maiores multinacionais brasileiras são afetadas pela falta de acordos de bitributação.

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