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		<title>Exportações crescem menos devido à crise internacional</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:29:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De Sérgio Motta * O diretor de Competitividade da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, André Favero, em conferência no Rio, mostrou que não há mais como se fugir dos efeitos da crise. Em 2011, o Brasil movimentou US$ 482 bilhões no seu comércio exterior, com alta de 26,8% nas exportações e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>De Sérgio Motta *</em></p>
<p>O diretor de Competitividade da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, André Favero, em conferência no Rio, mostrou que não há mais como se fugir dos efeitos da crise. Em 2011, o Brasil movimentou US$ 482 bilhões no seu comércio exterior, com alta de 26,8% nas exportações e 24,5% nas importações, em relação ao ano anterior. Já em 2012, embora se deve superar a marca de US$ 500 bilhões, a expansão na movimentação será bem mais modesta, segundo previsão oficial. Tanto importações como exportações devem crescer entre 4% e 5%. Em comparação com o ritmo anterior, é uma queda brusca. Fávero destacou que o Departamento de Competitividade foi criado há apenas um ano e reflete a preocupação do governo não só com itens básicos &#8211; como existência de portos, estradas e ferrovias &#8211; mas também com aplicação de normas inteligentes aos processos de comércio exterior.</p>
<p>Embora 17 órgãos governamentais atuem nos portos, o governo quer criar a janela única, ou seja, um guichê onde se possa cuidar de todos os assuntos, com base de dados integrada. Admitiu ser comum um exportador ter de preencher formulários praticamente iguais para diversos órgãos de governo e um não querer saber se o outro já o tem. &#8220;Hoje há uma parafernália de documentos&#8221;, afirmou. Em certos casos, como ocorre com importação de artigos químicos, o empresário tem de comprovar, para três órgãos diferentes, que não há efeito nefasto para os humanos (Anvisa), para os animais (Agricultura) e para o ambiente (Ibama), o que caracteriza burocracia excessiva.</p>
<p>Em geral, demora 15 dias para se fechar uma importação e 11 dias para uma exportação, e o Ministério do Desenvolvimento enviou sugestões de simplificação à Casa Civil, com base no que foi adotado por México, Chile e Colômbia. Além disso, o empresário Jorge Gerdau Johanpeter está pressionando a presidente Dilma a simplificar processos. Deseja-se que, antes da chegada da mercadoria ao porto, os órgãos federais já disponham de todos os dados sobre o embarque ou desembarque. O programa Porto Sem Papel, da Secretaria Especial de Portos, é considerado um avanço, mas seu efeito ainda é limitado. No caso de se desejar fazer uma inspeção à carga, entidades como Receita Federal ou Anvisa terão de realizar isso no mesmo momento e não, como hoje, quando convier a cada uma das entidades. A Receita promete criar uma Central de Gerenciamento de Riscos. A meta do governo é a de reduzir os prazos burocráticos para cinco dias na importação e três na exportação. </p>
<p><em>* Colunista do jornal MONITOR MERCANTIL</em></p>
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		<title>Macy&#8217;s realiza campanha promovendo o Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A rede de lojas de departamento norte-americana Macy’s lançou nesta terça-feira (15), em Nova Iorque, a campanha &#8220;Brasil: A Magical Journey&#8221;, que conta com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O objetivo da Agência com a iniciativa é trabalhar o posicionamento de imagem dos produtos brasileiros de setores como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A rede de lojas de departamento norte-americana Macy’s lançou nesta terça-feira (15), em Nova Iorque, a campanha &#8220;Brasil: A Magical Journey&#8221;, que conta com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O objetivo da Agência com a iniciativa é trabalhar o posicionamento de imagem dos produtos brasileiros de setores como moda e design junto ao consumidor norte-americano.</p>
<p>A promoção irá apresentar ao público nova-iorquino um pouco da cultura, dos sons e dos sabores do Brasil. Serão realizadas apresentações de bossa nova, samba e capoeira, além de shows dos renomados cantores Bebel Gilberto e Sérgio Mendes. Também haverá uma exibição de arte com trabalhos de 27 artistas plásticos brasileiros e a presença de atores  de Televisão.  O chef de cozinha Felipe Bronze será responsável pelas delícias oferecidas na festa.</p>
