<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Export News</title>
	<atom:link href="http://www.exportnews.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.exportnews.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Feb 2012 19:17:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Balança comercial: superávit de US$ 370 milhões na terceira semana de fevereiro</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/balanca-comercial-superavit-de-us-370-milhoes-na-terceira-semana-de-fevereiro/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/balanca-comercial-superavit-de-us-370-milhoes-na-terceira-semana-de-fevereiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 19:17:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=2016</guid>
		<description><![CDATA[Com cinco dias úteis (13 a 19), a terceira semana de fevereiro teve superávit (diferença entre exportações e importações) de US$ 370 milhões, com média diária de US$ US$ 74 milhões. No período, as exportações fecharam em US$ 4,703 bilhões (média diária de US$ 940 milhões) e as importações em US$ 4,333 bilhões (média diária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com cinco dias úteis (13 a 19), a terceira semana de fevereiro teve superávit (diferença entre exportações e importações) de US$ 370 milhões, com média diária de US$ US$ 74 milhões. No período, as exportações fecharam em US$ 4,703 bilhões (média diária de US$ 940 milhões) e as importações em US$ 4,333 bilhões (média diária de US$ 866 milhões), resultando em uma corrente de comércio  (soma das duas operações) de US$ 9,036 bilhões, com média por dia útil de US$ 1,807 bilhão.</p>
<p>A média das exportações da terceira semana foi 2,2% inferior à média de US$ 961,4 milhões registrada nas duas primeiras semanas do mês. O resultado decorre da retração nas exportações de produtos manufaturados (-10,2%) &#8211; plataforma de perfuração e exploração de petróleo, aviões, automóveis e energia elétrica &#8211; e semimanufaturados (-0,7%) &#8211; semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ferro-ligas e couros e peles. Por outro lado, cresceram as vendas de básicos (2,5%), em razão de petróleo, soja em grão, café em grão, farelo de soja, carne bovina e fumo em folhas. Do lado das importações, houve crescimento de 9,4%, motivada pelo aumento nas compras brasileiras de combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, siderúrgicos e farmacêuticos.</p>
<p><span id="more-2016"></span></p>
<p>Mês</p>
<p>No acumulado do mês, as exportações chegaram a US$ 12,394 bilhões (média diária de US$ 953,4 milhões) e as importações a US$ 10,673 bilhões (média diária de US$ 821 milhões), com saldo positivo de US$ 1,721 bilhão e média por dia útil de US$ 132,4 milhões. Pela média diária, o saldo comercial das três primeiras semanas deste mês teve crescimento de 121,7% em relação a fevereiro de 2011. </p>
<p>Nas exportações, comparando a média dessas três primeiras semanas com a de fevereiro do ano passado (US$ 836,6 milhões), houve crescimento de 14% em razão do aumento nas vendas externas de todas as categorias de produtos: manufaturados (24,1%), semimanufaturados (10,2%) e básicos (7,4%). Em relação a janeiro de 2012 (média diária de US$ 733,7 milhões), as exportações cresceram 29,9% devido ao acréscimo nas vendas de manufaturados (39,1%), básicos (26,9%) e semimanufaturados (20,4%).</p>
<p>Nas importações, a média diária até a terceira semana foi 5,7% maior que a registrada em todo o mês de fevereiro do ano passado (US$ 776,9 milhões) e 3,6% superior a de janeiro deste ano (US$ 792,4 milhões). No comparativo com fevereiro de 2011, aumentaram as importações, principalmente, de equipamentos mecânicos (25,4%), instrumentos de ótica e precisão (24,7%), e siderúrgicos (21,6%). Em relação a janeiro último, houve acréscimo, sobretudo, de equipamentos mecânicos (19,6%), farmacêuticos (19,6%), instrumentos de ótica e precisão (18,2%), veículos automóveis e partes (10,5%), químicos orgânicos/inorgânicos (5,8%) e plásticos e obras (5,4%).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/balanca-comercial-superavit-de-us-370-milhoes-na-terceira-semana-de-fevereiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>COMO MONTAR UM DEPARTAMENTO DE EXPORTAÇÃO</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/como-montar-um-departamento-de-exportacao/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/como-montar-um-departamento-de-exportacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 17:34:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=2014</guid>
