Exportações de calçados ultrapassam US$ 440 milhões no ano

publicado em 21 de junho de 2017

As exportações de calçados do mês de maio surpreenderam positivamente, chegando a mais de 9,5 milhões de pares e US$ 103 milhões, números superiores tanto em volume (13,6%) quanto em receita (44%) na relação com igual mês do ano passado. Entre janeiro a maio os calçadistas já somam 49 milhões de pares embarcados e US$ 441,4 milhões em receitas geradas, 1,1% mais em volume e 20% mais em cifras do que o registro de mesmo período de 2016.

Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, os dados ainda refletem as vendas realizadas no final do ano passado, quando a cotação US$/R$ estava mais favorável para a formação de preço. “Chamamos atenção, no entanto, que a discrepância entre o aumento em dólares e em volume exportado aponta para um incremento importante no preço médio do nosso calçado, ocasionado pela desvalorização do dólar, o que, evidentemente, não é salutar para os negócios internacionais”, aponta. Segundo o executivo, o preço médio do produto brasileiro no exterior, graças a valorização da moeda brasileira, aumentou mais de US$ 2 no comparativo entre maio do ano passado e o mês cinco de 2017 (de US$ 8,57 para US$ 10,86). “Para o restante do ano, a não ser que tenhamos resultados extraordinários na Francal, feira que lançará as coleções de primavera-verão em julho, seguimos prevendo um arrefecimento das exportações, especialmente ocasionado pela defasagem cambial – e a constante flutuação causada pela crise política”, conclui Klein.

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Temer: com reformas e melhora na economia, investir no Brasil é ganhar

publicado em 21 de junho de 2017

Presidente da República ressalta que agenda de reformas e busca de parceiros estrangeiros têm como objetivo o combate ao desemprego

Presidente participou do encerramento de seminário de investidores

Durante participação nesta terça-feira (20) no Seminário de Captação de Investimentos Russos no Brasil, em Moscou, o presidente da República, Michel Temer, afirmou que o governo criou um ambiente favorável para investimentos, com segurança jurídica, racionalidade econômica e qualidade dos serviços a serem oferecidos.

“Investir no Brasil é ganhar. Quem quiser ganhar hoje, investe no Brasil”, disse o presidente. Ao citar os primeiros leilões para concessão de rodovias, aeroportos e exploração de petróleo e minérios, Temer vê os resultados obtidos até o momento como “sinal de credibilidade e confiança” no governo brasileiro.

Para o presidente, investir hoje no Brasil é apostar em uma das maiores economias do mundo, que possui um grande mercado consumidor, parque industrial diversificado e recursos naturais vastos. “Quando nós vamos atrás dos investimentos, sejam nacionais ou estrangeiros, o que nós temos como objetivo é exata e precisamente o combate ao desemprego”, garantiu.

Somente neste ano, foram investidos mais de US$ 11 bilhões só no setor de infraestrutura – o que representa aumento de 500% em relação ao mesmo período de 2016. O investimento externo direto no Brasil, em 2017, já atingiu US$ 21,5 bilhões.

Reforma da Previdência

Em seu discurso, Temer afirmou esperar que a reforma da Previdência, em tramitação na Câmara dos Deputados, seja votada em primeiro turno antes do recesso parlamentar, previsto para meados de julho.

Com a aprovação da reforma, o presidente entende ficar mais próxima a missão de firmar as bases de um crescimento sustentado, com equilíbrio fiscal e agenda de produtividade. “Com nossa agenda de reformas, o Brasil entrou em nova etapa de desenvolvimento. Convidamos a Rússia a fazer parte deste momento”, completou Temer.

Fonte: Portal Planalto

Reuniões bilaterais em Moscou vão fortalecer indústria brasileira de calçados

publicado em 21 de junho de 2017

Rússia é uma das principais importadoras de calçados brasileiros. Entre janeiro e maio deste ano, o Brasil exportou mais de US$ 4 milhões em calçados para os russos

Temer participa de reuniões com autoridades e empresários russos

Assim que chegou à Rússia na manhã desta terça-feira (20), o presidente da República, Michel Temer, participou de uma série de reuniões com autoridades e empresários russos. Nas conversas entre hoje e amanhã (21), um dos tópicos de conversa será a exportação de calçados.

Entre janeiro e maio deste ano, o Brasil exportou mais de US$ 4 milhões em calçados para os russos. No início deste mês, a 5ª Missão Comercial Russa reuniu 34 marcas brasileiras de calçados em Moscou e resultou em quase 300 contatos com potenciais compradores internacionais, com expectativa de geração de mais US$ 4,12 milhões em negócios.

“A Rússia é um mercado tradicional comprador de calçados brasileiros, já trabalha com o Brasil há bastante tempo”, disse a gestora de projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Roberta Ramos.

