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Colombiatex 2018: Texbrasil leva 28 empresas ao evento e projeta boas perspectivas de negócios

publicado em 22 de janeiro de 2018

A Colômbia tem sido um grande mercado da indústria têxtil brasileira. Em 2017, por exemplo, o país foi o 9º maior destino das exportações do Brasil, com aproximadamente USD 30 milhões – esse valor representa cerca de 2% do total importado pelo país. É neste contexto que o Texbrasil (Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira), criado pela Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), levará um grupo de 28 empresas para a Colombiatex 2018, feira realizada em Medellín de 23 a 25 de janeiro.

As companhias irão apresentar suas inovações e lançamentos em insumos e tecidos para roupas íntima, esportivas de praia, casuais e jeanswear, entre outras. Esse é o primeiro ano em que os empresários poderão aproveitar a presença no evento para se beneficiar da entrada em vigor do novo acordo entre o Mercosul e a Colômbia, que traz maior competitividade para os produtos brasileiros, incentivando o crescimento do mercado em itens de moda, especialmente produtos feitos em denim.

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Ceará lidera exportações de crustáceos e peixes

publicado em 21 de janeiro de 2018

Com um total de US$ 54,2 milhões comercializados em 2017, o Ceará assumiu a liderança em faturamento na exportação entre os estados que produzem crustáceos e peixes congelados e refrigerados. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Em volume exportado, o Ceará ficou na terceira posição, com 4,8 mil toneladas. Do total, 3 mil toneladas são de peixes congelados e 1,7 mil são de crustáceos, sobretudo lagosta. O estado também lidera o volume de exportação desse produto. O segundo maior exportador, o Pará, comercializou 226 toneladas.

Para o presidente da Câmara Temática de Comércio e Investimentos Estrangeiros, Rômulo Alexandre Soares, o destaque do Ceará se deve ao desenvolvimento recente de outras culturas, como a pesca do atum e a criação de camarão e tilápia em cativeiro.

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Aummento nas exportações em 2017 gera superávit recorde do Rio

publicado em 21 de janeiro de 2018

Em 2017, o estado do Rio obteve superávit recorde de US$ 10,6 bilhões, mais que o dobro do registrado em 2016. O resultado foi consequência do avanço de 26% nas exportações no comparativo do ano, acima da média nacional. Os destaques foram as receitas de vendas de petróleo e de veículos automotores – ambos com recorde histórico de quantidade exportada. Os dados são do Boletim Rio Exporta, produzido pelo Sistema FIRJAN.

O estado do Rio representou 17% do saldo positivo nacional, retomando o patamar de 10% de participação nas exportações brasileiras. Segundo Claudia Teixeira, especialista em Comércio Exterior da FIRJAN Internacional, desde 2012, quando alcançou seu pico de participação nacional, o Rio de Janeiro não registrava tamanha relevância: “Hoje, somos o terceiro estado que mais exporta e o segundo maior em termos de corrente de comércio”.

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ABIMAPI LEVA OITO EMPRESAS PARA A INTERNATIONAL SWEETS AND BISCUITS FAIR (ISM)

publicado em 20 de janeiro de 2018

A 48ª edição da International Sweets and Biscuits Fair (ISM), que acontece em Colônia, Alemanha, entre os dias 28 e 31 de janeiro, receberá oito empresas brasileiras participantes do projeto setorial Brazilian Biscuits, Pasta and Industrialized Breads & Cakes, desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Casaredo, Cory, Dhex, M. Dias Branco, Marilan, Ocrim, Piraquê e Selmi farão parte do pavilhão Brasil, no hall 5.2, em conjunto com a equipe ABIMAPI. Com o tema “The future & heart of sweets & snacks”, os fabricantes apresentarão principalmente seus lançamentos com apelo de saudabilidade, ricos em fibras e reduzidos em açúcar, com o uso de ingredientes nobres como linhaça, chia, quinoa e aromas naturais. Também haverá novidades em sabores tropicais, proporcionando frescor e maior conexão com o Brasil – a exemplo de limão, maracujá, abacaxi, goiaba, coco, banana, entre outros – e indulgência garantida em produtos tradicionais que proporcionam prazer e festividade com linhas de biscoitos como aperitivos e lanches.

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Investe São Paulo abre nova seleção para programa gratuito de mentoria para exportação

publicado em 19 de janeiro de 2018

Por meio de convênio com a Apex-Brasil, agência expande atuação de seu núcleo de 39 para 144 municípios; 130 empresas poderão ser beneficiadas

A Investe São Paulo está com inscrições abertas para empresas que quiserem se candidatar para participar gratuitamente do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEx), criado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). As inscrições são feitas nesse link.

Até meados de setembro, a Investe SP era coordenadora do programa para a região metropolitana de São Paulo, que engloba 39 municípios. Porém, para a segunda fase do convênio com a Apex-Brasil, a agência de promoção de investimentos e exportações paulista expandiu sua área de atuação para todos os municípios localizados dentro de um raio de 100km de distância da capital. O leque foi aberto para 105 novas cidades, incluindo regiões como as de Campinas, São José dos Campos e Santos.