		<description><![CDATA[E-book ensina como montar um departamento de exportação A cartilha eletrônica foi editada na versão digital e apresenta a sugestão da estrutura ideal de um Departamento de Exportação. Muitas empresas reclamam que não conseguem exportar ou que as suas exportações não decolam. A profissionalização do departamento de exportação é uma das medidas iniciais para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>E-book ensina como montar um departamento de exportação</strong></p>
<p>A cartilha eletrônica foi editada na versão digital e apresenta a sugestão da estrutura ideal de um Departamento de Exportação.</p>
<p>Muitas empresas reclamam que não conseguem exportar ou que as suas exportações não decolam. A profissionalização do departamento de exportação é uma das medidas iniciais para que a empresa consiga ter sucesso em suas vendas internacionais.</p>
<p>Pensando nesta necessidade de mercado o ExportNews disponibiliza o E-Book “Como montar um departamento de exportação”, de autoria do consultor em Comércio Exterior, Gilberto Campião.</p>
<p>Esta cartilha eletrônica foi editada na versão digital e apresenta a sugestão da estrutura ideal de um Departamento de Exportação, fluxo de documentos, critérios objetivos para a seleção do Gerente de exportação, Agentes de Vendas, Bancos, Armazéns, Despachantes Aduaneiros e Agentes de Carga. .</p>
<p>O preço do e-book é R$ 65,00</p>
<p>Para mais informações, forma de pagamento e recebimento envie mensagem para: editor@exportnews.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/como-montar-um-departamento-de-exportacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sebrae quer ampliar exportações das pequenas empresas</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/sebrae-quer-ampliar-exportacoes-das-pequenas-empresas/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/sebrae-quer-ampliar-exportacoes-das-pequenas-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 14:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=2012</guid>
		<description><![CDATA[Sebrae, em parceria com Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e outras 12 instituições nacionais, participa do Plano Nacional da Cultura Exportadora 2012-2015, que será implementado a partir de abril. A iniciativa visa a incrementar a participação das micro e pequenas empresas (MPE) nas exportações brasileiras. Segundo os dados mais recentes do MDIC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sebrae, em parceria com Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e outras 12 instituições nacionais, participa do Plano Nacional da Cultura Exportadora 2012-2015, que será implementado a partir de abril. A iniciativa visa a incrementar a participação das micro e pequenas empresas (MPE) nas exportações brasileiras.</p>
<p>Segundo os dados mais recentes do MDIC, o volume exportado pelas MPE cresceu 49% entre 2009 e 2010, contra 32% da média geral das exportações brasileiras no período. Em 2010, foram comercializados US$ 1,9 bilhão pelo segmento.</p>
<p>Apesar de crescerem em ritmo mais acelerado que as exportações em geral, as vendas das MPE para o exterior respondem por cerca de 1% do total comercializado pelo país. “A força do mercado interno faz com que os pequenos empresários estejam muito voltados para o consumidor brasileiro, mas com capacitação pretendemos que eles percebam que também há grandes oportunidades de negócios no exterior”, afirma o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto. O Plano Nacional disseminará produtos e serviços oferecidos pelas entidades participantes para a área de comércio exterior.</p>
<p><span id="more-2012"></span></p>
<p>“As micro e pequenas empresas fazem parte do tecido produtivo e econômico de cada estado e são, em decorrência, responsáveis por grande parte da geração de emprego e renda no mercado interno. Elas serão beneficiárias diretas das ações escolhidas estrategicamente em cada unidade da Federação”, afirma a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres.</p>
