Exportação aos países árabes cresceu 5% em junho

publicado em 14 de julho de 2014

AÇUCAR
Vendas à região avançaram pela primeira vez no ano e renderam mais de US$ 1 bilhão. Desempenho foi influenciado pelo açúcar, minério de ferro e produtos químicos.

As exportações brasileiras aos países árabes renderam mais de US$ 1 bilhão em junho, um aumento de 5,36% em comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) compilados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira. Foi o primeiro mês de 2014 em que houve crescimento das vendas para a região.

O desempenho foi influenciado principalmente pelos embarques de açúcar, que somaram US$ 372 milhões, um avanço de 26,2% em relação a junho de 2013. Em volume, as exportações aumentaram ainda mais, 36%, e ficaram em 857 mil toneladas, Ou seja, isso indica que houve de fato aumento de demanda, e não apenas de preço.
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Junho registra leve recuperação nas exportações de calçados

publicado em 13 de julho de 2014

CALÇADOS-B
Depois de três quedas consecutivas, as receitas com os embarques voltaram a crescer no mês seis, chegando a US$ 83,36 milhões

O mês de junho registrou uma leve recuperação nas exportações de calçados. Depois de três quedas consecutivas, as receitas com os embarques voltaram a crescer no mês seis, chegando a US$ 83,36 milhões. O crescimento de 3,5% na relação com o mesmo mês do ano passado, porém, não foi suficiente para reverter um quadro que vem se agravando desde o início do ano. Entre janeiro e junho foram embarcados 63,7 milhões de pares que geraram US$ 522,36 milhões, número 6,2% superior em pares e 2,6% inferior em dólares no comparativo com o primeiro semestre de 2013. “O número se explica pela queda do preço médio do nosso produto (-8,2%), agora em US$ 8,20”, ressalta o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein.

As importações de junho também registraram incremento, de 31% com relação ao mês seis do ano passado, chegando a US$ 58 milhões. Nos seis primeiros meses as importações já somaram US$ 313 milhões, 9,3% mais do que no mesmo período de 2013. O resultado foi mais uma queda na balança comercial de calçados, de 15,1%. “As condições de competitividade do calçado brasileiro estão cada vez mais deterioradas e quem está aproveitando a oportunidade é justamente o importador asiático”, avalia Klein, para quem o Custo Brasil aliado às instabilidades econômicas dos principais parceiros comerciais e um dólar instável é uma combinação “desastrosa” para a indústria nacional.

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Empresas do setor de food service se apresentam na MEXIPAN

publicado em 11 de julho de 2014

MAXIPAN
Buscando novas oportunidades de negócios, 12 empresas brasileiras do setor de food service se apresentam na 13ª edição da MEXIPAN, principal feira da América Latina para os setores de panificação, confeitaria, chocolates e sorvetes. A iniciativa é organizada pelo Projeto Setorial Brasil Food Service, realizado em parceria entre a Associação Brasileira das Indústrias de Equipamentos, Ingredientes e Acessórios para Alimentos (ABIEPAN) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com o objetivo de promover as exportações brasileiras do setor.

Realizada a cada dois anos, a 13ª Mexipan acontecerá de 27 a 30 de agosto de 2014, na Cidade do México. Durante os quatro dias do evento, as empresas brasileiras terão a oportunidade de apresentar as mais novas tecnologias em máquinas e equipamentos, matérias-primas, ingredientes e serviços para os setores de panificação e confeitaria. Participam da ação as empresas Arcolor, Bralyx, Do Trigo, Duas Rodas, Indiana, Multifritas, Pman, Prática, PS Arquitetura, Tedesco e Titã, além da Village, empresa do Projeto Setorial Happy Goods, realizado em parceria entre a Apex-Brasil e a Associação Nacional das Indústrias de Biscoitos (ANIB).