<p>A Apex-Brasil desenvolveu a marca Be Brasil, que será apresentada ao público norte-americano nesta campanha e continuará sendo usada em futuras ações de promoção comercial naquele país. A comunicação com o público será realizada por meio de atividades culturais, apresentando a música, as artes gráficas e visuais, a gastronomia e o design brasileiros.</p>
<p><span id="more-2441"></span></p>
<p>Na campanha “Brasil, a Magical Journey”, 18 empresas dos setores de moda, beleza e economia criativa estão apresentando ao público dos Estados Unidos produtos diferenciados e de altíssima qualidade. “Utilizamos esta oportunidade para ampliar a presença brasileira no mercado norte-americano por meio da sensibilização desse consumidor, o que certamente abrirá espaço a novos negócios para essas empresas brasileiras e também para outras que incluam o ingresso no mercado dos Estados Unidos em sua estratégia de exportação”, explica Mauricio Borges, presidente da Apex-Brasil.</p>
<p>Os Estados Unidos são alvo de ações diversificadas de promoção de exportações e de atração de investimentos da Apex-Brasil. O país é o maior importador mundial e o segundo maior parceiro comercial do Brasil. “Esta ação é importante para reforçar junto ao consumidor norte-americano a qualidade do produto brasileiro, que reúne atributos como alto grau de inovação, alta tecnologia e design diferenciado”, afirma Mauricio Borges. “Nossos estudos de inteligência comercial identificam oportunidades de negócios nos Estados Unidos para empresas brasileiras de todos os segmentos apoiados pela Apex-Brasil”.</p>
<p>“Estamos honrados em ter a Apex-Brasil como um de nossos principais parceiros neste tributo da Macy’s ao Brasil”, disse Martine Reardon, CMO da Macy’s. “A Apex-Brasil nos ajudou a desenvolver a estratégia para promover o Brasil em nossas 800 lojas de modo a refletir o dinamismo do Brasil moderno, trazendo mais profundidade e abrangência à campanha e dando acesso a recursos e talentos para garantir o máximo de autenticidade”.</p>
<p>“Apresentamos, pela primeira vez, uma atividade de promoção de outro país que celebra arte e moda por meio de uma campanha de marketing e mercadorias e, simultaneamente, traz o exotismo de terras distantes para o ambiente interno das lojas. A influência do Brasil no mercado global e a riqueza cultural das comunidades artísticas, musicais, culinárias e de moda desse país serviram de inspiração para que as lojas da rede criassem um ambiente interno singular e comemorativo, cativando a imaginação dos nossos clientes locais e internacionais”, conclui Martine.</p>
<p>Presença no mercado norte-americano</p>
<p>Desde 2005, a Apex-Brasil mantém um Centro de Negócios (CN) em Miami para atendimento e apoio às empresas brasileiras. O CN oferece soluções em inteligência comercial, promoção de negócios e apoio à instalação local (com serviços voltados à identificação de oportunidades e ao suporte à realização de reuniões de negócios) para que as empresas brasileiras tenham êxito no mercado norte-americano.</p>
<p>O Projeto Fórmula Indy é um exemplo de ação inovadora de promoção de negócios realizada nos Estados Unidos. Desde 2009, a Apex-Brasil utiliza o ambiente das corridas da categoria mais importante do automobilismo norte-americano para promover encontros de negócios e ações de divulgação de produtos e serviços brasileiros. A geração de negócios para as empresas participantes vem crescendo a cada ano. Em 2009, o valor estimado ficou em US$ 340 milhões, número que passou para US$ 589 milhões em 2010 e US$ 897,6 milhões em 2011. O evento também tem contribuído para consolidar a imagem do Brasil como líder mundial na produção de energia limpa e renovável, por meio do fornecimento do etanol de cana-de-açúcar como combustível para todos os carros competidores nas temporadas de 2009, 2010 , 2011 e 2012.</p>
<p>As ações de atração de investimentos estrangeiros diretos desenvolvidas pela Apex-Brasil nos Estados Unidos estão focadas nos setores de semicondutores, aeroespacial, soluções ambientais (nas quais se incluem energias renováveis e tratamento de resíduos sólidos), petróleo e gás e hotelaria e fundos de investimentos imobiliários (real estate). Os Estados Unidos concentram uma extensa rede de indústrias inovadoras e sedes de empresas desses setores considerados estratégicos, e a Agência organiza eventos para formadores de opinião e investidores, nos quais apresenta as potencialidades do Brasil. Diversas empresas norte-americanas atendidas pela Apex-Brasil já concretizaram investimentos no Brasil, a exemplo da GE e da IBM, que estão implantando centros de pesquisa e desenvolvimento no país.</p>
<p><em>Da Apex-Brasil</em></p>