<p>O Plano é uma das ações das quais o Sebrae participa para elevar o volume exportado e a quantidade de empreendimentos que vendem ao exterior. Apesar de representarem 99% das empresas brasileiras, as MPE integram menos da metade dos exportadores (46%). Para ajudá-las a ampliar esse filão, o Sebrae oferece ferramentas que capacitam o empreendedor para conquistar o mercado estrangeiro. São palestras, cursos e consultorias que contribuem para a inserção internacional de forma competitiva.</p>
<p>Desde 2009, o Sebrae mantém Convênio de Cooperação Técnica com o Banco do Brasil, que prevê a convergência de esforços para difusão da cultura exportadora e capacitação de empresários. A parceria, renovada no ano passado, vigora até agosto de 2013. Em 2012, haverá oito encontros empresariais em diferentes estados nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A expectativa é que cerca de 50 MPE participem de cada encontro, que irá abordar o que o Sebrae e o banco desenvolvem para apoiar o comércio exterior.</p>
<p>Além desse acordo, o Sebrae oferece a capacitação Planejando para Internacionalizar a fim de incentivar os exportadores. A consultoria foi desenvolvida como apoio aos empresários, para que possam elaborar um plano inicial de internacionalização e avaliar a capacidade para atuar no mercado externo. A ferramenta faz parte do Sebrae Mais &#8211; Programa Sebrae para Empresas Avançadas. Aborda conceitos e formas de internacionalização para que os participantes compreendam as relações entre um pequeno negócio e o mercado global.</p>
<p>Na página do Sebrae na internet, o empreendedor obtém informações sobre como exportar, acessar estudos e publicações, ouvir entrevistas com especialistas e ver dicas para criar uma imagem favorável no exterior. Em um link, é possível fazer um autodiagnóstico on line e saber se a empresa está preparada para vender a outros países. O objetivo é ajudar o empresário a entender o mercado externo. O acesso pode ser feito pelo endereço: http://www.sebrae.com.br/atender/customizado/internacionalizacao-da-micro-e-pequena-empresa. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/sebrae-quer-ampliar-exportacoes-das-pequenas-empresas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Representante do FMI alerta sobre risco de China ser atingida por crise na zona do euro</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/representante-do-fmi-alerta-sobre-risco-de-china-ser-atingida-por-crise-na-zona-do-euro/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/representante-do-fmi-alerta-sobre-risco-de-china-ser-atingida-por-crise-na-zona-do-euro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 12:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=2009</guid>
		<description><![CDATA[O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) na China, Murtaza Syed, disse hoje (22) que os chineses podem ser “duramente” atingidos, se os 17 países que integram a zona do euro entrarem em acentuada recessão. &#8220;A economia chinesa se abranda, mas continua a ser um ponto brilhante na imprevisível economia global&#8221;, disse ele. Pelas previsões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O  representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) na China, Murtaza Syed, disse hoje (22) que os chineses podem ser “duramente” atingidos, se os 17 países que integram a zona do euro entrarem em acentuada recessão. &#8220;A economia chinesa se abranda, mas continua a ser um ponto brilhante na imprevisível economia global&#8221;, disse ele.</p>
<p>Pelas previsões do FMI, o Produto Interno Bruto (PIB) chinês deverá crescer acima de 8%o em 2012 e 2013, representando abrandamento de 1 ponto percentual em relação aos 9,2% registrados em 2011. No ano passado, a inflação foi 5,4%.  &#8220;[A inflação na China] desce para níveis mais confortáveis e o mercado imobiliário está em deflação&#8221;, disse Syed.</p>
<p>O representante do FMI alertou que o crescimento da economia chinesa cairá &#8220;abruptamente&#8221;, se a zona euro entrar em &#8220;acentuada recessão&#8221;, mas considera que o governo chinês &#8220;tem espaço&#8221; para responder à situação e lançar um novo pacote de estímulos financeiros, como fez no outono de 2008.</p>
