Comércio e indústria da transformação puxam recuo da economia

publicado em 29 de maio de 2015

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Os desempenhos negativos do comércio e da indústria da transformação foram os setores que mais contribuíram para a queda do desempenho da economia brasileira no primeiro trimestre deste ano. Na comparação com o primeiro trimestre de 2014, a economia brasileira recuou 1,6%, resultado puxado por quedas de 6% no comércio e de 7% na indústria da transformação.

“O comércio está há quatro trimestres com taxa negativa, pelo comportamento da indústria da transformação, e agora a queda se intensificou, também influenciada pela queda do consumo das famílias. Já na indústria da transformação, toda a indústria automotiva teve queda, inclusive a parte dos automóveis leves, devido à suspensão dos incentivos fiscais e a renda comprometida das famílias. Também houve queda na parte da indústria pesada, de máquinas e equipamentos, influenciado por aumento de juros”, disse a coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palis.

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Mercosul precisa priorizar agenda econômica, afirma Carlos Abijaodi

publicado em 29 de maio de 2015

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Em artigo, o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI defende mudanças no bloco visando maior integração comercial entre os países

Há uma convicção no meio empresarial de que o atual Mercosul não atende às necessidades das empresas, sobretudo em um mundo que vem experimentando importantes mudanças no sistema de comércio.

Duas importantes tendências vêm alterando a governança do comércio mundial e deveriam ter influência sobre a formulação de políticas no Brasil: a fragmentação da produção em cadeias globais de valor e a negociação de mega-acordos regionais que visam, mais do que acesso a mercados, incorporar disciplinas e marcos regulatórios inovadores.

A participação reduzida do Brasil nas cadeias globais de valor e a falta de acordos relevantes que incorporem temas como serviços, investimentos e barreiras não tarifárias, faz aumentar os obstáculos para que as empresas brasileiras se inseriram mais e melhor no comércio mundial.

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SICC enfrenta a crise e registra incremento de vendas

publicado em 29 de maio de 2015

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O 24º Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC), que reuniu cerca de 1,7 mil marcas de calçados e acessórios entre os dias 25 e 27 de maio, no Serra Park, em Gramado/RS, teve saldo positivo. A avaliação é da promotora do evento, a Merkator, que destaca um resultado “além das expectativas e que mostra a disposição do lojistas em renovar as vitrines com produtos inéditos na expectativa de um segundo semestre de recuperação”.

O diretor da Merkator, Frederico Pletsch, reconhece o momento de instabilidade, mas destaca que o cenário construído é muito mais grave assustador do que realmente é. “No SICC percebemos empresários trocando informações, fabricantes e lojistas, sobre o momento econômico. Certamente, nessa sinergia, os fez perceber que a crise não é tão grande quanto parece”, constata.

A percepção do diretor da feira é compartilhada pelos expositores. O diretor da Vulcabras|azaleia, Pedro Bartelle saiu entusiasmado com a visitação e os negócios encaminhados. “Esta é uma feira na data certa para o lançamento das coleções, o que reverte em um desempenho muito favorável para o expositor”, diz o executivo.

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Exportações de bens de capital têm queda de 23%

publicado em 28 de maio de 2015

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Indústria brasileira de bens de capital vendeu menos ao exterior no mês passado e também no quadrimestre. Equipamentos para agricultura, logística e construção civil tiveram pior desempenho.

As exportações brasileiras de bens de capital recuaram 23% em abril sobre o mesmo mês do ano passado, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (27) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Também caiu, mas menos, 15,6%, o valor exportado no primeiro quadrimestre sobre igual período de 2014.

Em abril, a receita do segmento com o mercado externo foi de US$ 614 milhões. Nos quatro primeiros meses do ano, o faturamento com a exportação alcançou US$ 2,6 bilhões. “Isto confirma que o câmbio ainda não está competitivo e o quadro é agravado, ainda mais, pela paralisia dos financiamentos à exportação”, diz texto divulgado pela Abimaq.

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Governo russo anuncia embargo à importação de carne do Brasil

publicado em 28 de maio de 2015

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O serviço veterinário russo Rosselkhoznadzor vai embargar a importação de carne de dez unidades de frigoríficos brasileiros a partir de 9 de junho, incluindo abatedouros de bovinos e suínos da JBS, BRF e Marfrig, informou o órgão do governo russo; serviço veterinário disse que sua decisão foi tomada depois de um inspeção em unidades brasileiras em março por fiscais russos, segundo a agência Interfax; Rússia foi o segundo maior importador de carne bovina do Brasil em 2014 e o maior comprador de carne suína brasileira

O serviço veterinário russo Rosselkhoznadzor vai embargar a importação de carne de dez unidades de frigoríficos brasileiros a partir de 9 de junho, incluindo abatedouros de bovinos e suínos da JBS, BRF e Marfrig, informou nesta quarta-feira o órgão do governo russo.

O serviço veterinário disse que sua decisão foi tomada depois de um inspeção em unidades brasileiras em março por fiscais russos, segundo a agência Interfax.

A Rússia foi o segundo maior importador de carne bovina do Brasil em 2014 e o maior comprador de carne suína brasileira. As maiores companhias que sofreram restrições têm condições de redirecionar as exportações para outras unidades ainda habilitadas, segundo associação de exportadores.

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Novos produtos são incluídos na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum

publicado em 27 de maio de 2015

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O Diário Oficial da União (DOU) de hoje traz outras alterações na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (LETEC) por meio das Resoluções Camex nº 51 de 2015. Os produtos “equipamentos para parques temáticos” e “preservativo feminino” foram incorporados à relação. Já os produtos “eixos e rodas ferroviárias” e “placas de barreiras com resinas sintéticas protetoras de pele com ou sem flange” tiveram que ser retirados da lista em função das alterações feitas.

