ABIEC renova convênio com a Apex-Brasil para fomentar exportações de carne bovina

publicado em 21 de outubro de 2014

ABIECC
A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) assinaram hoje a renovação do convênio do Projeto Setorial BrazilianBeef. A assinatura aconteceu durante a SIAL – Salon International de l’Alimentation, em Paris, e contou com a presença do presidente da Abiec, Antonio Jorge Camardelli; do presidente da Apex-Brasil, Maurício Borges, e de associados à ABIEC.

Iniciada em 2001, a parceria entre Apex-Brasil e ABIEC tem o objetivo de fortalecer a imagem da carne bovina brasileira, melhorando a percepção de sua qualidade nos países importadores e ampliando, assim, a participação brasileira no mercado mundial de carnes. Em 14 anos, já foram firmados seis projetos, com investimentos de mais de R$ 34 milhões, incluindo os recursos da Apex-Brasil e das próprias empresas. Nos dois anos de convênio, serão investidos R$ 6,3 milhões para dar continuidade às ações de promoção de exportação da carne certificada brasileira.

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Polônia quer mais cooperação com Brasil na área naval

publicado em 21 de outubro de 2014

De Sérgio Motta *
SERGIO MOTTA
O Brasil tem ousadas metas para as próximas décadas, principalmente em relação a navios petroleiros, barcos de apoio, plataformas fixas e navios-sonda para o pré-sal. E um país europeu está vivamente interessado em fornecer ao Brasil. Trata-se da Polônia, que voltou a ser plenamente democrática com o fim do comunismo e que ganhou novo impulso após adesão à União Européia, em 2004.

Em viagem à Polônia, empresários e jornalistas brasileiros puderam ver as possibilidades de fornecimento não só de navios, mas também de barcos de apoio e de equipamentos para comporem plataformas – e ainda de criação de subsidiárias por aqui, para atender ao conteúdo local. O secretário-executivo do Sindicato Nacional da Construção Naval (Sinaval), Sergio Leal, integrou a delegação e participou, como testemunha, de contratos em que os estaleiros Crist e Vistal, de Gdynia, cederam representação, no Brasil, para a empresa Trade Oleo & Gás, do brasileiro Nelson Aquino e da Drillship Solutions, formada no Brasil pelo polonês Andrzej Kawczynski. Também esteve presente Laudezir Carvalho de Azevedo, diretor da Iesa Óleo e Gás.

Os estaleiros Crist e Vistal são privados. O Crist, representado por Frank Utes, membro de seu conselho diretor, acaba de completar 300 projetos e fatura, por ano, 250 milhões de euros, tendo, inclusive, produzido plataformas móveis auto-elevatórias e ainda barcos de apoio tipo PSV. Crist tem o maior guindaste de pórtico de todo o Mar Báltico, com capacidade de processamento de aço de 100 mil toneladas anuais, e o Vistal não só produz navios como tem possibilidade de exportar peças e equipamentos.

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Balança comercial: terceira semana de outubro tem déficit de US$ 724 milhões

publicado em 20 de outubro de 2014

ABALANÇA1
Na terceira semana de outubro (13 a 19), o saldo da balança comercial ficou deficitário em US$ 724 milhões, com desempenho médio diário negativo de US$ 144,8 milhões, e a corrente de comércio somou US$ 8,550 bilhões, com resultado médio por dia útil de US$ 1,710 bilhão.

As exportações foram de US$ 3,913 bilhões (média diária de US$ 782,6 milhões). O resultado está 7,3% inferior à média de US$ 844 milhões, registrada até a segunda semana do mês. Houve retração nas exportações de produtos semimanufaturados (-24,6%), em razão de açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido, e ferro-ligas. Também caíram as vendas de produtos manufaturados (-10,1%), principalmente, de polímeros plásticos, motores para veículos, suco de laranja não congelado, motores e geradores, e laminados planos. Por outro lado, cresceram as exportações de básicos (0,4%), por conta de minério de ferro, petróleo em bruto, farelo de soja e café em grão.

As importações, no período, contabilizaram US$ 4,637 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 927,4 milhões. Houve crescimento de 12,2%, sobre a média verificada até a segunda semana de outubro (US$ 826,5 milhões). Aumentaram os gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, e adubos e fertilizantes.