<p>Apesar da redução das exportações para a União Europeia, a economia da China cresceu acima de 10% em 2009 e 2010. A economia chinesa é a segunda maior do mundo, seguida pelos Estados Unidos.</p>
<p><em>*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa/</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/representante-do-fmi-alerta-sobre-risco-de-china-ser-atingida-por-crise-na-zona-do-euro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Previsão de redução de exportações neste ano</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/previsao-de-reducao-de-exportacoes-neste-ano/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/previsao-de-reducao-de-exportacoes-neste-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 11:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=2006</guid>
		<description><![CDATA[Queda no preço das commodities não permitirá que o Brasil mantenha o patamar dos US$ 256 bilhões exportados em 2011. O Brasil obteve recorde de exportações em 2011 ao enviar para o exterior US$ 256 bilhões, beneficiado, principalmente, pelo preço das commodities em alta. Neste ano o cenário deverá ser menos favorável ao país, pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Queda no preço das commodities não permitirá que o Brasil mantenha o patamar dos US$ 256 bilhões exportados em 2011.</strong></p>
<p>O Brasil obteve recorde de exportações em 2011 ao enviar para o exterior US$ 256 bilhões, beneficiado, principalmente, pelo preço das commodities em alta. Neste ano o cenário deverá ser menos favorável ao país, pois a Europa passa por graves problemas financeiros e a economia dos Estados Unidos ainda não se recuperou da crise de 2008.</p>
<p>Professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e presidente da Ordem dos Economistas do Brasil (OEB), Manuel Enríquez García afirma que o País dificilmente registrará, neste ano, o mesmo desempenho de 2011 nas exportações. Ele também prevê importações em alta, o que deverá afetar o desempenho da balança comercial. </p>
<p>&#8220;Neste ano o total exportado será, no máximo, igual a 2011. Mas a queda nas vendas deverá ser de 4% a 5% em relação ao ano passado, o que levará a um total [aproximado] de US$ 245 bilhões. Isso não significa que haverá queda nas importações, por isso, a balança comercial irá sofrer uma queda [no saldo comercial] para US$ 20 bilhões [em 2011, o saldo foi de US$ 30 bilhões]&#8220;, afirma García. </p>
<p><span id="more-2006"></span></p>
<p>No documento &#8220;Economia brasileira em perspectiva&#8221;, divulgado nesta semana, o Ministério da Fazenda afirma que as exportações atingiram recorde no ano passado porque o preço das commodities subiu e porque o país aumentou a quantidade de mercados compradores. No total, em 2011, o Brasil obteve um superávit de US$ 29,8 bilhões. Foram US$ 256 bilhões exportados e US$ 226 bilhões importados pelo País. Os principais parceiros do Brasil foram a União Europeia, China, Mercosul e Estados Unidos.</p>
<p>Professor de Economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Antonio Corrêa de Lacerda também prevê um ano difícil para as exportações brasileiras. &#8220;O Brasil é muito dependente das commodities. Estamos sensíveis à demanda e ao preço, o que representa um risco, pois já temos déficit em conta corrente. Uma desaceleração da China pode afetar o desempenho da balança comercial. O ideal seria também exportar bens de maior valor agregado&#8221;, afirma.</p>
<p>De acordo com Garcia, no ano passado 47% das exportações brasileiras se concentraram em minério de ferro, petróleo bruto, soja, carne, açúcar e café. Em 2006, a participação desses produtos na pauta de exportações era de 28,4%. Embora o Brasil exporte manufaturados, diz, a produtividade deste setor é muito baixa no país por causa do alto custo estrutural [encargos trabalhistas, tributos e câmbio, entre outros].</p>
<p>García diz que o Brasil vai depender de outros &#8220;atores&#8221; para obter nos próximos anos o mesmo patamar de vendas registrado em 2011. O Brasil depende da recuperação da economia norte-americana e do crescimento chinês. &#8220;Enquanto isso não ocorrer, haverá queda de demanda e de preços. Também é preciso que a Europa resolva seus problemas, o que eu acredito que vá acontecer ainda neste ano. Talvez em 2013 exista uma luz no fim do túnel&#8221;, observa. </p>