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Empresários participam da Missão África organizada pela Apex-Brasil

publicado em 10 de julho de 2014

apexbrasillogo
Empresas dos setores de Máquinas & Equipamentos, Casa & Construção, Alimentos & Bebidas e Higiene & Cosméticos vão participar da Missão África Austral (África do Sul, Moçambique e Angola), entre os dias 15 e 25 de julho. Organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a Missão, vai levar cerca de 30 empresas brasileiras para o continente africano para participarem de seminários de oportunidades comerciais nos países africanos e rodadas de negócios entre empresas do Brasil e da África.

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Inscrições abertas para Missão Comercial e Técnica à Itália

publicado em 10 de julho de 2014

MacFrut

A missão acontecerá durante uma das maiores feiras do setor de hortifruticultura da União Europeia, a MacFrut

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) abriu nessa quarta-feira (09) as inscrições para a Missão Comercial e Técnica à Itália, que ocorrerá durante a feira MacFrut 2014, entre os dias 22 e 26 de setembro. As inscrições vão até do dia 27 de julho.

Produtores rurais, pesquisadores, extensionistas e demais profissionais, além de empresas da cadeia de hortifruticultura poderão participar de programações relevantes da cadeia de produção de frutas e hortaliças, como visitas técnicas a propriedades rurais, instalações de processamento, central de distribuição, dentre outros.

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Exportações do agronegócio tem crescimento de 4,7% em junho

publicado em 9 de julho de 2014

AAAAACOLHEITASOJA
No mês de junho de 2014, as exportações brasileiras de produtos do agronegócio atingiram o montante de US$ 9,61 bilhões, o que representa um crescimento de 4,7% em comparação aos US$ 9,18 bilhões exportados no mesmo período do ano anterior. No que tange às importações, a cifra alcançada em junho foi de US$ 1,21 bilhão, com decréscimo de 5,0% sobre o valor adquirido no mesmo mês de 2013 (US$ 1,28 bilhão). Dessa forma, o saldo da balança comercial do agronegócio no mês foi de US$ 8,40 bilhões (+6,3%).

O principal setor exportador do agronegócio continua sendo o complexo soja, com vendas externas de US$ 4,62 bilhões (+10,5%) e 8,73 milhões de toneladas embarcadas (+10,6%). O produto de maior receita dentro do setor foi a soja em grão, com o valor de US$ 3,57 bilhões (+4,0%) e quantum comercializado de 6,89 milhões de toneladas (+6,1%). Complementando o setor, as exportações de farelo de soja geraram uma receita de US$ 918 milhões (+48,5%), com embarque de 1,68 milhão de toneladas (+32,8%), e as vendas de óleo de soja atingiram a marca de US$ 134 milhões (+3,9%), com 152 mil toneladas negociadas (+22,2%).

O segundo setor em vendas no mês de junho de 2014 foi o setor de carnes, com a cifra de US$ 1,42 bilhão (+11,3%) e quantum de 489 mil toneladas comercializadas (+1,3%), além de expansão de 10,0% no preço médio de venda dos itens do setor. As exportações de carne de frango alcançaram a cifra de US$ 617 milhões (-2,4%), com o embarque de 296 mil toneladas (-3,1%) e preço médio de US$ 2.081 por tonelada (+0,8%). Já as exportações de carne bovina geraram US$ 582 milhões em receita no período destacado (+19,3%), com a comercialização de 124 mil toneladas (+10,4%), e aumento de 10,4% no preço médio do produto (US$ 4.699 por tonelada). Em seguida, se destacaram as vendas de carne suína e carne de peru, com as cifras de US$ 167 milhões (+70,1%) e US$ 22 milhões (-20,6%), respectivamente.

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Fluxo cambial fica negativo no início de julho, depois de fechar junho positivo

publicado em 9 de julho de 2014

AFLUXO
O saldo da entrada e saída de dólares do país, fluxo cambial, fechou junho positivo em US$ 118 milhões, mas iniciou este mês com déficit. Na primeira semana de julho, o saldo negativo chegou a US$ 1,608 bilhão.

Em junho, o segmento comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou negativo em US$ 1,772 bilhão e o financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações), positivo em US$ 1,890 bilhão.