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Feira do setor de plásticos espera importadores árabes

publicado em 20 de outubro de 2014

feiplar

Mostra apresenta tecnologias em composites, poliuretanos e plásticos de engenharia de 11 a 16 de novembro em São Paulo. Empresários do Oriente Médio participaram de edição anteriores e são novamente aguardados.

A Feiplar, feira do setor de plásticos, espera receber visitantes do mundo árabe. A mostra ocorre de 11 a 16 de novembro no Pavilhão Verde do Expo Center Norte, na capital paulista, e normalmente recebe empresários da região, de acordo com Simone Martins Souza, diretora do grupo Artsim, que promove e organiza a feira.

“Toda feira a gente tem visitantes dos países árabes. Nossos produtos são derivados do petróleo”, afirma a diretora, sobre os itens apresentados na Feiplar. De acordo com ela, os árabes vêm para conhecer o mercado brasileiro. Os principais negócios da feira, porém, ocorrem com os visitantes da América do Sul.

A Feiplar é uma feira voltada para três áreas do setor plástico: os composites, os poliuretanos e os plásticos de engenharia. O grupo de expositores é formado por fornecedores de matérias-primas e de equipamentos para quem produz peças com esses materiais. Também há algumas empresas que expõe as próprias peças para os setores de engenharia e construção civil.

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Empresas brasileiras participam de feira têxtil no Peru

publicado em 19 de outubro de 2014

FEIRAPERU
O Expotextil Peru ocorre todos os anos na cidade de Lima e reúne expositores de todos os setores da Cadeia Têxtil, desde matérias-primas e vestuário até máquinas e equipamentos. Este ano o evento conta com 250 empresas apresentando seus últimos lançamentos e espera 24 mil visitantes nacionais e internacionais.

O Texbrasil (Programa de Internacionalização da Indústria da Moda Brasileira), desenvolvido pela Abit em parceria com a Apex-Brasil apoia a ida de cinco empresas brasileiras ao evento: PH Fit, Farbe, Cedro, Rosset e Expor Manequins. Junot Neto, da PH Fit, destaca a importância da participação em feiras para divulgar os produtos de uma maneira diferente e entrar em contato com novos clientes. “Participamos de feiras internacionais para aumentar o conhecimento do público e compradores de fitas sobre nossa marca. Este ano vamos apresentar nossa linha de fitas rígidas e esperamos um bom resultado de novos negócios”.

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Brasil lamenta atraso para acordos de facilitação do comércio internacional

publicado em 18 de outubro de 2014

Em seu posicionamento mais recente no Comitê de Negociações Internacionais da Organização Mundial do Comércio (OMC), no fim desta semana, o diretor-geral da instituição, o diplomata brasileiro Roberto Azevêdo, informou que, apesar de todos os esforços, seus membros não encontraram uma “solução para desbloquear” o impasse para cumprir o prazo para o Acordo de Facilitação do Comércio. Segundo Azevêdo, “esta pode ser a situação mais grave que a organização já enfrentou”, com impacto em diversas áreas de negociações e gerando “uma crescente desconfiança”, com “efeito paralisante” sobre o trabalho da OMC.

O Brasil sempre foi um dos países mais empenhados na construção de um acordo comercial multilateral. De acordo com o Itamaraty, “o Brasil empenhou-se pela aprovação do conjunto de acordos aprovados em Bali, em dezembro de 2013, que abrange, além de facilitação do comércio, questões de interesse prioritário para o país como administração de quotas tarifárias para produtos agrícolas e a elaboração de um programa de trabalho para conclusão das negociações de Doha”. Por conta disso, é grande a preocupação do governo brasileiro quanto a um possível fracasso das negociações.

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Exportações amparadas pelo drawback suspensão cresceram 18,3% em setembro

publicado em 17 de outubro de 2014

DRAWBACK
As exportações brasileiras amparadas pelo regime aduaneiro especial de drawback na modalidade suspensão somaram US$ 4,7 bilhões em setembro de 2014, o que equivale a 24,38% do total exportado pelo país no período. Em comparação ao mesmo mês em 2013, houve crescimento de 18,3% nestas operações. No acumulado do ano, de janeiro a setembro, as exportações com drawback atingiram US$ 40,2 bilhões, o que representa 22,86% do total exportado.