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Camex não aplicará medidas protetivas na importação de aço da China e Rússia

publicado em 18 de janeiro de 2018

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu nesta quinta-feira (18) não aplicar medidas de proteção contra laminados de aço vendidos por empresas da China e da Rússia ao Brasil. Se aplicada, a medida restringiria a prática de dumping, em que empresas vendem produtos com um preço abaixo do valor do mercado tendo assim vantagens sobre os produtos nacionais.

Segundo o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, a Camex decidiu, por enquanto, investigar a atuação de cinco empresas suspeitas de praticar preços artificialmente reduzidos, o que é proibido pela Organização Mundial do Comércio (OMC). De acordo com o ministro, a medida de taxação dos produtos importados desses países fica suspensa por um ano, mas pode ser revista a qualquer momento.

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Indústria automotiva reage e produção de veículos volta a crescer

publicado em 18 de janeiro de 2018

Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) revelam que, de janeiro a novembro de 2017, a produção de veículos cresceu 27,1% em relação a 2016. Foram 2,5 milhões de unidades produzidas, enquanto no mesmo período do ano anterior foi 1,6 milhão.

Um dos principais motivos para essa elevação foi a demanda do mercado externo e o consequente desempenho das exportações. Segundo levantamento do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), no acumulado de janeiro a outubro de 2017 as exportações de veículos registraram crescimento de 52,7% na comparação com o mesmo período de 2016. Essa movimentação foi responsável por gerar uma receita total de US$ 5,471 bilhões.

Ainda de acordo com o órgão federal, tal desempenho catapultou os veículos automotivos à liderança do ranking de exportações de produtos manufaturados no período e ao quinto lugar na lista de exportações totais do país.

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ABRAVA EXPORTA E APEX-BRASIL LEVARÃO EMPRESAS DO BRASIL PARA A FEIRA AHR EXPO CHICAGO 2018

publicado em 18 de janeiro de 2018

O Programa Abrava Exporta, parceria entre a Abrava – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento e a Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, participará da Feira AHR Expo Chicago 2018, entre os dias 22 e 24 de janeiro de 2018. 12 empresas brasileiras do setor terão a oportunidade de apresentar seus produtos e suas tecnologias aos mais de 100 países visitantes, buscando novas parcerias comerciais e a inserção de seus produtos em mercados, são elas: Deltafrio, Elefant, Frigoking, Globus, Joape, LCPetry, Multivac, MWM Import e Export, Novus, Paranapanema, RLX Refrigerantes e Trox.

De acordo com a gestora do Programa Abrava Exporta Leila Vasconcellos, “A visibilidade dada às empresas por meio de Feiras no exterior contribui significativamente para o aumento de suas exportações e possibilitam a internacionalização das empresas em outros mercados, possibilitando encontrar novos relacionamentos comerciais. Além disto, as empresas que passam a exportar são mais reconhecidas no próprio mercado interno, uma vez que possuem produtos competitivos ao mercado internacional e estratégias fortes para o esforço exportador”.

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CNI obtém liminar do STF que suspende dupla tributação do ICMS

publicado em 18 de janeiro de 2018

Confederação avalia que decisão da ministra Cármen Lúcia evita prejuízos para o setor produtivo que dificilmente seriam revertidos se cláusulas do Convênio ICMS 52/2017 não tivessem sido suspensas
STF decide em favor da CNI sobre recolhimento do ICMS

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, suspendeu dez cláusulas do Convênio ICMS 52/2017 que altera as regras de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A liminar atende a um pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que, em 18 de dezembro, protocolou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5.866, na qual pede a derrubada total do convênio e sucessivamente de 12 de suas cláusulas.

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CNI: Brasil perde espaço no mercado mundial

publicado em 17 de janeiro de 2018

Estudo da CNI mostra que crise econômica acentuou a queda na participação da indústria brasileira na produção e nas exportações de produtos manufaturados

A participação da indústria na produção de riquezas do Brasil vem caindo, de forma consistente, na última década. Entre 2006 e 2016, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a fatia da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) encolheu de 27,7% para 21,2%. Um efeito colateral dessa estatística é a perda de espaço do Brasil no cenário mundial, como mostrou a primeira edição da pesquisa Desempenho da Indústria no Mundo, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). No mesmo período, a participação do país na produção mundial de manufaturados caiu de 2,74% para 1,84% do total.

Essa trajetória é observada desde a década de 1990, mas se acentuou nos últimos dois anos, quando o país atravessou a mais longa recessão de sua história moderna. O período de 2014 a 2016 respondeu por 61% da perda de 0,9 pontos percentuais de participação brasileira acumulada na última década. O dado, quando visto num horizonte de 20 anos, reforça a profundidade da crise econômica.

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