Empresas brasileiras na feira de móveis de Dubai

publicado em 28 de março de 2015

DUBAI FEIRA
Este ano, 19 empresas brasileiras participam da Index, feira de móveis e decoração, que acontece de 18 a 21 de maio, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. São oito empresas a mais do que o Brasil levou na edição de 2014.

“Com base nos resultados da edição anterior, mais empresas demostraram interesse em participar, principalmente as que trabalham com design mais sofisticado”, contou Willian Casarim, gerente do projeto Brazilian Furniture, que organiza a participação brasileira no evento.

O Brazilian Furniture, projeto que promove as exportações do setor moveleiro do Brasil, é gerido em parceria pela Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Segundo os dados do projeto, em 2014, as empresas que participaram da Index fecharam US$ 1,038 milhão em negócios na feira, com expectativas de vendas de mais US$ 4,34 milhões para os 12 meses seguintes.

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Levy diz que economia dá sinais de recuperação pelas exportações

publicado em 28 de março de 2015

LEVYY
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse sexta-feira (27), no Rio, que a economia brasileira já dá sinais de recuperação, por meio do crescimento das exportações. Ele pontuou que o resultado fraco do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado reflete um momento de transição do país, que teve, em 2014, atividade econômica abaixo da expectativa.

“O resultado do PIB mostrou que a gente está em uma transição. Começa a haver recuperação das exportações. No ano passado, a contribuição das exportações e importações foi neutra, uma compensou a outra. Neste ano, esperamos que haja recuperação das exportações e que o setor externo possa ajudar o crescimento da economia. Nos últimos anos não foi assim, então esta pode ser uma mudança positiva”, disse Levy, após participar, no Rio de Janeiro, de reunião do Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Levy disse que a expectativa é de recuperação do investimento no segundo semestre do ano. “O investimento foi realmente um pouco mais fraco no ano passado. Há um esforço de que a gente veja, mais para a segunda metade do ano, uma recuperação do investimento. Isto é muito importante para a retomada do país. A própria exportação deve criar demanda por investimentos, via empresas que queiram se aparelhar não só para exportar, mas também para atender o mercado local, criando empregos”, acrescentou.

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Fiesp estima retração de 1,5% na economia e espera ano de dificuldades

publicado em 27 de março de 2015

paulo-skaf
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) avalia que 2015 será um ano de dificuldades. Com base no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) do ano passado, a Fiesp estimou retração de 1,4% na economia brasileira em 2015. A economia do país ficou praticamente estagnada em 2014, crescendo apenas 0,1%, informou hoje (27) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para a indústria de transformação, a Fiesp prevê queda de 4,9% no nível de atividade em 2015. No ano passado, o PIB do setor caiu 3,8%. A indústria foi um dos setores que contribuíram para a queda do resultado da economia em 2014.

“Estamos vivendo um conjunto de más notícias: aumento do desemprego, restrição de crédito no mercado, inadimplência, queda dos negócios, falta de contratação de obras, o não pagamento de fornecedores, Petrobras completamente parada, envolvimento das grandes construtoras na [Operação] Lava Jato e, ainda, escassez de energia e água, ou seja, em meio a toda essa confusão, a verdade é que a somatória de tudo isso nos leva a crer que o ano de 2015 será um ano só de dificuldades”, diz, em nota, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

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Softex lança Pocket Guide TI sobre exportação de serviços

publicado em 27 de março de 2015

SOFTWXX
Publicação gratuita foi elaborada de forma participativa e oferece subsídios às pequenas e médias empresas interessadas em atuar no mercado internacional

A Softex está disponibilizando a primeira edição do Pocket Guide TI Acessando o Mercado Internacional, publicação eletrônica que tem por objetivo esclarecer as dúvidas mais frequentes de empreendedores de pequeno e médio porte do setor de software e serviços de TI sobre como atuar no mercado externo.
“Desde a seleção do tema até a produção do conteúdo, tudo foi elaborado de forma participativa seguindo o modelo bottom up adotado pela Softex desde o ano passado. A internacionalização é vital para a nossa indústria e o lançamento do Pocket Guide é mais uma colaboração importante da Softex para estimular a presença de nossas empresas no mercado exterior”, destaca Ney Leal, vice-presidente executivo da entidade.