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		<title>Maio registra fluxo cambial negativo em US$ 639 milhões, até dia 11</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O saldo da entrada e saída de dólares do país, o fluxo cambial, ficou negativo em US$ 639 milhões, em maio, até o dia 11, informou hoje (16) o Banco Central (BC). O resultado dos oito dias úteis foi puxado pelo segmento financeiro (investimentos em títulos, ações, remessas de lucros e dividendos ao exterior, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O saldo da entrada e saída de dólares do país, o fluxo cambial, ficou negativo em US$ 639 milhões, em maio, até o dia 11, informou hoje (16) o Banco Central (BC). O resultado dos oito dias úteis foi puxado pelo segmento financeiro (investimentos em títulos, ações, remessas de lucros e dividendos ao exterior, entre outras operações), que ficou negativo em US$ 2,402 bilhões. O segmento comercial (operações relacionadas a exportações e importações) registrou saldo positivo de US$ 1,763 bilhão.</p>
<p>De janeiro até 11 de maio, o saldo do fluxo cambial ficou positivo em US$ 24,677 bilhões, ante US$ 44,216 registrados em igual período de 2011. Os dados preliminares deste ano mostram ainda que o segmento financeiro registrou saldo positivo de US$ 5,454 bilhões e o comercial, de US$ 19,223 bilhões.</p>
<p>Os dados divulgados hoje pelo BC também apontam que as compras de dólares no mercado à vista elevaram as reservas internacionais em US$ 63 milhões, em maio. Neste mês, essa elevação ocorreu somente no dia 2. </p>
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		<title>Navios esperam até 40 dias para atracar em Paranaguá</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:17:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um congestionamento acumula navios na costa do Paraná. Eles aguardam uma vaga para atracar no porto de Paranaguá (a 98 km de Curitiba), principal ponto de embarque e desembarque de grãos da América Latina. A espera vai de 20 a 40 dias. No fim de semana, havia cerca de 50 navios aguardando na fila. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um congestionamento acumula navios na costa do Paraná. Eles aguardam uma vaga para atracar no porto de Paranaguá (a 98 km de Curitiba), principal ponto de embarque e desembarque de grãos da América Latina. A espera vai de 20 a 40 dias. No fim de semana, havia cerca de 50 navios aguardando na fila.</p>
<p>A Appa, autarquia do governo do Estado que administra o terminal, afirma que a combinação entre bons preços no mercado de commodities, dólar valorizado e condições meteorológicas desfavoráveis causam a fila, que “não é habitual”. Segundo a administração, a fila pode ser reduzida “rapidamente”.</p>
<p>“Fila de navios é assunto tradicional em Paranaguá”, rebate Nilson Camargo, assessor técnico-econômico e especialista em infraestrutura de transporte para o agronegócio da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep). “Elas se agravam nessa época de pico na exportação de granéis, mas são comuns o ano todo.”</p>
<p>A causa do problema é conhecida. “A infraestrutura não acompanhou a demanda. Em 1990, Paranaguá movimentou cerca de 13 milhões de toneladas de cargas. Em 2011, foram 41 milhões de toneladas. E o porto é exatamente o mesmo, com o agravante de que os equipamentos se depreciaram nesse período”, diz Camargo.</p>
<p><span id="more-2437"></span></p>
<p>    “Se há espera, há deficiência, não há dúvida. Investimentos em infraestrutura chegam muito depois da demanda”, diz João Gilberto Cominese Freire, diretor do Sindop, sindicato que representa os operadores portuários (empresas que fazem carga e descarga), e presidente do conselho de administração da Rocha Terminais Portuários e Logística.</p>
<p>    “Em Paranaguá, faltam investimentos em dragagem, vias de acesso, readequação de equipamentos, que são antigos. Os equipamentos do corredor de exportação [de graneis] têm quase 40 anos”, declara Freire.</p>
<p>    Camargo também reclama de deficiência da aparelhagem. “Os guindastes do corredor de exportação movimentam 800 toneladas por hora, muito abaixo da capacidade nominal de 1.500 toneladas. Eles são velhos, obsoletos. Precisamos de mais cais, e de mais profundidade nos pontos de atracação. Como hoje ela é pequena, os navios precisam sair com menos carga. Mas o custo do frete é o mesmo”, afirma Camargo.</p>
<p>    O resultado da combinação entre alta demanda e infraestrutura deficiente são as filas. “Hoje, um navio espera, em média, 20 dias até haver espaço para atracar. Mas a demora pode chegar a 40 dias”, diz o analista da Faep.</p>
