Brazilian Flavors faz sucesso na 62ª Summer Fancy Food New York

publicado em 30 de junho de 2016

Terminou nesta terça-feira a 62ª edição da Summer Fancy Food, em Nova York, considerada a maior feira de alimentos gourmet dos Estados Unidos. O Projeto Setorial Brazilian Flavors – da Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (A.B.B.A.) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – contou com 20 empresas produtoras de alimentos e bebidas do Brasil, expondo seus produtos e potencializando suas oportunidades de negócios de exportação, em seu estande na feira.

Com o apoio da (Apex-Brasil), o espaço do Brazilian Flavors na Summer Fancy Food New York 2016 foi um painel representativo da qualidade e da diversidade da indústria de alimentos e bebidas do país, com produtos das empresas: Bazzar (molhos e sobremesas gourmets), Bravo Açaí e Native Berries (açaí congelado), Bottarga Gold (Bottarga), Cambraia e Villa Café (Cafés), Coco do Vale e Ducoco (água de coco), Forno de Minas e Maricota (pão de queijo congelado), Garoto e Nugali (chocolates), Luminus Life (sucos funcionais), M. Dias Branco (massas e biscoitos), Mr. Bey (sobremesas congeladas), Sandeleh (palmitos), Sakura (molhos e pimentas) e Target Trading (pão de queijo e café), Paraná Trading (snacks e misturas sem glútem) e Doce Vida (polpas de frutas e açaí).

“O resultado foi acima do esperado”, afirma Raquel de Almeida Salgado, gerente-geral do Brazilian Flavors e presidente-executiva da A.B.B.A.

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Roberto Jaguaribe é o novo presidente da Apex-Brasil

publicado em 30 de junho de 2016

Na última quinta-feira (23/6), tomou posse como presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) o Embaixador Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos.
No Itamaraty desde 1978, Jaguaribe estava, desde outubro de 2015, exercendo o cargo de Embaixador do Brasil na China e Mongólia. De 2010 a 2015, foi embaixador do Brasil junto ao Reino Unido e Irlanda do Norte. No Itamaraty, já passou pelos principais postos, como ministro-conselheiro na Embaixada em Washington, diretor do Departamento de Promoção Comercial, conselheiro da Delegação Permanente em Genebra e Subsecretário-Geral de Política do Itamaraty, entre outros.

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MDIC fecha acordo que reduz prazos e custos das exportações aos EUA

publicado em 30 de junho de 2016

Dois laboratórios instalados nos EUA passam a realizar, no Brasil, procedimentos para a certificação de produtos brasileiros destinados ao mercado norte-americano

A partir de agora, as empresas brasileiras que vendem produtos para o mercado norte-americano terão mais opções para certificação de seus produtos no Brasil. As empresas Intertek e TUV Rheinland, acreditadas pelo Inmetro, vão ampliar o escopo de certificação dos seus laboratórios no Brasil, e passam a realizar localmente procedimentos para a certificação de produtos brasileiros destinados ao mercado dos Estados Unidos.

A medida foi anunciada nesta quarta-feira pelos secretários de Comércio Exterior, Daniel Godinho, e de Comércio e Serviços, Marcelo Maia, na Câmara de Comércio Brasil-EUA, em Washington-DC, e vai possibilitar que exportadores brasileiros passem a contar com mais opções para a certificação de seus produtos. “Tais medidas reduzem consideravelmente, e de forma imediata, os custos e prazos envolvidos nos processos de adequação dos produtos nacionais a exigências normativas”, disse Godinho.

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Embarques pelo Porto de Santos mantém tendência de alta

publicado em 30 de junho de 2016

O Porto de Santos exportou, de janeiro a maio de 2016, o valor de US$ 22,2 bilhões. Com este resultado, fica mantida a tendência de crescimento no valor comercial das exportações pelo cais santista. O número é US$ 2 bilhões a maior que o verificado no mesmo período de 2015 (US$ 20,2 bilhões). O desempenho das exportações representa ainda o crescimento da participação de Santos dentre os portos brasileiros, com índice de 30,2%. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e compilados pela Gerência de Estatísticas da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

Os números positivos da balança comercial na exportação se somam aos resultados da movimentação de cargas, uma vez o Porto de Santos voltou a registrar, após 14 meses, crescimento nas importações, com 2,8% de aumento em relação a maio do ano passado. A movimentação de mercadorias no mês também foi recorde, mantendo a tendência registrada em todo este ano.

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Exportações de bens de capital têm crescimento de 10%

publicado em 30 de junho de 2016

Vendas externas da indústria brasileira de bens de capital avançaram em maio e também no acumulado dos cinco primeiros meses do ano. Europa e China compraram mais.

As exportações brasileiras de máquinas e equipamentos cresceram 10% em maio sobre o mesmo mês do ano passado, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (29) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). A receita com as vendas ficou em US$ 696 milhões. Sobre abril houve avanço de 2%.

No acumulado do ano as exportações também cresceram. O faturamento gerado de janeiro a maio foi de US$ 3,2 bilhões, com avanço de 0,9% sobre iguais meses do ano passado. Esse foi o primeiro resultado positivo do ano.

As máquinas que se destacaram na exportação no acumulado de 2016 foram as para fabricação de bens de consumo, com alta de 47,5%, as para indústria de transformação, com exportação 20,4% maior, e as para indústria de bens de capital, com aumento de 17,8%.