O produto “equipamentos para parques temáticos”, de código 9508.90.90 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), teve o Imposto de Importação reduzido de 20% para 0%, com criação de 15 destaques-tarifários referentes aos equipamentos beneficiados com redução tarifária. De acordo com o Ministério do Turismo, isso pode motivar investimentos de cerca de US$ 15 milhões e gerar aproximadamente 1.500 novos postos de trabalho com a implementação, manutenção e operacionalização dos equipamentos.

O código NCM 4014.10.00, referente ao produto “preservativo feminino”, também teve redução no Imposto de Importação, de 10% para 0%, com criação dos destaques-tarifários “preservativos femininos confeccionados em borracha nitrílica” (001) e “preservativos femininos confeccionados em borracha natural” (002).

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Acordo entre Apex-Brasil e ProMéxico estimula o intercâmbio comercial

publicado em 27 de maio de 2015

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O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), David Barioni Neto, e o diretor geral da ProMéxico (entidade de promoção de comércio e investimentos do México), Francisco Gonzáles Díaz, assinaram na tarde de ontem (26/05) acordo de cooperação que estabelece condições para ampliar o intercâmbio comercial e de investimentos entre os dois países.
Participaram da cerimônia a presidenta Dilma Roussef, o presidente do México, Enrique Enrique Peña Nieto, os presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga, e do Conselho Empresarial Mexicano de Comércio Exterior, Investimentos e Tecnologia, Enrique Gonzáles Calvillo.

Atualmente, o Brasil é o segundo país que mais recebe investimentos mexicanos, atrás apenas dos Estados Unidos: em 2014 o aporte foi de US$ 23 bilhões em áreas como alimentação, bebidas e telecomunicações. Já o fluxo comercial entre os dois países no ano passado ficou pouco acima dos US$ 9 bilhões.

A partir do acordo, as duas entidades – Apex-Brasil e ProMexico – passam a trabalhar em conjunto no compartilhamento de informações de inteligência comercial, identificando setores de oportunidades, requisitos de acesso, regulamentos e incentivos, estatísticas, entre outros pontos fundamentais para a definição de estratégias de comércio exterior.

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Navegação entre sistemas administrativos de comércio exterior está mais fácil

publicado em 27 de maio de 2015

Para facilitar a navegação entre os módulos administrativos do Siscomex foi implementada tecnologia que facilita o acesso para os usuários que tenham certificado digital. Essa funcionalidade permite que o usuário transite entre os sistemas Siscomex Exportação – NovoEx, Siscomex Importação – Licenciamento de Importações, módulo TabelasWEB e Drawback Isenção, Suspensão e Integrado.

Na nova aba “Sistemas”, disponível em cada um dos módulos administrativos, o usuário tem acesso rápido e seguro, sem necessidade de realizar novos logins, às operações de registro de exportação, licenciamento de importações e admissão ao regime aduaneiro especial de drawback nas modalidades suspensão e isenção, tudo a partir de qualquer módulo em que esteja trabalhando. “É uma funcionalidade que proporciona ao importador ou exportador uma experiência de integração entre diferentes módulos do Siscomex, alinhada aos propósitos do Programa Portal Único de Comércio Exterior.”, explica o diretor do Departamento de Operações de Comércio Exterior do MDIC, Renato Agostinho.

Portal Único de Comércio Exterior tem novas ferramentas

publicado em 27 de maio de 2015

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A partir de agora, importadores e exportadores podem consultar controles administrativos incidentes sobre as transações comerciais em um único lugar. O Portal Siscomex conta com os “Simuladores do Tratamento Administrativo” para importações e exportações, recursos que podem ser acessados sem a necessidade de cadastro prévio.

As ferramentas permitem consulta ao tratamento administrativo aplicável às exportações e importações brasileiras por meio da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) da mercadoria ou de outras informações pertinentes à operação pretendida. A pesquisa busca identificar a exigência de anuência de órgãos federais e outras restrições incidentes sobre a mercadoria que se deseja importar ou exportar.

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Automechanika Dubai terá empresas brasileiras

publicado em 27 de maio de 2015

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Feira ocorre de 2 a 4 de junho nos Emirados e receberá número de companhias nacionais bem maior do que em 2014. Dólar favorável para exportação é um dos motivos para procura.

A indústria brasileira de autopeças estará presente na Automechanika Dubai 2015, que ocorre na próxima semana, entre os dias 2 e 4 de junho, nos Emirados Árabes Unidos. Um grupo com 17 empresas fabricantes do segmento vai mostrar seus produtos em um espaço organizado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A participação brasileira ocorre por meio do Brasil Auto Parts – Trusted Partners, projeto levado adiante pelo Sindipeças e pela Apex-Brasil para promover a indústria do segmento e seus produtos no mercado internacional. A presença nacional será bem maior neste ano do que no ano passado, quando foram à mostra de Dubai dez empresas.

Antônio Carlos Bento, conselheiro do Sindipeças responsável pela área de Feiras e Eventos e pelo programa Brasil Auto Parts – Trusted Partners, cita vários motivos para esse maior interesse das empresas pela feira. Um deles é a ajuda dada pela Apex-Brasil para reduzir o custo da participação para as companhias na mostra. Além disso, ele aponta também o dólar favorável para a exportação e o mercado brasileiro, que está em baixa.

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