<p>    A situação é mais crítica na exportação de soja, milho e açúcar e no desembarque de fertilizantes.</p>
<p>    Operadores e embarcadores acabam tendo de pagar uma multa aos armadores (donos dos navios) pelo atraso nas operações. “Em 2011, pagaram-se em Paranaguá US$ 115 milhões em multas apenas na importação de fertilizantes. É um número muito considerável. Com esse dinheiro, poderia se fazer um corredor de exportação novo”, diz Freire.</p>
<p>    A solução para o problema depende de investimentos. “A Appa não tem dinheiro para isso. Dependemos de recursos federais”, diz o analista da Faep.</p>
<p>    Freire é mais otimista. “Vemos, pela primeira vez em alguns anos, esforço em resolver os problemas que existem há décadas. Os governos estadual e federal são cientes dos problemas de Paranaguá, que se arrastam por décadas. Mas as soluções vêm a passos muitos lentos, pois governos têm limitações e burocracia. Mas há, ao menos, boa comunicação entre Curitiba e Brasília.”</p>
<p>    Foto: Navios enfrentam congestionamento no porto de Paranaguá (PR) e aguardam de 20 a 40 dias para atracar. A administração culpa o mercado aquecido e as chuvas e diz que a fila “não é habitual”. <em>(Heuler Andrey/UOL)</em></p>
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		<title>Brasil caiu de posição no ranking mundial de logística</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 10:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil caiu de posição no ranking mundial de desempenho em logística para o comércio, de acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira (15) pelo Banco Mundial. O País passou do 41º lugar na lista anterior, publicada em 2010, para o 45º na atual. O levantamento foi feito com cerca de mil operadores internacionais do setor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil caiu de posição no ranking mundial de desempenho em logística para o comércio, de acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira (15) pelo Banco Mundial. O País passou do 41º lugar na lista anterior, publicada em 2010, para o 45º na atual. O levantamento foi feito com cerca de mil operadores internacionais do setor e contém informações sobre 155 países.</p>
<p>O recuo brasileiro nesta terceira edição do relatório ocorreu depois de um avanço da 61ª para a 41ª posição na primeira, em 2007, para a segunda, em 2010. O País foi especialmente mal no quesito “alfândega”, um dos indicadores que compõem o ranking. Nessa seara, o Brasil ficou no 78º lugar e somou 2,51 pontos. A pontuação vai de 1 (pior) a 5 (melhor).</p>
<p>Entre os 10 países de “renda média-alta” com melhores performances em logística, o Brasil ficou na 9ª colocação, à frente apenas do México. Dessas nações, somente o Brasil e a Tailândia caíram no ranking de 2012. África do Sul, China, Turquia, Bulgária, Chile, Tunísia e México subiram, enquanto que a Malásia manteve a mesma posição.</p>
<p><span id="more-2435"></span></p>
<p>Segundo François Arvis, um dos autores do estudo, não há explicação simples para a mudança de colocação do Brasil, mas provavelmente outras nações progrediram mais nessa seara, ao passo que o País ainda luta para melhorar seus portos e sistema aduaneiro sob a pressão de um comércio e economia crescentes.</p>
<p>Compõem os indicadores, além da questão alfandegária, dados sobre infraestrutura, fretes domésticos, qualidade e competência em logística, rastreamento e localização e pontualidade. A nota média do Brasil ficou em 3,13, contra 4,13 de Cingapura, que ocupa o primeiro lugar na lista.</p>
<p>Distância</p>
<p>Uma das principais conclusões da pesquisa é que de 2010 a 2012 não houve diminuição da distância que separa os países com piores performances daqueles com as melhores, sendo que de 2007 a 2010 essa diferença havia diminuído. Além disso, caiu o ritmo de crescimento do setor como um todo. “Acreditamos que isso seja [resultado] da recessão global”, disse Mona Haddad, gerente setorial do Departamento de Comércio Internacional do Banco Mundial, em vídeo veiculado no site da organização.</p>
<p>De acordo com o relatório, tal estagnação “provavelmente” reflete uma mudança de foco dos governos frente à crise financeira e, mais recentemente, à crise na Zona do Euro. As reformas na área de logística deixaram de ser prioridade e a diminuição do avanço do indicador relativo aos procedimentos alfandegários “pode refletir um interesse não usual na arrecadação de receitas em detrimento da facilitação do comércio”.</p>
<p>Haddad ressaltou que a logística é essencial para a competitividade das nações. “As empresas podem produzir bens de maneira muito eficaz, com preços muito bons, mas elas perdem essa vantagem competitiva quando enviam seus produtos para outro país, por causa de ineficiências no transporte”, declarou.</p>