Este primeiro número tem como tema central o Ambiente Legal Brasileiro e seu conteúdo foi produzido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com a cooperação técnica da Drummond e contou com a colaboração de 15 empresas do setor.

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Desgoverno preocupa empresários e oposição

publicado em 27 de março de 2015

SERGIO MOTTA
De Sergio Motta *

Até recentemente, os adversários de Dilma Rousseff lutavam contra ela em todos os setores. Defendiam o quanto pior melhor na área social, queriam mais desemprego e torciam para que o Brasil “do PT” perdesse grau de investimento. No entanto, segundo um empresário de primeira linha e um político de oposição, o cenário mudou. As coisas desandaram com tanta rapidez no país que os empresários torcem a favor, para evitar um caos na economia. E a oposição já se mostra temerosa de se chegar a uma situação de ingovernabilidade que prejudicaria mais o PT, mas afetaria profundamente a todos os brasileiros.

Dilma não tem voz firme sequer sobre o PT, muito menos com a base aliada. Eduardo Cunha, na Câmara, e Renan Calheiros, no Senado, representam perigoso fogo amigo. Não se sabe exatamente como andam as relações Dilma–Lula, enquanto pesquisas apontam não só pouco respaldo à dirigente máxima, como indicam que, para mais de 80% dos brasileiros, ela sabia do que ocorria na Petrobras. Sabia ou foi péssima presidente do conselho da estatal.

A luta pelo ajuste fiscal tem aspectos bizarros, principalmente porque Dilma, ao abandonar a diretriz Mantega, de dar mais linha à pipa, e passar a cortar verbas, não admitiu sua culpa e creditou tudo a um inexato cenário internacional negativo. Joaquim Levy posa como superministro, mas vai entrar para o Guiness como o único todo-poderoso da Fazenda que não indicou os nomes de BC, BB, Caixa, BNDES – nem apita na Petrobras. No fundo, Dilma parece não acreditar no arrocho agora defendido por ela e por Levy.

Se há algo que prejudica o Poder Executivo é a queda de popularidade, pois deputados e senadores querem ficar ao lado de quem tem prestígio, como ocorria com Lula no Planalto. Na economia, poucos empresários levantam a cabeça para prever aumento de receita e de lucro em 2015. Especialmente no Estado do Rio de Janeiro, com a crise da Petrobras, da construção naval e siderurgia, o pessimismo é intenso. Muita gente que torcia por um cenário sombrio para assustar o Governo Federal, já teme pela saúde nacional. É como numa guerra, em que a oposição tem a obrigação de torcer pelo país, para não ficar do lado do exército invasor. A situação é grave.

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Exportações da Termomecanica crescem 15% em 2014

publicado em 26 de março de 2015

Termomecanica
Pelo quinto ano consecutivo a empresa amplia suas vendas no mercado externo e deve alcançar crescimento de 20% até o final de 2015. Em 2014 o volume exportado representou 8% do faturamento. Desde o início do ano passado já foram investidos R$ 12 milhões em maquinário visando aumentar a competitividade e vendas no mercado internacional

A Termomecanica, líder no setor de transformação de metais não ferrosos (cobre e suas ligas), obteve em 2014 um crescimento de 15% nas exportações em relação a 2013. O volume exportado correspondeu a 8% do faturamento da companhia. Esses resultados consolidam a trajetória crescente das vendas para o mercado externo nos últimos cinco anos. A estratégia, principalmente diante do desfavorável cenário econômico nacional, é ampliar ainda mais o volume de exportações, atingindo um crescimento de 20% em 2015.

“Com as vendas internas tão desaquecidas, estamos acelerando nossas iniciativas para nos tornarmos um fornecedor global de produtos semielaborados de cobre. A ideia é sermos competitivos em preço, prazo de entrega e qualidade, no mercado internacional, como somos no Brasil”, afirma Regina Celi Venâncio, presidente da Termomecanica.
Os resultados positivos das exportações são consequência de investimentos que vem sendo realizados na modernização do setor de produção da Termomecanica, assim como das iniciativas comerciais em novos mercados. Além disso, as fábricas do Chile e da Argentina passaram também a ser pontos de distribuição para os produtos produzidos no Brasil, e um terceiro ponto, em breve, será instalado nos EUA. Essa iniciativa permite à empresa ser mais rápida no cumprimento dos prazos de entrega e, em alguns casos, reduz os custos de exportação.