As exportações mensais com drawback se dividiram em 45,4% de produtos manufaturados; 28,6% a produtos básicos; e 24% a produtos semimanufaturados. No ano, a composição é de: 50,4% de produtos manufaturados; 25,6% de produtos básicos; e 24% de produtos semimanufaturados.

Os setores que mais utilizaram o drawback em setembro foram: minério de ferro, frango in natura e, semimanufaturados de ferro ou aço. Os mesmos subsetores, nesta ordem, também são os destaques para o acumulado do ano.

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Brasil internaliza regras internacionais sobre contratos comerciais

publicado em 17 de outubro de 2014

COMERCIO EXTERIOR
O Brasil internalizou hoje, por meio do Decreto n° 8.327/2014, a Convenção das Nações Unidas sobre Contratos de Compra e Venda Internacional de Mercadorias. O tratado internacional promove a uniformização de direitos e deveres das partes em contratos de compra e venda internacional celebrados entre empresas sediadas em países diferentes.

Com a internalização do acordo, haverá maior segurança jurídica e previsibilidade nas transações internacionais, resultando, ainda, em potencial redução de litígios e custos legais para empresas que atuam no comércio exterior. Em caso de divergências entre os contratantes, a convenção favorece o entendimento ao prover clareza sobre as regras aplicáveis. Atualmente, 83 países, responsáveis por mais de 90% do comércio internacional, são parte da convenção.

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A.B.B.A. promove rodada de negócios em Paris, dois dias antes da abertura do SIAL

publicado em 17 de outubro de 2014

LOGO ABBA - ALTA
Evento vai reunir, nesta sexta-feira, 20 produtoras brasileiras de alimentos e bebidas e 12 empresas compradoras convidadas, da Europa e Rússia

A Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (A.B.B.A.) promove nesta sexta-feira (17), na Embaixada do Brasil em Paris, uma rodada de negócios inédita. O evento acontece dois dias antes da abertura do SIAL – Salon International de l´Alimentation, a grande feira mundial de alimentos sediada na França, e tem o objetivo de intensificar as possibilidades de negócios das empresas associadas no mercado europeu.

Participarão da rodada pelo menos 12 empresas compradoras (redes de varejo, importadores e distribuidores) da França, Espanha, Itália e Rússia, para o contato direto com 20 empresas brasileiras, entre associadas do Projeto Brazilian Flavors da A.B.B.A. e de duas outras entidades, convidadas pela associação para essa oportunidade: Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) e Anib (Associação Nacional das Indústrias de Biscoitos).

Farão parte da rodada produtores de castanhas, molhos e sobremesas gourmet, água refinada, energético natural, alimentos embalados à vácuo, água de côco, molhos, doces, pão de queijo congelado, licores e snacks naturais. O Brazilian Flavors é um projeto de exportação da A.B.B.A. que conta com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). “Nosso objetivo é otimizar a presença das empresas associadas em Paris, por ocasião do SIAL, gerando mais perspectivas para os seus negócios no mercado externo”, afirma Raquel de Almeida Salgado, presidente-executiva da A.B.B.A. e gerente-geral do Brazilian Flavors.“Vários produtos industrializados do Brasil, das empresas associadas ao Projeto, têm grandes chances nos diferentes mercados”, afirma.

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Rússia respondeu por quase 40% das exportações de carne suína em setembro

publicado em 16 de outubro de 2014

ACARNESUINA

Como era previsto, a Rússia vem aumentando mensalmente as suas importações de carne suína brasileira. Em setembro, respondeu por 39,60% das exportações do País. O crescimento dos embarques é reflexo da estratégia de Moscou de substituir as importações dos EUA e da Europa por produtos de outros países, principalmente o Brasil, no contexto da crise ucraniana.

“As novas habilitações de frigoríficos brasileiros pela Rússia resultam em aumento gradativo nas vendas para aquele mercado. Com a demanda e a oferta ajustadas, as indústrias estão vendendo menos para alguns mercados para atender à Rússia”, diz Francisco Turra, presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

“Em outubro, os embarques para a Rússia deverão apresentar volume ainda maior”, prevê Rui Eduardo Saldanha Vargas, vice-presidente de suínos da ABPA.

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