<p>Nações ricas ocupam as primeiras colocações no ranking, ao passo que as mais pobres estão nas últimas. Para Haddad, os investimentos em infraestrutura são o principal motor do desenvolvimento em logística nos países mais bem avaliados, e todos eles mostram “forte cooperação entre os setores público e privado”.</p>
<p>O banco destaca que países que implementaram “reformas agressivas” na área de logística continuaram a melhorar sua pontuação. Como exemplos, são citados Chile, China, Índia, Marrocos, África do Sul, Turquia e Estados Unidos.</p>
<p>Árabes</p>
<p>O Marrocos, nação árabe do Norte da África, por exemplo, saltou de do 113º lugar, em 2007, para 50º, em 2012, ao “adotar uma estratégia abrangente para ampliar sua logística e conectividade e tirar vantagem da proximidade com a Europa”. Para tanto, o país reformou o controle de fronteiras e fez investimentos pesados em infraestrutura no porto Tanger-Med. Isso, segundo o estudo, fortaleceu a capacidade de exportação para “pronta entrega” de mercadorias ao mercado europeu, especialmente de têxteis, eletrônicos e autopeças.</p>
<p>Outros países árabes melhoraram suas posições no ranking, como a Tunísia, que passou da 61ª em 2010 para a 41ª em 2012, Egito (92ª para 57ª) e Iêmen (101ª para 63ª). Os Emirados Árabes Unidos são o país da região mais bem colocado no ranking, em 17º lugar, seguido do Catar (33º) e da Arábia Saudita (37º).</p>
<p>O relatório aponta ainda que a logística é importante para a segurança alimentar, ao passo que ela afeta o preço e a disponibilidade dos alimentos. Essa questão é especialmente sensível no Oriente Médio e na África, regiões que dependem das importações. </p>
<p>Da <a href="http://www.anba.com.br">www.anba.com.br</a></p>
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		<title>Brasil e Argentina querem resolver problemas comerciais em até quatro meses</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 23:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os problemas comerciais entre o Brasil e a Argentina devem ser resolvidos em até 120 dias. O prazo foi estabelecido nesta terça-feira (15) durante reunião entre os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e da Argentina, Héctor Timerman. Segundo Patriota, a partir da primeira semana de junho serão retomadas as reuniões regulares da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas comerciais entre o Brasil e a Argentina devem ser resolvidos em até 120 dias. O prazo foi estabelecido nesta terça-feira (15) durante reunião entre os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e da Argentina, Héctor Timerman. Segundo Patriota, a partir da primeira semana de junho serão retomadas as reuniões regulares da Comissão de Monitoramento de Comércio Bilateral e do Comitê Automotivo. “Foi firmado um compromisso de examinarmos com cuidado os pleitos argentinos e a Argentina examinar com cuidado os pleitos brasileiros”, disse.</p>
<p>Entre as reivindicações argentinas estão a facilitação do acesso ao mercado brasileiro de uvas, uva passa, camarão, frutas cítricas e medicamentos. Já o Brasil espera eliminar as barreiras para a exportação de carne suína. “A ideia é ajudar a reduzir o déficit comercial que a Argentina tem com o Brasil. Existem muitos produtos que Brasil poderia importar da Argentina de forma conveniente”, ressaltou Timerman.</p>
<p>Desde o início do ano, o governo argentino tem adotado medidas para dificultar a importação de produtos brasileiros. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações brasileiras para a Argentina caíram 27,1% em abril em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p><span id="more-2433"></span></p>
<p>Em contrapartida, o governo brasileiro aumentou a lista de produtos argentinos perecíveis que vão passar pelo regime de licenciamento não automático, e podem ficar retidos por até 60 dias antes de entrar no país.</p>
<p>O ministro argentino defendeu que os dois países enfrentem juntos o cenário de dificuldades na economia internacional. Ele garantiu que os problemas de importação de carne de porco serão resolvidos em poucos dias, como forma de demonstrar a decisão política de resolver todos os problemas comerciais entre os dois países. “Quando há uma decisão política de resolver um tema econômico, ele pode ser resolvido”.</p>