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Brasil quer ampliar fluxos bilaterais do comércio de serviços com os EUA

publicado em 29 de junho de 2016

O secretário de Comércio e Serviços do MDIC, Marcelo Maia, (na foto, à esquerda) participa durante esta semana, em Washington e em Nova Iorque, de uma série de reuniões com autoridades do governo e executivos de grandes empresas dos EUA. O objetivo é aprofundar a cooperação bilateral no setor de serviços e melhorar a competitividade das empresas brasileiras do setor.

“Os Estados Unidos são o principal parceiro comercial do Brasil em serviços. Embora já exista um comércio consolidado em diversos segmentos do setor, há ainda um grande potencial para desenvolver outros segmentos que não alcançaram destaque no atual fluxo bilateral”, avalia Maia. Segundo os dados do Siscoserv, os serviços mais vendidos do Brasil para os EUA são os gerenciais, de consultoria gerencial, de relações públicas e de comunicação social, com 14% do total das vendas brasileiras. Além disso, destacam-se, entre as dez posições com maior representatividade, serviços intensivos em conhecimento, como os serviços de consultoria, P&D e de Tecnologia da Informação (TI).

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Café brasileiro deve gerar US$ 45 milhões em feira em Dublin, na Irlanda

publicado em 29 de junho de 2016

Iniciativa integra as ações do projeto setorial desenvolvido em parceria por Apex-Brasil e BSCA, e poderá resultar em US$ 3 milhões a mais do que em 2015

O Brasil marcou presença na principal feira de cafés especiais da Europa, a SCAE World of Coffee 2016, realizada de 23 a 25 de junho, em Dublin, na Irlanda. Vinte empresários nacionais realizaram US$ 10 milhões em negócios no evento e estimam concretizar a comercialização de mais US$ 35 milhões nos próximos 12 meses, o que implica um aumento de US$ 3 milhões sobre o montante obtido em 2015. A iniciativa foi realizada através do projeto setorial Brazil.

The Coffee Nation, que é desenvolvido em parceria pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).
A participação nacional teve foco na apresentação e na degustação dos cafés especiais de diversas regiões do País, servidos coados e espresso, em um estande estrategicamente montado para evidenciar a imagem de sustentabilidade, sofisticação e futuro da cafeicultura nacional, divulgando o respeito a questões ambientais, sociais e econômicas através de informações e imagens do posicionamento Brazil. The Coffee Nation.

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Setor calçadista busca retomar a produção

publicado em 28 de junho de 2016

O ano de 2015 não foi positivo para os calçadistas brasileiros. Ao longo do ano passado, as 7,9 mil indústrias de calçados viram a produção despencar mais de 7%, queda que ocasionou a perda de mais de 25 mil postos de trabalho ao longo do ano. A sequência de más notícias teve continuidade no primeiro semestre de 2016, com a redução da demanda no mercado interno e a perda de confiança de empresários e consumidores com a situação política e econômica brasileira. Mas parece que a roda parou de andar para trás. Pelo menos essa foi a tônica da coletiva de imprensa realizada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), realizada segunda=feira (27) na Francal, em São Paulo/SP.

O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destacou que a perspectiva de diminuição da produção de calçados na China deve abrir oportunidades no mercado internacional. “Isso soa como música aos nossos ouvidos. Temos um parque fabril estruturado, esperando a demanda aumentar no mercado interno e internacional”, disse. Segundo ele, o Brasil, que produz cerca de 850 milhões de pares de calçados anualmente, tem possibilidades de, “tranquilamente”, ultrapassar a marca de 1 bilhão de pares produzidos. “Temos uma capacidade ociosa em torno de 20%. Assim que foram restalecidas as condições de competitividade, buscaremos esse patamar. Estamos preparados para atender a demanda assim que ela voltar”, acrescentou.

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Exportação de vestuário é oportunidade para pequenas empresas brasileiras

publicado em 28 de junho de 2016

A desvalorização do real perante o dólar está abrindo oportunidades para os produtos nacionais ficarem mais atrativos ao mercado externo. Um exemplo está no setor do vestuário: segundo pesquisa recente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), o volume de itens exportados deve crescer 1,5% neste ano. Este é o cenário que o relatório de Vestuário do Sistema de Inteligência Setorial (SIS) analisa, elencando dicas para pequenos empresários do setor aproveitar o câmbio positivo para vender a outros países.

Em 2015, mesmo com a desvalorização do real, o setor de vestuário perdeu competitividade em função da crise econômica no Brasil. Tanto a produção interna quanto as exportações brasileiras neste segmento apresentaram uma retração de 10%. O principal mercado comprador foi o Paraguai, responsável por 20,9% das compras internacionais, seguido pelos Estados Unidos (15%), Uruguai (11,7%), Bolívia (8,2%) e Chile (5,2%).

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Balança comercial: quarta semana de junho tem superávit de US$ 1,1 bilhão

publicado em 27 de junho de 2016

Na quarta semana de junho, com cinco dias úteis, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,1 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,009 bilhões e importações de US$ 2,909 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 13,867 bilhões e as importações, US$ 10,418 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,448 bilhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

A média das exportações da quarta semana chegou a US$ 801,8 milhões – valor 5,7% acima da média de US$ 758,3 milhões até a terceira semana – em razão do aumento nas exportações de produtos manufaturados (10,8%), por conta de automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio, veículos de carga, açúcar refinado, laminados planos de ferro e aço, autopeças, tubos de ferro fundido; e produtos básicos (6,4%), devido a minério de ferro, petróleo em bruto, carne de frango, farelo de soja, fumo em folhas. Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-9,22%), em razão de celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, catodos de cobre.

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