<p><em>www.anba.com.br</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/previsao-de-reducao-de-exportacoes-neste-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Missão ao Oriente Médio gera mais de US$ 80 milhões em negócios para o Brasil</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/missao-ao-oriente-medio-gera-mais-de-us-80-milhoes-em-negocios-para-o-brasil/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/missao-ao-oriente-medio-gera-mais-de-us-80-milhoes-em-negocios-para-o-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=2004</guid>
		<description><![CDATA[Delegação de 47 empresas, chefiada pelo MDIC e organizada pela Apex-Brasil, passou por Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Em Dubai, a Apex-Brasil assinou quatro memorandos de entendimento com os Emirados para ampliar as relações comerciais entre os dois países Vinte e seis empresas brasileiras dos setores de casa e construção civil, alimentos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Delegação de 47 empresas, chefiada pelo MDIC e organizada pela Apex-Brasil, passou por Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Em Dubai, a Apex-Brasil assinou quatro memorandos de entendimento com os Emirados para ampliar as relações comerciais entre os dois países</strong><em></p>
<p>Vinte e seis empresas brasileiras dos setores de casa e construção civil, alimentos e bebidas que integraram Missão Comercial ao Oriente Médio, encerrada nessa quinta-feira (16), concluíram sua participação com expectativas de negócios totais de US$ 81,3 milhões para os próximos 12 meses, após 503 encontros com 232 potenciais compradores dos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Omã, Bahrein, Catar, Kuwait, Jordânia e Líbano. A delegação foi chefiada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).</p>
<p>De 12 a 16 de fevereiro, a Missão Comercial passou por Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos e teve representantes de 47 companhias, entre empresas, grandes empreiteiras e investidores brasileiros em busca de negócios com parceiros locais. Integraram a comitiva o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que participou da solenidade de abertura da Missão na etapa de Dubai, e o presidente da Apex-Brasil, Mauricio Borges.</p>
<p><span id="more-2004"></span></p>
<p>Cooperação com os Emirados Árabes Unidos</p>
<p>Como desdobramento das ações da Missão, Brasil e Emirados Árabes Unidos assinaram, na quarta-feira (15), quatro memorandos de entendimento para ampliar as relações comerciais entre os dois países. Os acordos foram assinados em Dubai por Mauricio Borges – com intermediação do Centro de Negócios da Apex-Brasil em Dubai – e por representantes de quatro instituições locais – Dubai Export, Dubai FDI, Jebel Ali Free Zone (JAFZA) e Dubai Media City.<br />
Com a Dubai Export e a Dubai FDI, os acordos visam facilitar o estabelecimento de contatos locais para promover as exportações e a atração de investimentos por meio de ações conjuntas no Brasil e nos Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>A parceria com a JAFZA tem por objetivo estabelecer um novo modelo de incubadora para empresas brasileiras na zona franca de Jebel Ali, fortalecendo a relação entre as partes. O acordo visa oferecer um melhor atendimento às empresas brasileiras que queiram se estabelecer e realizar negócios em Dubai e na região.</p>
<p>Já o acordo com a Dubai Media City permitirá a abertura de uma incubadora de empresas de serviços em Dubai a custos menores do que os normalmente praticados na cidade. O modelo adotado é semelhante ao do JAFZA, porém, nesta zona franca, não é permitida a instalação de empresas de serviços.<br />
Na quinta-feira (16), a Missão teve na agenda 200 rodadas de negócios entre os empresários brasileiros e 27 potenciais compradores de Omã, Catar, Bahrein, Líbano e Kuwait. Paralelamente, investidores e representantes de grandes construtoras brasileiras participaram de encontros de negócios em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos).</p>
<p>O seminário “Invest in Brazil”, apresentado em Riad (Arábia Saudita) na segunda-feira e em Dubai na quarta-feira, forneceu detalhes de projetos para os setores de infraestrutura (portos, ferrovias e setor de energia) e construção civil (hotéis e logística) para um público de 90 potenciais coinvestidores e parceiros locais.<br />