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Argentina mistura críticas justas aos fundos a bravatas pueris

publicado em 9 de julho de 2014

SERGIO MOTTA
De Sérgio Motta *

Em 2001, a Argentina não conseguiu honrar com sua dívida e decretou moratória. Todos sabem que o mundo dos negócios apresenta distorções, favorece os donos do capital e pode criar enormes injustiças sociais e econômicas, de que são exemplos recentes, entre outros, Espanha, Portugal e Grécia. A Espanha está com desemprego de quase 50% entre os jovens; em Portugal, o governo corta subsídios para entidades beneficentes e a Grécia reduz salários e aumenta tributos. Mas essa é a ordem vigente no mundo.

Não se pode defender os fundos chamados de abutres, que compram dívidas desvalorizadas para tentar obter lucros, nem admitir que juízes de primeira instância de outros países afetem a soberania das nações. Mas, igualmente, é inaceitável que governos, em vez de tentar resolver seus problemas econômicos, lancem mão de jargões políticos ultrapassados, pseudamente nacionalistas. Não adianta citar casos de colonialismo – como as Ilhas Malvinas – ou destacar o lado mau do capitalismo. Há que se agir com prudência, arrumar a casa e negociar externamente. Quem se insurge contra isso pode até estar com razão, mas verá seus navios e aviões sob ameaça de retenção no exterior, o mesmo podendo ocorrer com depósitos no exterior de entidades governamentais.

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Coalizão B20 aponta medidas para impulsionar o comércio global

publicado em 8 de julho de 2014

Os principais líderes de associações empresariais dos países do G-20 recomendam a redução do protecionismo e outras ações para a recuperação econômica

A Coalizão B20, um grupo de líderes de associações empresariais independentes dos países do G20, divulgaram nesta terça-feira (08), o relatório “Comércio para o crescimento: um novo regime para o século 21”. Nele, os empresários defendem que os líderes das nações mais desenvolvidas tomem medidas importantes para impulsionar o comércio global e acelerar a recuperação econômica.

O documento é o primeiro de uma série sobre as posições do B20 que serão divulgados em 2014, com uma análise do cenário atual do comércio e recomendações multilaterais para aproveitar o clima favorável entre os países, criado pelo acordo da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Bali, na Indonésia, em dezembro de 2013. Segundo o presidente da Coalizão B20, o presidente da Câmara de Comércio do Canadá, Perrin Beaty, o avanço nas negociações em Bali injetou nova energia nas negociações comerciais. “Os governos devem agora aproveitar o momento para empurrar a agenda de liberalização do comércio para a frente, colocar a rodada de Doha de volta aos trilhos e, assim, melhorar a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo”, disse.

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A CRISE: Argentina reafirma que não pode cumprir sentença favorável a “fundos abutres”

publicado em 8 de julho de 2014

A Argentina começou a negociar nesta segunda-feira (7) uma saída para a crise da dívida externa, desencadeada pela decisão da Justiça norte-americana, favorável aos chamados “fundos abutres”: os que não aceitaram participar dos dois planos de reestruturação da dívida, depois do calote de 2001, e abriram processo em Nova York para cobrar o devido, sem desconto. O resultado dessas negociações vai definir se o governo argentino pode honrar os compromissos com os credores ou vai ser obrigado a decretar a segunda moratória da divida em 13 anos.

O ministro da Economia, Axel Kicillof, esteve reunido, na tarde de hoje, pela primeira vez, com Daniel Pollack – o advogado nomeado pela Justiça norte-americana como mediador entre o governo argentino e os fundos abutres. A missão dele é acabar com o impasse que impediu a Argentina de pagar o vencimento de US$ 900 milhões no ultimo dia 30. Durante o encontro, o governo argentino expôs sua posição e reiterou a vontade de buscar uma solução “equitativa”, mas reafirmou que será “impossível” cumprir a sentença do juiz Thomas Griesa “tal como esta”.

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