Faturamento da indústria de máquinas acumula queda de 6,5% no primeiro semestre

publicado em 30 de julho de 2015

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O faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos acumula queda de 6,5% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período do ano passado. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, na capital paulista, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Considerando-se apenas o mês de junho, houve recuo de 13,5% em relação ao mesmo mês do ano passado.

A estimativa da associação é que o faturamento do setor recue 5% este ano, o que seria a terceira queda consecutiva da receita líquida de vendas da indústria de bens de capital mecânicos. Em 2013, houve retração de 5% e, em 2014, de 12%.

“O drama desses números é que ele não se refere somente ao setor de máquinas. Isso significa reflexo do que está ocorrendo no país. Nossas vendas caem porque país está investindo cada vez menos”, avaliou o presidente do Conselho de Administração da Abimaq, Carlos Pastoriza.

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Monteiro: “Já observamos resultados concretos no Plano Nacional de Exportações”

publicado em 30 de julho de 2015

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O ministro Armando Monteiro presidiu nesta quarta-feira (29), no MDIC, em Brasília, a primeira reunião de trabalho do Conselho Consultivo do Setor Privado (Conex), da Câmara de Comércio Exterior (Camex), reativado em abril deste ano pela presidenta Dilma Rousseff. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, também participou do encontro.

O Conex reúne 20 executivos de grandes empresas e representantes de associações setoriais, com mandato de dois anos. No discurso de abertura, o ministro lembrou que, “transcorridos apenas 35 dias desde o anúncio do Plano Nacional de Exportações, já observamos resultados concretos e avanços significativos em todos os cinco pilares de atuação”.

Em seguida, Monteiro fez um balanço das ações do Plano Nacional de Exportações e destacou a intensificação da agenda de comércio exterior. “No fim de junho, com a visita da Presidenta Dilma aos Estados Unidos, relançamos, em novas bases, as relações bilaterais entre os dois países. Assinamos com o Departamento de Comércio dos Estados Unidos um acordo-quadro sobre convergência regulatória. Os setores cerâmico e têxtil, por exemplo, já deram início às tratativas orientadas para essa agenda”.

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Calçados brasileiros atraem a atenção do mercado colombiano

publicado em 30 de julho de 2015

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Empresas participam de eventos paralelos em Bogotá e Medellin

Trinta e uma marcas de calçados verde-amarelos estão na Colômbia apresentando o que há de melhor em moda, tecnologia e design. Apoiadas pelo programa Brazilian Footwear, uma parceria entre a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), as empresas participam do Export Thinking na International Footwear and Leather Show (IFLS), em Bogotá, e do Pop Up Showroom na Semana da Moda da Colômbia (Colombiamoda), em Medellin. Os dois eventos abriram suas portas nesta terça-feira, 28. Em Bogotá, a IFLS segue até sexta-feira, 31, no Corferias;, enquanto a Colombiamoda acontece até quinta-feira, 30, na Plaza Mayor Medellin.

Já no primeiro dia da IFLS, muitas das empresas brasileiras estavam satisfeitas com os resultados. Leandro Oliveira, gerente de exportação da Andacco, avaliou o dia como surpreendente. “Recebemos muitos contatos qualificados e já fechamos pedido com um cliente da Costa Rica. Além disso, tivemos compradores que fizeram pedidos de amostras e outro novo cliente do Panamá que deve voltar para nos visitar.”. Oliveira elogiou o trabalho de matchmaking, coro engrossado por Nathália Schneider, gerente de exportacão da Malu Super Comfort. “Todos os contatos agendados pelo matchmaking vieram e pudemos notar que são compradores qualificados e que estão realmente interessados em fazer negócios”, reforçou Nathália.

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Lentes de contato são exportadas ao Oriente Médio

publicado em 30 de julho de 2015

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A Solótica, de São Paulo, vende lentes corretivas e coloridas para Catar, Kuwait, Arábia Saudita, Omã, Emirados e Iraque. A região responde por 90% dos embarques da empresa ao exterior.