Roberta destacou a atuação do escritório internacional da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), que financiou a ação para que a Rússia se torne um mercado mais importante ainda para o setor calçadista brasileiro.

Comércio Brasil-Rússia

A Rússia é um dos principais destinos das exportações de produtos agropecuários brasileiros, e os países têm a meta de elevar o intercâmbio bilateral ao patamar de US$ 10 bilhões anuais. O comércio bilateral somou US$ 4,3 bilhões no ano passado. Entre janeiro e maio de 2017, cresceu 42% em comparação ao mesmo período de 2016, atingindo US$ 2,1 bilhões.

Do Portal do Planalto

Brasil fica estagnado no Índice Global de Inovação

publicado em 20 de junho de 2017

País permanece na 69ª colocação no principal ranking de inovação do mundo. Entre os emergentes, apenas a China figura entre as 25 economias mais inovadoras. Suíça lidera o ranking pelo sétimo ano

O Brasil não melhorou seu desempenho em inovação e manteve a 69ª colocação no Índice Global de Inovação, divulgado no último dia 15, na Suíça, pela Universidade Cornell, a escola de negócios Insead e a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi). O ranking examinou dezenas de critérios para avaliar a perfomance de 127 países. Mesmo sendo a maior economia da América Latina e do Caribe, o Brasil ocupa apenas a 7º posição no ranking regional (dentre 18 países), sendo o Chile a nação mais inovadora da região.

Pelo sétimo ano seguido, a Suíça ocupa o topo da lista. Suécia, Países Baixos, Estados Unidos e o Reino Unido completam os cinco primeiros lugares do ranking. Países emergentes como Índia, Quênia e Vietnã apresentaram resultados superiores a economias com níveis semelhantes de desenvolvimento. A cada ano, o Índice Global de Inovação estuda diversos indicadores, desde registros de patentes, despesas em educação, instrumentos de financiamento, entre outros, para construir o ranking. Em 2017, o Brasil sediará pela primeira vez o Fórum do Índice Global de Inovação, no dia 27 de junho, primeiro dia do Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)

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Ministro Marcos Pereira afirma, na Rússia, que Brasil avança na reformulação de seus pilares econômicos

publicado em 20 de junho de 2017

Ministro participou do evento Investing in Brazil, em Moscou, que integra agenda oficial do governo brasileiro na Rússia

O Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, participou nesta terça-feira do evento Investing in Brazil em Moscou. No encontro, promovido pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção e Investimentos (Apex-Brasil), o governo brasileiro apresentou oportunidades de negócios em vários setores da economia nacional a empresários russos. O evento faz parte da agenda oficial do presidente Michel Temer.

“O Brasil está conseguindo avançar no processo de recondução de nossos pilares econômicos, por meio de reformas necessárias para melhorar o ambiente de negócios no país”, disse Marcos Pereira na abertura do painel “Ambiente de Investimentos no Brasil”, que contou também com a participação do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Vieira.

Para o ministro, é muito importante reforçar o discurso do compromisso com essa agenda, que vai colaborar com a recuperação da economia nacional, com consequente retomada dos índices de crescimento. Marcos Pereira disse aos investidores russos que a atuação do governo é pautada pela construção de um Estado menos intervencionista, que visa “fomentar o desenvolvimento de um ambiente transparente e de confiança institucional restaurada”.

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Maggi reforça importância da parceria com Hong Kong, principal importador de carne brasileira

publicado em 19 de junho de 2017

Em encontro com o secretário de Alimentos e Saúde, Ko Wing-man, ministro reafirmou qualidade do produto brasileiro

Em viagem à China, onde participou no fim de semana da 7ª Reunião de Ministros da Agricultura dos BRICS (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), visitou Hong Kong, região administrativa do país e principal importador de carnes do Brasil. No ano passado, o volume de negócios fechados do produto foi US$ 1,6 bilhão.

Blairo Maggi agradeceu a Ko Wing-man, secretário de Alimentos e Saúde de Hong Kong, a compreensão demonstrada no episódio da Operação Carne Fraca. “Foram muito propositivos e nos ajudaram muito naquele momento”, disse o ministro, acrescentando que a reação foi técnica e rápida por parte do governo de Hong Kong. “Queremos continuar parceiros”, afirmou o secretário.

O ministro explicou que o Mapa continua apoiando as investigações feitas pela Polícia Federal e que não houve problemas com a qualidade dos produtos. Mesmo assim, observou que os processos estão sendo reexaminados e que a sua orientação no ministério é dar transparência e reforçar os controles. Disse ainda que, na semana anterior à viagem à China, esteve reunido no Ministério do Planejamento para falar sobre a ampliação de investimentos em tecnologia e em pessoal.