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Fernando Pimentel, destacou a importância do Oriente Médio como destino das exportações brasileiras de produtos e serviços e fonte de investimentos para empresários brasileiros. “Com uma economia dinâmica e forte foco nas relações comerciais com os países vizinhos, os Emirados Árabes Unidos são uma excelente plataforma para reforçar as atividades comerciais entre o Brasil e os países da região”, disse Pimentel.</p>
<p>“O momento favorável que vive a economia brasileira traz grandes oportunidades de investimentos para empresários do Oriente Médio, permitindo a diversificação de seus portfólios de negócios no exterior”, complementou Mauricio Borges, presidente da Apex-Brasil.</p>
<p>Catar e Arábia Saudita<br />
A Missão Comercial ao Oriente Médio começou no último domingo (12) em Doha (Catar), quando cinco grandes empreiteiras brasileiras participaram de seminário de posicionamento de imagem. Na ocasião, foram relatadas experiências sobre a qualidade técnica de obras brasileiras no Catar, com foco em grandes projetos de infraestrutura para a Copa de 2022 e parcerias com empresas locais visando a realização de obras ou projetos em outros mercados. O seminário teve a participação de 95 pessoas, entre representantes de ministérios e agências de governo responsáveis pelos grandes projetos de infraestrutura no país e de construtoras locais e internacionais, potencialmente interessadas em estabelecer parcerias no Catar.</p>
<p>A ação foi desenvolvida pelo recém-inaugurado escritório da Apex-Brasil em Doha, vinculado ao Centro de Negócios da Agência em Dubai, com apoio da Câmara de Comércio Árabe Brasileira e do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.</p>
<p>Na segunda-feira (13), já em Riad (Arábia Saudita), as 23 empresas brasileiras que participaram de encontros com compradores locais realizaram 164 contatos e geraram negócios estimados em US$ 16,3 milhões. Na terça-feira (14), os empresários brasileiros tiveram, na programação, visitas técnicas a empresas locais na Arábia Saudita, antes de seguirem para Dubai.</p>
<p>Relações comerciais<br />
Em 2011, o Brasil exportou US$ 3,476 bilhões para a Arábia Saudita. Os principais produtos comercializados foram carnes de galos/galinhas, não cortadas em pedaços, congeladas (US$ 824,034 milhões), minérios de ferro, aglomerados e seus concentrados (US$ 791,193 milhões) e açúcar de cana em estado bruto (US$ 458,220 milhões). Já as importações totalizaram US$ 3,093 bilhões, com destaque para os óleos brutos de petróleo (US$ 2,690 bilhões), naftas para petroquímica (US$ 111,061 milhões) e outros propanos liquefeitos (US$ 80,877 milhões).</p>
<p>As exportações brasileiras para os Emirados Árabes Unidos em 2011 totalizaram US$ 2,169 bilhões. Os principais produtos vendidos foram outros açúcares de cana, beterraba, sacarose (US$ 483,494 milhões), açúcar de cana em estado bruto (US$ 353,667 milhões) e minérios de ferro aglomerados e seus concentrados  (US$ 300,475 milhões). No mesmo período, as importações brasileiras dos Emirados Árabes Unidos ficaram em US$ 478,672 milhões, com destaque para querosenes de aviação (US$ 265,784 milhões), enxofre a granel, exceto sublimado, precipitado ou coloidal (US$ 59,709 milhões) e outros propanos liquefeitos (US$ 54,343 milhões).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/missao-ao-oriente-medio-gera-mais-de-us-80-milhoes-em-negocios-para-o-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exportações de calçados têm queda de 9,8% em janeiro</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/exportacoes-de-calcados-tem-queda-de-98-em-janeiro/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/exportacoes-de-calcados-tem-queda-de-98-em-janeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 10:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=2002</guid>
		<description><![CDATA[O primeiro mês do ano apresentou redução de 9,8% no volume de pares exportados pelo setor calçadista brasileiro. Em janeiro, foram embarcados 11,2 milhões de pares, contra os 12,2 milhões de janeiro de 2011. O faturamento teve desempenho ainda mais negativo. As divisas somaram US$ 99,8 milhões, redução de 17,2% em comparação com o obtido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro mês do ano apresentou redução de 9,8% no volume de pares exportados pelo setor calçadista brasileiro. Em janeiro, foram embarcados 11,2 milhões de pares, contra os 12,2 milhões de janeiro de 2011.</p>