As lentes de contato da empresa Solótica já são exportadas para seis países árabes e a empresa quer crescer mais na região. Atualmente, os produtos da indústria de São Paulo são embarcados para Catar, Kuwait, Arábia Saudita, Omã, Emirados Árabes Unidos e Iraque.

“Vendemos lentes coloridas e corretivas para miopia. Temos dois distribuidores lá, um no Kuwait e outro na Arábia Saudita. Eles atendem aos outros países [da região]”, conta Martha Toth, responsável pela área de Marketing da Solótica.

As vendas aos árabes começaram em 2012, quando distribuidores brasileiros iniciaram a divulgação do produto no exterior. A partir de então, explica Toth, os consumidores passaram a procurar o produto e a empresa iniciou suas vendas diretas a distribuidores árabes. Lá, as lentes são revendidas a médicos e óticas.

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CNI: novo aumento dos juros deve aprofundar recessão

publicado em 29 de julho de 2015

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O reajuste da taxa Selic – juros básicos da economia – para 14,25% ao ano deve aprofundar a recessão, criticou a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em comunicado, a entidade considera que as taxas mais altas vão ter impacto sobre o investimento, o consumo e o capital de giro das empresas.

“A elevação da taxa de juros básica da economia de 13,75% ao ano para 14,25% retrairá ainda mais a atividade industrial. Os juros altos encarecem o capital de giro das empresas, inibem os investimentos e desestimulam o consumo das famílias”, informou a entidade.

A CNI defendeu a manutenção da austeridade fiscal e a adoção de medidas que estimulem a competitividade para destravar a indústria.

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Projeto Sweet Brasil oferece acesso online ao mercado global

publicado em 29 de julho de 2015

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Site do projeto integra uma plataforma inovadora e automatizada com informações estratégicas ao exportador

O projeto Sweet Brasil, desenvolvido em parceria entre a ABICAB e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para aumentar a visibilidade das empresas brasileiras no exterior, possui uma plataforma online inovadora com foco na troca e compartilhamento de informações estratégicas para o exportador. No endereço www.sweetbrasil.org.br é possível se cadastrar para ter acesso ao conteúdo dos mais relevantes eventos – no Brasil e no exterior -, e ações do mercado internacional, além de uma base de dados de 150 empresas, atualizada regularmente.

“Se a empresa quiser divulgar seu perfil e promover seu produto no exterior, o site do Sweet Brasil é uma plataforma completa e inovadora à disposição. Nela existem também informações estratégicas como estudos de mercado, estatísticas do setor e um banco de dados que oferece lista de compradores internacionais e de trading companies, sobretudo em mercados onde o projeto desenvolve negócios”, comenta o gerente de exportação da ABICAB, Rodrigo Solano.

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A brasileira Itallian Hairtech abre e-commerce nos Estados Unidos

publicado em 29 de julho de 2015

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A ação faz parte do plano de exportação da empresa que abriu escritório em Orlando para atender a demanda do público norte-americano
O cabelo das mulheres brasileiras é famoso pela força e beleza dos fios. No país, beleza capilar é levada realmente a sério por empresas como a Itallian Hairtech, que investe no desenvolvimento de tratamentos com ingredientes especiais, tais como óleos preciosos, Argan e Arginina. Agora, as principais linhas da empresa estarão disponíveis no e-commerce da Itallian Hairtech, com entrega para todo o território dos Estados Unidos.

Com a inserção no mercado norte-americano, foi aberto um escritório em Orlando, Flórida, além do treinamento de um profissional norte-americano sobre os processos e produtos das linhas de tratamento e coloração, para salão e para o público final. O profissional será responsável por capacitar os associados da empresa nos Estados Unidos e extrair o melhor de cada produto, assim como os profissionais cabeleireiros que se tornarem parceiros da marca.

Este é um diferencial da empresa brasileira, já que as demais marcas, na maioria das vezes, apresentam apenas demonstrações e não ensinam efetivamente como aproveitar o produto plenamente para obter diferentes resultados nos cabelos. A empresa conta com um grupo de suporte técnico para profissionais e vendedores hábeis a atende-los em inglês.