<p>No entanto, o ministro de Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, condicionou o fim das cotas impostas à carne suína brasileira à liberação da entrada de produtos argentinos no Brasil. “O importante é incrementar o comércio entre os dois países. Na medida em que isso se manifesta, com a diminuição do déficit da Argentina, o tema das carnes suínas, que preocupa a muitos produtores, sumiu, desapareceu”, disse.</p>
<p>Ao sair da reunião, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, não quis comentar os problemas comerciais com a Argentina, apenas ironizou. “Não foram eles que pediram &#8216;uno por uno&#8217;?”, referindo-se a um modelo de comércio argentino que prevê a compensação das importações de uma empresa com suas exportações.</p>
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		<title>Brasil começa a retaliar protecionismo da Argentina</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sem alarde, o Brasil começou a retaliar a Argentina e, desde terça-feira, está aplicando o chamado licenciamento não automático na entrada de pelo menos uma dezena de alimentos importados por empresas brasileiras do país vizinho. Entre os produtos parados na fronteira, estão maçã, uva passa, batata, farinha de trigo e vinho. Segundo técnicos do governo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem alarde, o Brasil começou a retaliar a Argentina e, desde terça-feira, está aplicando o chamado licenciamento não automático na entrada de pelo menos uma dezena de alimentos importados por empresas brasileiras do país vizinho.</p>
<p>Entre os produtos parados na fronteira, estão maçã, uva passa, batata, farinha de trigo e vinho. Segundo técnicos do governo, a ideia de barrar produtos perecíveis faz parte da estratégia para forçar os argentinos a reverem as ações protecionistas que vêm sendo adotadas contra o Brasil.</p>
<p>— Produtos duráveis podem aguardar a liberação por dias ou meses. Já alimentos provocam mais reclamação — admitiu um técnico.</p>
<p><span id="more-2431"></span></p>
<p>Somados esses produtos com outros que já estavam sob esse regime, como automóveis, o peso dos itens com licenciamento não automático na pauta de exportações da Argentina para o Brasil passa a ser significativo. Técnicos do governo estimam que as restrições poderão atingir de 60% a 70% da pauta.</p>
<p>Há, ainda, um aspecto simbólico, que é a restrição a produtos como a maçã argentina, que tem grande aceitação no Brasil.</p>
<p>Leia mais:  http://<a href="http://oglobo.globo.com/economia/brasil-comeca-retaliar-argentina-4899323">oglobo.globo.com/economia/brasil-comeca-retaliar-argentina-4899323</a></p>
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		<title>Portos e aeroportos terão tarifas mais elevadas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 10:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De Sérgio Motta * O presidente da Associação Nacional dos Usuários de Transporte (Anut), Luiz Henrique Baldez, em sua exposição no Fórum Anual Portos Brasil, nesta segunda-feira, no Rio, criticou o governo por realizar licitações em que os vencedores são os que aceitam pagar acréscimos mais elevados em relação às avaliações. Disse Baldez que na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>De Sérgio Motta *</em></p>
<p>O presidente da Associação Nacional dos Usuários de Transporte (Anut), Luiz Henrique Baldez, em sua exposição no Fórum Anual Portos Brasil, nesta segunda-feira, no Rio, criticou o governo por realizar licitações em que os vencedores são os que aceitam pagar acréscimos mais elevados em relação às avaliações. Disse Baldez que na concessão dos aeroportos de Brasília, Campinas (SP) e Guarulhos (SP), em fevereiro último, o ágio médio foi de 348% e que isso forçará a cobrança de tarifas maiores, a serem pagas pelos usuários.</p>
<p>- Quando se conheceu o resultado do leilão, o governo mostrou o ágio como prova do sucesso e muita gente comentou que o alto acréscimo foi prova da legitimidade da disputa. Mas a sociedade deveria se conscientizar de que o ágio será incluído na tarifa, a ser paga pelos usuários.</p>
<p>Lembrou que o governo prepara a licitação de 77 terminais portuários e, ao que tudo indica, seguirá a elogiada mas condenável prática de estimular ágio crescente. Revelou Baldez que o ideal seria fazer licitação em que ganhasse quem prometesse cobrar mais baixas tarifas pelos serviços, garantindo investimentos. A Anut vai fazer essa proposta no Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte (Conit), que foi criado há longo tempo mas só agora está sendo implementado pelo Governo Federal.</p>
<p>Explicou Baldez que, no caso de um ágio de 50% sobre o valor-base, haverá um aumento na tarifa de 11%. Como o vencedor do leilão já paga 20% do valor como taxa anual de outorga, verifica-se que, nesse caso, o Governo Federal fica com 34% da tarifa, nível que sobe com licitações em que há ágio mais acentuado em relação ao preço-base.</p>