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Balança comercial: superávit de US$ 1,36 bilhão na terceira semana de junho

publicado em 19 de junho de 2017

Na terceira semana de junho de 2017, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,363 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 3,869 bilhões e importações de US$ 2,506 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 10,279 bilhões e as importações, US$ 6,693 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,585 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 98,205 bilhões e as importações, US$ 65,596 bilhões, com saldo positivo de US$ 32,609 bilhões.

A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 967,3 milhões, 5,6% acima da média de US$ 915,6 milhões até a segunda semana, em razão do crescimento nas exportações de produtos básicos (17,3%), por conta de petróleo em bruto, carnes de frango e bovina, minério de ferro, fumo em folhas, soja em grão; e manufaturados (3,7%), em razão, principalmente, de automóveis de passageiros, torneiras, válvulas e partes, máquinas e aparelhos para terraplanagem, fio-máquina, barras de ferro e aço e tratores.

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Mercosul retoma negociações comerciais

publicado em 19 de junho de 2017

União Europeia, Canadá e países latino-americanos estão entre as prioridades da agenda. Em 2016, as exportações brasileiras para a União Europeia alcançaram US$ 33,8 bilhões, ficando praticamente estáveis em relação aos US$ 33,9 bilhões exportados no ano anterior, mas com uma pequena queda em relação aos US$ 42 bilhões vendidos em 2014< Governo brasileiro espera fechar acordo comercial entre União Europeia e Mercosul até o começo do próximo ano

Depois de obter um superávit de US$ 47 bilhões na balança comercial em 2016, o maior já registrado na série histórica iniciada em 1980, o governo brasileiro busca, agora, fazer novos acordos comerciais e ampliar antigas parcerias. A expectativa da equipe do presidente Michel Temer é que um acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul seja concluído no começo do próximo ano. Os dois blocos comerciais já fizeram ofertas de redução de barreiras comerciais e a avaliação do governo e do setor privado é que um acordo hoje está mais próximo, uma vez que há mais interesse político e econômico na conclusão das negociações.

As conversas entre o Mercosul e a União Europeia para a redução de barreiras comerciais se arrastam há quase 20 anos. Começaram em 1999, mas foram interrompidas em 2004, após uma troca malsucedida de ofertas por parte dos dois blocos. As conversas foram retomadas em 2010 e, apesar das diversas rodadas de negociações, estavam praticamente paradas até o ano passado, quando a assinatura de novos acordos comerciais parece ter voltado efetivamente para a pauta externa brasileira. Na avaliação dos interlocutores que participam das negociações, agora há maior suporte político dos países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela) e dos membros da União Europeia (UE) para levar adiante as conversas entre os dois blocos econômicos.

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Árabes compram 30% de lácteos exportados pelo Brasil

publicado em 19 de junho de 2017

Empresas de laticínios exportaram o equivalente a US$ 15 milhões a países árabes de janeiro a maio deste ano. Região é a segunda maior importadora de produtos lácteos brasileiros.

As empresas de laticínios que integram a Viva Lácteos – Associação Brasileira de Laticínios exportaram o equivalente a US$ 15 milhões aos países árabes de janeiro a maio deste ano. O valor representa 30% do faturamento das exportações feitas pelas companhias da entidade no período.

A Viva Lácteos conta com 36 empresas, das quais 11 são exportadoras. De acordo com Gustavo Beduschi, assessor técnico da entidade, as vendas externas destas companhias representam praticamente a totalidade do que é embarcado de lácteos do Brasil ao exterior.

Segundo Beduschi, cinco empresas da associação exportam a nações árabes. Nos cinco primeiros meses deste ano, elas embarcaram 6,521 mil toneladas de produtos a países do Oriente Médio e Norte da África. Essa quantidade equivale a 37% do volume exportado pelo setor.

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Brasil vai assinar acordo para acelerar exportações para Rússia

publicado em 19 de junho de 2017

Protocolo torna mais rápido o desembaraço aduaneiro de produtos brasileiros. Processos serão reduzidos de mais de um dia para cinco minutos

E mais de 2,7 mil produtos brasileiros podem se beneficiar de preferências tarifárias oferecidas pelo sistema russo

Com o objetivo de aumentar e tornar mais eficaz as exportações para a Rússia, o governo brasileiro vai assinar na próxima quarta-feira (21) um protocolo para tornar mais rápido o desembaraço aduaneiro de produtos brasileiros que utilizam o Sistema Geral de Preferências (SGP) russo.

Atualmente, mais de 2,7 mil produtos brasileiros podem se beneficiar de preferências tarifárias oferecidas pelo SGP russo, o que alcança mais de 50% das exportações brasileiras para aquele mercado. Acompanhado de ministros, o presidente da República, Michel Temer, estará na Rússia em viagem oficial entre terça (20) e quarta-feira.

“Com o novo sistema, a autoridade russa deverá gastar, em média, cinco minutos. Dessa forma, o tempo de entrada de nossas exportações será reduzido de maneira significativa”, disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, que fará parte da comitiva presidencial.
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