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Faturamento da indústria de máquinas e equipamentos cresce 6,5% em fevereiro

publicado em 25 de março de 2015

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O faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos registrou aumento de 6,5% em fevereiro, em relação ao mês anterior, e totalizou R$ 6,023 bilhões. Se comparado ao mesmo mês do ano passado, a receita bruta foi 7,3% maior. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

A entidade destacou, em nota, que “apesar da melhora nas vendas para o mercado interno, o crescimento ocorrido em fevereiro de 2015 é devido mais à fraca base de comparação do período, do que a um aumento real”.

O resultado das exportações, US$ 791 milhões, foi 0,9% maior que o de janeiro. Já em relação ao mesmo mês de 2014, as exportações caíram 24,5%. No primeiro bimestre do ano, as exportações tiveram queda de 27,7%, na comparação com igual período de 2014.

A Abimaq informou que, mesmo com o resultado acumulado abaixo do de 2014, as exportações mantiveram uma participação elevada, de 37%, no total das vendas, acima da média histórica de 32%.

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Inova embala oferece clínicas para empresas da ABICAB

publicado em 25 de março de 2015

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Nos dias 30/03 e 16/04, a Apex-Brasil, em parceria com o Instituto de Embalagens, promove Clínicas de Embalagem, ação que integra o projeto setorial Inova Embala e oferece atendimento individualizado com especialistas sobre o tema. O objetivo é que as empresas recebam orientações, dicas, sugestões e tirem dúvidas a respeito do universo das embalagens, com foco sobretudo em exportação. A participação, gratuita para integrantes do Projeto Inova Embala, requer agendamento de data e horário diretamente com o Instituto da Embalagem (pelo e-mail cristina [at] institutodeembalagens [dot] com [dot] br),
preenchimento de briefing, e que o participante leve suas embalagens para análise no encontro. Não perca, as vagas são limitadas!

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Portal Único de Comércio Exterior amplia uso de documentos digitalizados e simplifica operações

publicado em 25 de março de 2015

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Representantes dos órgãos intervenientes no comércio exterior estiveram reunidos, nesta terça-feira (24/3) no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em Brasília, para conhecer os resultados da fase inicial do módulo “Anexação de Documentos Digitalizados” disponibilizado no Portal Único do Comércio Exterior. Desde o início do trabalho, em dezembro de 2014, já foram entregues eletronicamente mais de 23 mil documentos para a instrução de operações de importação e exportação. A segurança das informações compartilhadas é garantida pela utilização de certificados digitais. “É uma ferramenta de grande impacto no comércio exterior, que mostra que estamos cumprindo o compromisso de entregas graduais para facilitar a vida dos usuários do Siscomex e também dos órgãos públicos que trabalham no controle das operações”, disse o secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho, na abertura do encontro. Durante a reunião, todos renovaram o apoio ao Portal Único e o compromisso de adesão à anexação eletrônica de documentos até o final deste ano.

Além da Secex, a Receita Federal do Brasil também avançou na eliminação do papel nas operações de comércio exterior. Depois de iniciar, em dezembro de 2014, um projeto piloto em quatro unidades do país, a previsão é de que, até julho deste ano, todos os processos referentes às declarações de importação sejam instruídos por meio de documentos digitalizados. Para o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, “esta iniciativa é parte do contexto das ações de governo que visam a melhoria do ambiente de negócios e o fortalecimento da competitividade da indústria nacional, com foco no comércio exterior”. Outros órgãos já iniciaram os trabalhos para o uso da ferramenta em seus processos, ainda em 2015.

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Brasil suspende importação de maçã, pera e marmelo da Argentina

publicado em 25 de março de 2015

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) decidiu, nesta terça-feira (24), suspender a importação de frutos frescos de maçã, pera e marmelo da Argentina devido à presença da praga Cydia pomonella, conhecida como traça da maçã, em carregamentos provenientes daquele país. A suspensão dos três produtos será válida até que o sistema argentino para mitigação de riscos relacionados à praga seja adequadamente reavaliado.

“Tomamos todos os cuidados e tivemos todas as precauções necessárias. Mas, na questão de defesa sanitária e controle de pragas e doenças, o Brasil não pode transigir. A tolerância será zero, independentemente do parceiro comercial”, afirmou a ministra Kátia Abreu.

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