<p>- Ninguém há de se espantar quando for usar um aeroporto licitado recentemente e verificar que, do estacionamento ao cafezinho, tudo será caro &#8211; comentou com ironia.</p>
<p>Em relação aos 77 terminais portuários prestes a serem licitados, se o governo mantiver a regra atual, isso irá onerar o Custo Brasil, pois, pelos terminais portuários passam cargas de importação, exportação e cabotagem. Foi anunciado que terminais portuários que estavam sendo operados antes da Lei dos Portos &#8211; 8630, de 1993 &#8211; serão objeto de licitação, o que irá implicar elevada arrecadação para os cofres federais. Para Baldez, essa licitação para portos ampliará o Custo Brasil, em hora dramática para o preço dos produtos nacionais. </p>
<p><em>* Colunista do jornal MONITOR MERCANTIL</em></p>
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		<title>Queda no consumo de produtos industrializados não inibe entrada dos importados</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro trimestre de 2012 apresentou queda de 3,1% do consumo aparente comparado ao mesmo período do ano anterior, mostrou a análise dos Coeficientes de Exportação e Importação (CEI) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgados nesta segunda-feira (14). A produção industrial para o mercado interno acompanhou o movimento de baixa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro trimestre de 2012 apresentou queda de 3,1% do consumo aparente comparado ao mesmo período do ano anterior, mostrou a análise dos Coeficientes de Exportação e Importação (CEI) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgados nesta segunda-feira (14). A produção industrial para o mercado interno acompanhou o movimento de baixa com queda ainda maior de 4,2%. As importações, no entanto, apresentaram alta de 1,2%.</p>
<p>Segundo o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da entidade, Roberto Giannetti, os dados são provas das dificuldades da indústria nacional em competir com os importados e também registram a tendência observada de maior entrada dos produtos industriais estrangeiros no mercado doméstico. “É natural que a produção acompanhe o ritmo do consumo aparente, mas essa queda aguda é sinal da fragilidade da indústria ante a competição externa”, explicou.</p>
<p>Essa queda mais intensa da produção nacional para o mercado interno abre espaço para a entrada de importados e puxa para cima o Coeficiente de Importação (CI). O índice para a indústria geral cresceu um ponto percentual, saltando de 21,6% para 22,6% na comparação interanual. A indústria de transformação acompanhou o ritmo, saindo de 20,4% no primeiro trimestre de 2011 para 21,6% no mesmo período deste ano.</p>
<p><span id="more-2427"></span></p>
<p>Em relação às exportações, a participação das vendas externas na produção total do setor cresceu de 17,5% para 19% na comparação entre os três primeiros meses de 2011 e os de 2012. Apesar da alta, o índice continua abaixo dos patamares de 2007, quando atingiu 21,1%. O Coeficiente de Exportação (CE) para a indústria de transformação e para indústria geral cresceram 1,4 p.p e 1,5 p.p, atingindo as marcas de 16,1% e 19%, respectivamente.</p>
<p>Performance positiva</p>
<p>De acordo com a análise da Fiesp, a performance positiva do índice se deve à alta de 6% no valor do câmbio médio no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Com a desvalorização do real ainda em curso, a expectativa é que o CE continue a apresentar alta em termos anuais, mantendo a tendência de crescimento das exportações na participação da produção industrial doméstica.</p>
<p>Entretanto, este movimento, somado ao fraco desempenho da indústria, seguiria abrindo passagem para a penetração dos importados. “Apesar de não termos retomado os maiores níveis da série histórica, a evolução do Coeficiente de Exportação pode ter continuidade com a manutenção de um câmbio mais favorável”, afirmou Giannetti.</p>
<p>Setores</p>
<p>O coeficiente de importação apresentou alta em 22 dos 33 setores analisados. Destaque para os seguintes segmentos:</p>
<p>Tratores, máquinas e equipamentos para agricultura, cuja participação dos importados cresceu de 37,3% no primeiro trimestre de 2011 para 45,7% no mesmo período de 2012;</p>
<p>Máquinas e equipamentos para extração mineral e construção, com alta de 6,7 p.p. na comparação interanual:</p>
<p>Artigos do vestuário e acessórios, que expandiu de 12,1% para 18%.</p>
