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Enaex: governo anuncia medidas para reduzir custos de exportação

publicado em 9 de agosto de 2017

Iniciativas para facilitação de comércio serão uma das vertentes priorizadas pelo governo para reduzir custos de exportação no país, afirmou o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Abrão Árabe Neto. Segundo ele, a medida principal é a conclusão do Portal Único do Comércio Exterior, que reformula os processos de importação, exportação e trânsito aduaneiro.

A estimativa é que, até o fim de 2017, 100% das exportações ocorram pela ferramenta. Já as operações de importações estarão totalmente disponíveis pelo Portal até dezembro de 2018.

“Com o Portal, há um potencial de crescimento anual de 6% a 7% das exportações, e um incremento do PIB da ordem 1,5%. Nos aspectos operacionais, deverá reduzir 40% o tempo médio de importação e exportação. Atualmente, quase um terço das empresas que realiza vendas externas faz seus processos por meio do Portal”, disse Neto, em participação no primeiro painel do Encontro Nacional do Comércio Exterior (Enaex), que esse ano tem como tema “reduzir custos para exportar, industrializar e crescer”.

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HISTÓRIA DE SUCESSO: A GALINHA QUE CONQUISTOU O MUNDO

publicado em 9 de agosto de 2017

Pouca gente sabe, mas o setor audiovisual é uma força pujante na economia brasileira. Uma pesquisa encomendada pela Agência Nacional de Cinema em 2014 mostrou que este segmento da indústria chegou a gerar, naquele período, uma renda de R$ 24,5 bilhões, o que o colocava ao lado de outros setores mais conhecidos, como fabricação de celulose, produtos farmacêuticos, têxteis e equipamentos de informática e eletrônicos.

E se engana quem pensa que esse setor se limita aos serviços técnicos ligados à produção e pós-produção de vídeos. Desde 2013, o Brasil passou a exportar produtos acabados, com propriedade intelectual brasileira. O exemplo mais acabado dessa tendência é o da empresa Bromelia Produções, responsável pelo fenômeno da Galinha Pintadinha.

A história da empresa é conhecida. Em 2006, os sócios Juliano Prado e Marcos Luporini postaram no Youtube um inocente vídeo chamado Galinha Pintadinha. A ideia era usar a plataforma apenas para apresentar o personagem em uma reunião. Seis meses depois o vídeo havia batido a marca de 500 mil visualizações, um assombro à época.

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MANUAL SOBRE BARREIRAS COMERCIAIS E AOS INVESTIMENTOS

publicado em 9 de agosto de 2017

Para auxiliar as empresas brasileiras a lidarem com possíveis barreiras comerciais que possam afetar suas exportações e investimentos, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) criaram um manual que detalha o tema de forma didática e explicativa.

O manual explica o que são barreiras comerciais e aos investimentos e destaca a relevância do tema para o comércio exterior e para a atração de investimentos brasileiros. O documento detalha os diversos tipos de barreiras comerciais: tarifárias, não tarifárias e aos investimentos.

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Superbom inicia exportação para o Chile

publicado em 9 de agosto de 2017

Expectativa é que a atuação da companhia nesse mercado represente um acréscimo de 10% no faturamento até 2018

A Superbom, indústria alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis e com mais de 90 anos de atuação no mercado, inicia a exportação de todo o portfólio para o Chile. A primeira remessa, com itens de proteína vegetal, geleias, méis e sucos, já foi enviada ao país andino.

Segundo David Oliveira, gerente de marketing da Superbom, um trabalho minucioso foi realizado para viabilizar o processo, inclusive com pesquisas sobre o mercado e a cultura do consumidor chileno, fato que certamente garantirá o sucesso da iniciativa. “Iniciar essa operação no Chile é muito gratificante, já que o país é o segundo maior parceiro comercial do Brasil na América do Sul, tanto nas exportações como nas importações, e uma das principais economias do continente. Nossa projeção é que a atuação da Superbom nesse mercado represente um acréscimo de 10% no faturamento total da empresa até 2018”, afirma o executivo.

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MPEs TIPO EXPORTAÇÃO: MAIS INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

publicado em 8 de agosto de 2017

Exportar não é mais um sonho distante para as 30 micro e pequenas empresas que terminaram o segundo ciclo do projeto ICV Global, fruto de uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Foi um ano e meio de muito esforço, com oficinas de capacitação ministradas em diferentes estados do Brasil para que as empresas ganhassem competitividade e ficassem prontas para os desafios do mercado internacional. Todas as selecionadas possuem inovação e sustentabilidade em seu DNA. Maturidade exportadora, atributos do produto, comportamento empresarial, argumentos de venda e networking são alguns dos pontos trabalhados durante o projeto, que funciona como um programa de aceleração.

“Perdi completamente o medo de exportar. Antes eu achava que isso era só coisa de empresa grande, que não era para mim”, conta Oto Barreto, dono da Sanhaçu, uma cachaçaria de Pernambuco, cuja produção orgânica é totalmente movida a energia solar. “Mas descobri há muito mercado para a minha bebida lá fora. Essa semana estou enviando a primeira remessa de exportação para a Áustria. Tem quem valorize um produto como o meu, de qualidade e sustentável”, comemora.