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Fluxo cambial em julho está negativo em US$ 2,337 bilhões

publicado em 29 de julho de 2015

As saídas de dólares superam as entradas, neste mês, até a última sexta-feira (24). De acordo com o Banco Central (BC), o saldo negativo está em US$ 2,337 bilhões.

O resultado negativo vem do segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimento direto no país, entre outras operações), com registro de US$ 5,518 bilhões.

O fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 3,181 bilhões, no período.

De janeiro a 24 de julho, o fluxo cambial tem saldo positivo de US$ 8,762 bilhões, com a contribuição de US$ 12,993 bilhões do fluxo comercial. Já o fluxo financeiro, nesse período, registrou saldo negativo de US$ 4,230 bilhões.

Plano Nacional de Exportação será tema de debates no ENAEX 2015

publicado em 29 de julho de 2015

Aduaneiras - Enaex

Encontro terá as presenças dos ministros Armando Monteiro e Joaquim Levy

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) lançou, ontem (28), em São Paulo, a 34ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX 2015). O evento abordou o Plano Nacional de Exportações e contou com a presença do secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcelo Maia; do diretor da Câmara Americana (AMCHAM-Brasil), Pedro Santos; e do presidente da AEB, José Augusto de Castro.

A abertura foi feita por Marcelo Maia, que exaltou a importância do Plano Nacional de Exportação para a economia brasileira. Resumidamente, Maia explicou os cinco pilares de atuação do Plano que são: acesso a mercados; ampliação de parcerias por meio da remoção de barreiras; promoção comercial; facilitação do comércio: desburocratização e simplificação dos processos aduaneiros com o objetivo de reduzir prazos e custos; e o financiamento e garantia às exportações por intermédio do aperfeiçoamento e aumento de recursos para o Programa de Financiamento às Exportações (Proex), o BNDES-Exim e o Seguro de Crédito à Exportação, assim como o aperfeiçoamento de mecanismos e regime tributários para o apoio ao setor. “Nós temos vários desafios, mas um dos principais é a descentralização, uma vez que as exportações acontecem, sobretudo, nas regiões Sudeste e Sul do país. O Ministério está disposto a ouvir as empresas brasileiras e suas reivindicações”, afirmou.

Em seguida, o diretor da AMCHAM-Brasil, Pedro Santos, reiterou a importância do Plano Nacional de Exportação, mas destacou que é preciso tirar esses planos do papel. “O Brasil precisa ter previsibilidade, ou seja, é necessário definir metas, e que essas permaneçam por um tempo determinado, para que o setor privado tenha segurança em investir no país”, destacou.

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Porto de Santos registra recorde histórico de movimentação de cargas no primeiro semestre

publicado em 29 de julho de 2015

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Movimentação de 55,2 milhões de toneladas de cargas supera em 2,6% o recorde anterior

O Porto de Santos alcançou em 2015 o seu maior movimento de cargas para o primeiro semestre do ano, somando 55,2 milhões toneladas. O número supera em 2,6% o recorde anterior, registrado em 2013, de 53,7 milhões t.

“A informação mostra que estamos no caminho certo. E, mais do que isso, o resultado espelha a recuperação da balança comercial brasileira. Vamos continuar perseguindo a excelência e a modernidade, mesmo passando pelo ajuste fiscal”, disse o ministro dos Portos, Edinho Araújo.

Segundo o diretor presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Angelino Caputo, a expectativa no início do ano, era de que a movimentação superasse 54,0 milhões t. “O resultado foi ainda mais expressivo do que havíamos projetado e decorreu, principalmente, do aumento verificado nas exportações, que cresceram 6,1% em relação a 2014”, explica Caputo.

O complexo soja foi o destaque no período, com embarque de 13,6 milhões t, ficando 3% acima do ano anterior. O açúcar, segunda carga de maior movimento, atingiu 7,2 milhões t, acréscimo de 2,4%.

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