<p>O faturamento teve desempenho ainda mais negativo. As divisas somaram US$ 99,8 milhões, redução de 17,2% em comparação com o obtido em janeiro do ano passado, quando gerou US$ 120,6 milhões.</p>
<p>O preço médio dos calçados exportados também acompanhou a tendência de queda  e encerrou o mês desvalorizado em 9,8%. O preço médio foi de US$ 8,94.<br />
Em todo o ano 2011, as exportações somaram US$ 1,3 bilhão e 113 milhões de pares. Redução de 13% e 21%, respectivamente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/exportacoes-de-calcados-tem-queda-de-98-em-janeiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revista BRAZIL EXPORT lança novo portal</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/revista-brazil-export-lancanovo-portal/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/revista-brazil-export-lancanovo-portal/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 18:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=1999</guid>
		<description><![CDATA[A revista BRAZIL EXPORT está com novo portal na internet. Editada pelo jornalista Cláudio Pinheiro, a publicação completa 42 anos de circulação ininterrupta. Especializada em comércio exterior, a revista é referência na cobertura de feiras internacionais que contam com a participação de empresas brasileiras. Agora, o novo site da BRAZIL EXPORT disponibiliza notícias atualizadas sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista BRAZIL EXPORT está com novo portal na internet.</p>
<p>Editada pelo jornalista Cláudio Pinheiro, a publicação completa 42 anos de circulação ininterrupta. </p>
<p>Especializada em comércio exterior, a revista é referência na cobertura de feiras internacionais que contam com a participação de empresas brasileiras.</p>
<p>Agora, o novo site da BRAZIL EXPORT disponibiliza notícias atualizadas sobre comércio exterior.</p>
<p>Confira <a href="http://www.brazilexportmagazine.com.br/portal">www.brazilexportmagazine.com.br/portal</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/revista-brazil-export-lancanovo-portal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa da Apex aponta necessidades das empresas brasileiras para aumentar competitividade no exterior</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/pesquisa-da-apex-aponta-necessidades-das-empresas-brasileiras-para-aumentar-competitividade-no-exterior/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/pesquisa-da-apex-aponta-necessidades-das-empresas-brasileiras-para-aumentar-competitividade-no-exterior/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 21:38:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=1997</guid>
		<description><![CDATA[Informações adequadas para a tomada de decisões, ganhos em escala e redução dos riscos são algumas das necessidades apontadas pelas empresas brasileiras para se tornarem mais competitivas no mercado internacional. A pesquisa feita pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) ouviu 400 companhias nacionais, dentro do processo de planejamento estratégico do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Informações adequadas para a tomada de decisões, ganhos em escala e redução dos riscos são algumas das necessidades apontadas pelas empresas brasileiras para se tornarem mais competitivas no mercado internacional. A pesquisa feita pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) ouviu 400 companhias nacionais, dentro do processo de planejamento estratégico do órgão, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior (MDIC).</p>
<p>A pesquisa teve como foco 25 competências gerenciais em termos de estratégia, marketing, produção e finanças. “O que a pesquisa procurou avaliar foi quais eram aquelas competências onde havia uma atribuição de importância maior e onde as empresas estavam desempenhando pior”, disse à Agência Brasil a gerente-geral de Negócios da agência, Ana Repezza.</p>
<p><span id="more-1997"></span></p>
<p>Com base nas respostas, a Apex Brasil dividiu os grupos de empresas em cinco graus de maturidade exportadora, abrangendo desde as companhias que ainda não exportam até as já internacionalizadas.</p>