<p>Entre os setores que registraram retração no CI, na comparação com 2011, vale destacar o de preparação e artefatos de couro (21,1%) e equipamentos de instrumentação médico-hospitalares (53,8%) que apontaram queda de 9,6 p.p. e 6,9 p.p., respectivamente.</p>
<p>Dos 33 segmentos analisados pelo coeficiente de exportação, 15 apresentaram alta em relação a 2011. Dos que registraram elevação nas variáveis produção industrial e exportação, o de aeronave se sobressaiu com índices de 8,7% e 30,3%, respectivamente, na comparação entre trimestres.</p>
<p>Entre os setores que apresentaram queda na produção e elevação das exportações, destacam-se na seguinte ordem: produtos têxteis (-8,0% e +54,6%); máquinas e equipamentos para extração mineral e construção (-8,4% e 22,5%); ferro-gusa e ferroligas (-10,9% e 4,4%); e automóveis, caminhões e ônibus (-22,9% e 2,1%).</p>
<p>Já dentre os setores que registraram queda no CE, chama atenção o de fundição e tubos de ferro e aço, que saiu de 20,3% nos três primeiros meses de 2011, para 11,7% no período atual, apresentando retração de 8,6 p.p..</p>
<p><em><br />
Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp</em></p>
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		<title>Vinhos brasileiros serão vendidos pelo maior distribuidor dos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Southern Wine and Spirits dará distribuição nacional para os rótulos verde-amarelos, começando pela Flórida e por Nova Iorque, no maior mercado consumidor de vinhos do mundo, os Estados Unidos Os vinhos brasileiros serão vendidos nos Estados Unidos pela maior empresa de distribuição da América. A Southern Wine and Spirits acaba de selecionar seis vinícolas gaúchas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Southern Wine and Spirits dará distribuição nacional para os rótulos verde-amarelos, começando pela Flórida e por Nova Iorque, no maior mercado consumidor de vinhos do mundo, os Estados Unidos</strong></p>
<p>Os vinhos brasileiros serão vendidos nos Estados Unidos pela maior empresa de distribuição da América. A Southern Wine and Spirits acaba de selecionar seis vinícolas gaúchas para trabalhar a partir do segundo semestre deste ano no maior mercado consumidor de vinhos do mundo desde o ano passado, superando o Reio Unido. A Southern está presente em 35 estados norte-americanos e comercializa cerca de 90 milhões de caixas de 5 mil marcas de vinhos por ano para aproximadamente 200 mil clientes.</p>
<p>A venda dos rótulos brasileiros começará pela Costa Leste dos EUA, especialmente pela Flórida (sede da empresa) e por Nova Iorque. O primeiro embarque, que deve ocorrer no início do segundo semestre, terá pelo menos 30 vinhos (90%) e espumantes das seis vinícolas pré-selecionadas. A Southern escolheu os melhores vinhos das vinícolas. Também foram eleitos vinhos com a uva moscato, que, no momento, são sensação entre os consumidores norte-americanos.<br />
“Estamos muito animados”, afirma Andreia Gentilini Milan, gerente do projeto Wines of Brasil, realizado em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). “Os vinhos brasileiros estão de parabéns, porque chamaram a atenção do maior distribuidor de vinhos dos Estados Unidos”, destaca Andreia.</p>
<p><span id="more-2425"></span></p>
<p>A distribuição é a chave do sucesso nos Estados Unidos, um país continental maior do que o Brasil. “Só pelo fato da Southern ter escolhido trabalhar com os vinhos brasileiros, seremos vistos com outros olhos pelos críticos, pelos compradores e até mesmo pelos consumidores”, comenta Andreia. A Southern só trabalha com grandes marcas e vinhos do mundo todo. “Pela primeira vez, poderemos ter uma distribuição nacional nos Estados Unidos. Esta pode ser considerada uma das maiores conquistas da história do Wines of Brasil”, comemora.</p>
<p>Andreia estima que as exportações para os Estados Unidos devem pelo menos dobrar em 2013, quando o trabalho de distribuição dos vinhos brasileiros realmente estará consolidado pela Southern. No ano passado, as empresas integrantes do Wines of Brasil faturaram US$ 327,5 mil com venda de vinhos para os EUA, que ficou no 4º lugar no ranking de países compradores de rótulos verde-amarelos. “Com a Southern, a tendência é que os Estados Unidos se tornem o principal destino dos vinhos brasileiros a partir do próximo ano”, projeta.</p>
<p>Pelo menos quatro vinhos de cada empresa serão exportados para os Estados Unidos por meio da Southern. A definição das quantidades exatas de cada rótulo das seis vinícolas verde-amarelas será feita após a aprovação legal dos rótulos para o mercado norte-americano, que está em pleno andamento. Por isso o nome das empresas não pode ser revelado ainda.</p>
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