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Exportações de calçados chegam a US$ 608 milhões no ano

publicado em 8 de agosto de 2017

Embora prejudicadas pela recente valorização do real frente ao dólar, as exportações brasileiras de calçados registraram incremento de 14,7% em valores gerados no comparativo entre janeiro e julho deste ano com o mesmo período de 2016. Nos setes meses foram embarcados 67,4 milhões de pares que geraram US$ 608 milhões. Em volume, o número é 1,3% maior do que o registro do ano passado, o que é explicado pela alta no preço médio do produto verde-amarelo (de quase 12%).

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, destaca que a valorização do real frente ao dólar tem tornado o preço do calçado brasileiro menos competitivo no exterior. “No Brasil, existe uma situação na qual o câmbio, muitos vezes, acaba sendo compensador para o nosso enorme custo de produção, trazendo algum ganho de competitividade no exterior. Em 2017, estamos convivendo com uma valorização da moeda nacional, o que é sintoma de uma economia mais saudável, mas o problema é que, como seguimos com um custo de produção elevado, terminamos por perder competitividade diante dos nossos competidores internacionais”, explica Klein, ressaltando que o preço médio do calçado brasileiro pulou quase US$ 2 entre 2016 e 2017.

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PROGRAMA ABRAVA EXPORTA PARTICIPA DA FEIRA AHR 2018

publicado em 8 de agosto de 2017

O Programa Abrava Exporta, parceria da ABRAVA (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) convida empresas dos setores que representa a exporem seus produtos na AHR Expo 2018 – Exposição Internacional de Ar Condicionado, Aquecimento e Refrigeração, uma das principais feiras do setor HVAC-R dos Estados Unidos. O evento acontece em Chicago entre os dias 22 e 24 de janeiro. Adesões devem ser feita até o dia 20 de agosto.

Segundo a gestora do Programa, Leila Vasconcellos, “Por meio da participação das empresas brasileiras na Feira, muitas delas conseguiram novos distribuidores e outras se internacionalizaram através do mercado americano, demonstrando a importância da Feira para o setor HVAC-R brasileiro e a oportunidade de apresentar a tecnologia de seus produtos”.

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MAPA COMPLETO SOBRE FRUTAS NA CHINA

publicado em 8 de agosto de 2017

O mercado de frutas na China foi alvo de estudo de Inteligência Comercial da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Em 2015, o país importou US$ 5,2 bilhões em frutas. A preferência está nas frutas frescas, que deverão se manter como prioridade em relação às frutas secas e em conserva. Apesar das diferenças regionais e com o crescimento do varejo pela internet, a expectativa projetada para 2016-2019 é bastante positiva, já que quase a totalidade (98,3%) do consumo de frutas na China em 2015 foi de frutas frescas, o que abre oportunidades para produtores de frutas no hemisfério sul, inclusive o Brasil.

O consumo de melões e melancias foi de 45% das frutas frescas. As bananas também estão entre as principais frutas frescas consumidas na China e representaram 5,8% do volume total consumido em 2015. Além disso, existe forte demanda também por limões taiti e sicilianos, tanto pela indústria local como pelos consumidores domésticos.

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Balança comercial: primeira semana de agosto tem superávit de US$ 350 milhões

publicado em 7 de agosto de 2017

o ano, as exportações chegam a US$ 129,498 bilhões e as importações, a US$ 86,638 bilhões, com saldo positivo de US$ 42,860 bilhões

Com quatro dias úteis, a primeira semana de agosto teve superávit de US$ 350 milhões, resultado de exportações de US$ 3,027 bilhões e importações de US$ 2,677 bilhões. No ano, as vendas externas chegam a US$ 129,498 bilhões e as compras a US$ 86,638 bilhões, com saldo positivo de US$ 42,860 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana do mês (US$ 756,7 milhões) com a de agosto do ano passado (US$ 738,5 milhões), houve crescimento de 2,5%, em razão do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (11,1% , por conta, principalmente, de celulose, açúcar em bruto, catodos de cobre, madeira em estilhas, óleo de soja em bruto e semimanufaturados de ferro e aço) e de produtos básicos (4,8%, em razão de milho em grãos, minério de cobre, minério de ferro, carnes de frango, bovina e suína, farelo de soja).

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Queijo artesanal brasileiro : da informalidade à conquista de superprêmio na França

publicado em 7 de agosto de 2017

“Começamos a produzir queijo artesanal em 1992, mas foi somente em 1998 que começamos o primeiro processo em busca da habilitação sanitária. Na época, quase ninguém tinha conhecimento sobre a legislação”, conta Marli Leite, vencedora do Prêmio Superouro em festival na França. Foto: Divulgação

Produtores rurais de Sacramento, em Minas Gerais, Marli Leite e o marido, José Leite, percorreram um longo caminho até conquistarem a regularização para venda do queijo artesanal feito a partir de leite cru. Da produção informal na fazenda da família, passando pela habilitação sanitária até vencer o Prêmio Superouro, em um festival na França, em junho passado, foram exatamente 25 anos.

“Começamos a produzir queijo artesanal em 1992, mas foi somente em 1998 que começamos o primeiro processo em busca da habilitação sanitária. Na época, quase ninguém tinha conhecimento sobre a legislação”, lembra a produtora, conhecida em sua cidade, Sacramento, em Minas Gerais, como a “Mulher do Queijo”.

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