<p>As necessidades apontadas são diferentes, disse Ana Repezza. “A gente percebeu que à medida que a maturidade exportadora aumenta, surgem necessidades diferentes para que ela se torne mais competitiva no mercado internacional”. As empresas que ainda não exportam apresentam grande dificuldade para saber tomar as decisões adequadas. “Há uma dificuldade grande de informações para ter um melhor conhecimento e poder tomar decisão de forma menos arriscada”, completou.</p>
<p>De acordo com a gerente, nas empresas mais maduras, o nível de exigência é maior em termos de competitividade. “As empresas mais experientes demonstram interesse em otimizar o custo de produção, ou seja, em ganhar mais escala”, disse. As companhias internacionalizadas têm necessidade de receber informações mais refinadas para diminuir os riscos financeiros na operação efetuada no mercado exterior.</p>
<p>O objetivo da pesquisa foi subsidiar as discussões do planejamento estratégico para que a Apex possa realinhar a lista de produtos e serviços e buscar um parceiro estratégico mais adequado para conseguir atingir esses objetivos. Daí a apresentação, hoje (15), dos resultados da pesquisa para o BNDES. “Para ele [o banco] avaliar, em conjunto com a Apex, como podem atuar para atender diferentes necessidades das empresas em seus diversos graus de maturidade exportadora”. A pesquisa não teve viés setorial, mas englobou empresas de várias áreas econômicas.</p>
<p>Ana Repezza sublinhou que a geração da competitividade é priorizada no Plano Brasil Maior, lançado pela presidenta Dilma Rousseff em agosto do ano passado. “A gente ter uma base de competitividade das nossas empresas. O que para nós traduz-se em programas de capacitação, treinamento, indução de melhoria de processos nas empresas, inclusive que elas invistam mais em design, inovação em seus produtos, para que conquistem um diferencial no mercado”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/pesquisa-da-apex-aponta-necessidades-das-empresas-brasileiras-para-aumentar-competitividade-no-exterior/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fevereiro registra fluxo cambial positivo de US$ 7,62 bilhões até dia 10</title>
		<link>http://www.exportnews.com.br/2012/02/fevereiro-registra-fluxo-cambial-positivo-de-us-762-bilhoes-ate-dia-10/</link>
		<comments>http://www.exportnews.com.br/2012/02/fevereiro-registra-fluxo-cambial-positivo-de-us-762-bilhoes-ate-dia-10/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 15:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.exportnews.com.br/?p=1995</guid>
		<description><![CDATA[As entradas de dólares no Brasil superaram as saídas em US$ 7,622 bilhões, neste mês, até o dia 10, segundo dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (15). Em janeiro, o país registrou saldo positivo (mais entrada que saídas) do fluxo cambial de US$ 7,283 bilhões e interrompeu uma sequência de três meses seguidos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As entradas de dólares no Brasil superaram as saídas em US$ 7,622 bilhões, neste mês, até o dia 10, segundo dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (15). Em janeiro, o país registrou saldo positivo (mais entrada que saídas) do fluxo cambial de US$ 7,283 bilhões e interrompeu uma sequência de três meses seguidos de resultado negativo.</p>
<p>O segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) puxou o resultado preliminar do mês, com saldo positivo de US$ 7,337 bilhões.</p>
<p>O fluxo comercial (operações relacionadas a exportações e importações) também ficou positivo, em US$ 284 milhões.</p>
<p>De janeiro a 10 de fevereiro, o saldo do fluxo cambial está positivo em US$ 14,904 bilhões, ante US$ 17,385 bilhões de igual período de dias úteis de 2011.</p>
<p>O BC também informou que as as compras de dólares no mercado à vista aumentaram as reservas internacionais em US$ 185 milhões, no último dia 8. Nesse dia, foi liquidada a operação feita em 6 de fevereiro, quando o Banco Central retomou esse tipo de leilão. O BC não comprava dólares no mercado à vista desde 13 de setembro de 2011. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.exportnews.com.br/2012/02/fevereiro-registra-fluxo-cambial-positivo-de-us-762-bilhoes-ate-dia-10/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

